Para onde ? solidariedade e cooperação ou morte.

A  inesperada  corbynização pode  evitar a  pasokização. 

«É por isso que a experiência de um governo PS com o apoio do PCP e do Bloco de Esquerda vai ser difícil, mas todos os envolvidos têm de ter a perfeita consciência de que é obrigatório que corra bem.     Se correr mal, vai levar o PS de volta ao caminho que está a tornar o movimento social–democrata irrelevante na Europa.   A inusitada corbynização”(viragem à esquerda, social-democrata) do PS de Costa pode ser o antídoto contra a “pasokização” (redução a mini-partido, socialista de nome, neoliberal de facto) que se vê aqui ao lado no PSOE. Mas não se faz com uma perna às costas – e, como dizia Churchill, PSD e CDS são apenas adversários.» (os inimigos estão no interior: tipo AssisTentes do PSD/direita neoliberal).
----
Guernica 2015     (@Javcho Savov  )  (-via J.Lopes, Entre as brumas...)
 
-----                                         O que fazer com  este país ?    (-Ladrões de B.)
 
- Como foi possível esta crise?  - Como dar futuro a Portugal?
 No momento crítico que estamos a viver, é urgente debater o futuro do país.
 Para ouvirem a minha resposta a estas perguntas e às que me quiserem colocar, convido os nossos leitores da Área Metropolitana do Porto a aparecerem na FNAC dos centros comerciais acima indicados.


Publicado por Xa2 às 07:49 de 05.11.15 | link do post | comentar |

1 comentário:
De Lords: Basta de destruir Estado social. a 5 de Novembro de 2015 às 12:18

A tradição já não é o que era e ainda bem.

(-por jose guinote, 28/10/2015, Vias de facto)

A tradição já não é o que era.
A necessidade de responder aos terríveis avanços da direita europeia, influenciada pela tradição libertarista americana (actual neoliberalismo), mobiliza, um pouco por todo o lado, os mais inesperados apoiantes.
Se por cá avança - tanto quanto se percebe a bom ritmo - a tão inesperada quanto desejada maioria de esquerda, no Reino de Sua Majestade é a vetusta, e para muitos obsoleta,
Câmara dos Lordes que resolve dizer basta à deriva extremista de Cameron e Osborne ('tories', conservadores neoliberais).
Estes dois símbolos maiores do neoconservadorismo Europeu, encorajados com a recente vitória eleitoral, resolveram antecipar o calendário de destruição do Estado Social.

Tratava-se de implementar o corte de 12 biliões de libras nos apoios ao Estado Social.
Uma primeira aplicação do "programa" traduzia-se na anulação de todos os créditos fiscais, com incidência na saúde, na educação e na habitação.

Esta medida, com impacto violento nas classes de menor rendimento, como foi unanimemente reconhecido, atingiria uma tal violência social
que levou os Lordes a votarem o adiamento da sua entrada em vigor, até que medidas compensatórias tenham sido suficientemente estudadas.

A reacção de Cameron e Osborne foi violenta. Desde a invocação de uma práctica que remontará a 1909 - a de que os Lordes não se imiscuem em questões de natureza fiscal ou financeira -
até à ameaça de que irão solicitar uma alteração das competências da Câmara, que determinará a impossibilidade futura de actuações deste tipo.

O que não deixa de nos suscitar um sorriso, atendendo ao discurso pós eleições de Cavaco Silva e ao tom dos comentários da direita,
é o facto de ser a híper-conservadora Câmara dos Lordes a ousar enfrentar e conter o desvario radicais e extremistas dos Conservadores (neoliberais) Britânicos.
A actuação dos Lordes contrasta com a de alguns dos deputados Trabalhistas ('labor', social-democrata/ 'socialista') que aprovaram o pacote fiscal dos Tories desobedecendo expressamente às orientações do novo líder, Jeremy Corbyn.

Aqueles deputados que Cavaco gostaria de encontrar também no parlamento português no seio da bancada do PS, para viabilizar o Governo do seu partido e a sua política anti-social.
Aqueles a quem apelou na sua crispada declaração.

Será caso para que os Lordes ensinem a todos os que clamam pela tradição e pelo seu respeito lembrando uma ideia simples e compreensível:

novos tempos carregados com novas e mais terríveis ameaças, resultado de opções políticas que visam implodir os alicerces do sistema social em que vivemos,
obrigam à mobilização de novas energias e de todas as forças que as possam deter.
Trata-se afinal de dar uma resposta eficaz à crise humanitária que esta direita libertariana (neoliberal) ameaça estender a toda a Europa.
Sempre em benefício de alguns com prejuízo para todos os outros, como é timbre da direita radical e extremista.


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