6 comentários:
De Morte de Valores, Militância e Partidos. a 5 de Fevereiro de 2015 às 09:34
das Mortes

Claro que os Partidos também morrem.

Normalmente acontece-lhes isso quando se transformam em clubes de sueca e, principalmente, se os croupiers forem sempre os mesmos.

LNT, [0.063/2015] http://barbearialnt.blogspot.pt/
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Quem MENTE e OCULTA compulsivamente, afinal?
(-por AG, 3/2/15, Causa Nossa)

Eu preferia falar da renegociação da divida grega, que muito nos interessa a nós, Portugal, e à Europa. Mas declarações de um enervado Vice PM, na 6a.f., obrigam-me a reagir:

Apodou-me Paulo PORTAS de mentirosa porque eu reproduzi o que diz o Ministério Público no despacho de arquivamento da investigação sobre os SUBMARINOS:

Entretanto o MNE esclareceu, via Lusa, que a 24 de Junho de 2013 comunicou à PGR que tinha entregue uma carta rogatória às autoridades das Bahamas. Já PP afirmou na 6a f. que, como MNE, enviou à PGR a 24/6/2013 a resposta das Bahamas. Resposta que o MP escreve nunca ter localizado. A questão mantem-se, pois: o que aconteceu à resposta das Bahamas? Veio ou não, via MNE ou directamente, já que a PGR a não encontra?

A questão importa e muito, porque essa resposta das Bahamas pode esclarecer o circuito que percorreram os 30 MILHÕES de euros pagos pelos alemães fornecedores dos submarinos à empresa ESCOM, do Grupo Espírito Santo. Uma sexta parte, ou seja, 5 milhões sabemos hoje, pelas gravações do Conselho Superior do GES, acabaram em "LUVAS" nos bolsos de Ricardo Salgado e familiares. E 19 milhões foram transferidos para o Fundo Felltree, constituido nas Bahamas para LUDIBRIAR a Autoridade Tributária portuguesa - segundo Luis Horta e Costa, administrador da ESCOM, admitiu há dias na Comissão Parlamentar de Inquérito do BES.
Ora se os escroques da ESCOM lavaram através do chamado RERT (Regime Especial de Regularização Tributária) 10 milhões de euros que entretanto repatriaram, resta saber a que bolsos foram parar cerca de 9 milhões de euros nunca declarados ao fisco.

Lembro que na Alemanha foram condenados CORRUPTOres em Portugal e na Grécia pela compra dos submarinos; na Grécia está PRESO o ministro da Defesa envolvido; só em Portugal não se acham os corrompidos .... Ora num negócio corrupto e FRAUDulento como foi este, seria elementar investigar eventuais acréscimos de património de quem tomou as decisões que se revelaram altamente lesivas dos interesses do Estado.

Mas isso o MP encolheu-se de fazer relativamente a P.Portas e a D.Barroso, os principais decisores políticos nesta negociata - e por isso eu requeri ao juiz de instrução criminal que se prossiga a investigação. Sublinho, no entanto, que o MP no despacho de arquivamento não conclui que não houve CRIMES, antes argumenta que o procedimento criminal já estará prescrito, ao fim de 10 anos - o que eu também contesto no requerimento de abertura de instrução.

Sucede que muitas das decisões mais lesivas para o Estado foram tomadas por P.Portas enquanto Min.DN, como é confirmado pelo MP no despacho de arquivamento e por abundantes elementos no processo.

Essas decisões incluiram IMPOR a presença da ESCOM no negócio, apesar de saber que trabalhava para os fornecedores alemães, e impor o BES no consórcio financiador da aquisição, contra a vontade dos alemães que até preferiam o banco do Estado, a Caixa Geral de Depósitos, associada ao Deustche Bank.
Isto é, Paulo Portas garantiu que Ricardo Salgado e os seus outros comparsas do GES ganhavam por vários carrinhos no NEGÓCIO, via ESCOM e via BES.

O clamoroso CONFLITO de INTERESSES tinha ainda outras vertentes - o BES era o banco financiador do CDS-PP, que nele tinha contraídos 2 vultuosos empréstimos.
E fora também numa conta do CDS-PP no BES que entrara, na ultima semana de 2004, mais de um milhão de euros em súbito afã depositante de apoiantes, como o fictício "Jacinto Leite Capelo Rego" - um dos elementos que desencadeou a investigação da PGR, juntamente com intercepções telefónicas no processo PORTUCALE, em que Paulo Portas é escutado a falar sobre compromissos financeiros SECRETOS.

Por isso eu deixo ao Vice PM P.Portas umas singelas perguntas, desafiando-o a esclarecê-las publicamente:

- Que empréstimos, e em que condições, tinha o CDS no BES ...?
- Qual a origem e destino do fundo do CDS/PP ...?
- O q era "aquilo" d M.Canals, da Akoya na fuga ao fisc


De Desgoverno, regabofe, desigualdade,... a 5 de Fevereiro de 2015 às 10:16
( DesGoverno e «DesJustiça», desSaúde, desEconomia, desEnsino, desigualdade ... )

-----(-por CB.Oliveira , http://cronicasdorochedo.blogspot.pt/2015/02/eu-ja-desconfiava.html#comment-form ) --------

------xxxxx-------- Eu já desconfiava...

"A justiça em Portugal é lenta, cara, de difícil acesso e difícil compreensão" - diz Gabriela Knau, relatora das Nações Unidas

-- Em Portugal só os ricos têm direito a comprar a justiça, que lhes dá jeito. Os outros não têm direito a nada. Até parece que já nem temos juízes, pois há quem queira ser mais acusador do que os procuradores.

-- Dá jeito a quem detém o Poder que assim seja !

-- Não deu novidade nenhuma. Por vezes é necessário estas verdades serem ditas por seres superiores... Para mim , basta-me a voz do povo , que é a voz da razão .
Sei que já os antigos por aqui diziam , para praguejar contra alguém , " na justiça te vejas , nem que ganhes" ....
por ser lenta , cara ,tempo e dinheiro perdido , ouvir muitas mentiras como verdades , ser só para alguns e cada instância sua opinião. -M.A.A.

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Regabofe é ... (7)

Nomear um grupo de amigos e correligionários para um pretenso Conselho Geral Independente,
cujos únicos objectivos são destituir o presidente da RTP e servir de biombo da política do governo. Porca, mas política.

REGABOFE é pagar a cada membro do CGI 500 € por reunião, mais despesas de deslocação e representação e considerar inaceitável que o salário mínimo suba para 525 €.

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A Igualdade de género segundo o(s) Pateta(s)

Passos Coelho sempre defendeu que o governo não se deve imiscuir na vida das empresas.
Ainda recentemente o reafirmou no caso BES, ou para justificar a razão de não tentar impedir a venda da PT.

Mas se a sobrevivência de empresas chave da nossa economia em mãos portuguesas não preocupa o governo, há outras matérias em que o governo não hesita em interferir na vida das empresas.

Ainda ontem, a secretária de estado para a igualdade, Teresa Morais, acompanhada do secretário de estado da economia, Leonardo Mathias, reuniram com 29 empresas cotadas em Bolsa, com o intuito de identificar as medidas que devem ser tomadas para promover o equilíbrio entre homens e mulheres nos lugares decisórios de topo das empresas.

Se isto não é ingerência, não sei o que lhe chamar..

A verdade é que o governo está a levar o assunto muito a sério e tem já agendada nova reunião com confederações e associações empresariais, porque, segundo Leonardo Mathias,
esta desigualdade, além de ser um problema civilizacional, tem impacto na economia, porque as mulheres ganham menos do que os homens.

Concluindo:
-- o governo está-se marimbando para a pobreza, que garante estar em regressão ( apesar de os números mostrarem o contrário),
-- considera o desemprego um mal necessário, que procura minimizar com estágios e cursos de formação patéticos,
-- deixa morrer pessoas nos hospitais por falta de assistência, ou porque ( alegadamente) não tem dinheiro para comprar o medicamento para a hepatite C,
-- mas está muito preocupado com a igualdade de género nos LUGARES DE TOPO das empresas....privadas!

Seria caso para rir, não fosse uma demonstração de patetice em modo pré-eleitoral para papalvo ver.

Kiss my ass!


De Desgoverno e desavergonhice a 5 de Fevereiro de 2015 às 10:34
Não ter a puta da vergonha na cara é isto

(-por josé simões, 4/2/2015, derTerrorist)


Quando a realidade nos diz que é o Estado (que é arrastado para os buracos criados pelo privado) que tapa buracos onde o privado falha, por motivos diversos que vão desde a incompetência à incúria passando pela ausência de responsabilidade, de respeito e solidariedade para com o próximo,
ou onde o privado se desinteressa, abandona por não ser rentável e/ ou economicamente viável, ou até por falta de financiamento... do Estado,
vem o primeiro-pantomineiro reinterpretar os factos, reescrever a história
e dizer que "muitas vezes há a tentação de pensar que o privado só tem lugar onde o Estado está a falhar. Não é assim.".
Não ter a puta da vergonha na cara é isto.

------tags: ensino privado, escola pública, faculdade de medicina, medicina, passos coelho, saúde
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Passos Coelho admite que médicos se formem no privado

( Alexandra Campos , 04/02/2015 Publico)

Sobre o medicamento contra a hepatite C, primeiro-ministro disse que Estados devem “fazer tudo o que está ao seu alcance para salvar vidas humanas” mas não a qualquer preço.

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, reconheceu esta quarta-feira que faltam médicos em Portugal e admitiu que a formação destes profissionais se possa alargar às universidades privadas. “Precisamos de formar mais médicos. Talvez aqui haja uma oportunidade para o investimento privado. O Estado não tem de ter o monopólio [da formação destes profissionais]”, afirmou, na inauguração de um centro médico e de investigação privado em Santa Maria da Feira, uma unidade que se vai dedicar sobretudo ao diagnóstico e tratamento de doenças oncológicas.

Sem o ministro da Saúde (cuja presença estava prevista, mas que acabou por não aparecer) e na ausência de outros responsáveis nacionais do sector, Passos Coelho admitiu que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) enfrenta “dificuldades em ter recursos humanos”, nomeadamente na área médica, mas defendeu que isto não acontece “por falta de dinheiro”. Voltou a afirmar, a propósito, como já tinha feito no Parlamento, que o seu Governo transferiu para a saúde e para o SNS “financiamentos nunca [antes] transferidos em Portugal”. “Que fique bem registado: não foi por falta de dinheiro que os hospitais evidenciaram, num ou noutro caso, menos recursos médicos do que aqueles que eram necessários”.

Respondia assim ao presidente da Câmara de Santa Maria da Feira, que antes dele tinha lamentado que o Centro Hospitalar de Entre Douro e Vouga (a que pertence o hospital da Feira, em cujo serviço de urgência um homem de 57 anos morreu depois de ter alegadamente aguardado cerca de cinco horas por atendimento médico) enfrente um problema de “grave escassez de recursos humanos não resolvidos por razões burocráticas”. “O sector da saúde não pode estar sujeito às mesmas regras que os outros [sectores]", reclamou o autarca.

Sobre a sua presença na inauguração do “Lenitudes Medical Centre & Research”, que representou um investimento de 20 milhões de euros, o primeiro-ministro disse que é preciso encarar como “bem vindo” todo o investimento privado. “Muitas vezes há a tentação de pensar que o privado só tem lugar onde o Estado está a falhar. Não é assim”, sublinhou, destacando ainda o facto de “a oncologia não [ser] uma área em que, por tradição, a oferta privada se tenha vindo a organizar”.

Antes desta visita, questionado pelos jornalistas sobre o assunto que marcou o dia – o caso de uma doente com hepatite C que morreu em Lisboa sem ter tido acesso a um medicamento inovador –, apesar de considerar “realmente preocupante” o problema do acesso aos fármacos contra esta doença, Passos Coelho defendeu que os Estados devem “fazer tudo o que está ao seu alcance para salvar vidas humanas” mas não a qualquer preço, “custe o que custar”. E considerou, citado pela Lusa, que o preço que está a ser pedido pelo laboratório com a patente do fármaco em questão “não é adequado”.

Sobre esta matéria, explicou ainda que o Estado português tem vindo “a concertar uma estratégia de modo a poder aceder a esses medicamentos mais inovadores a custos que sejam suportáveis”, em conjunto com outros países europeus. Mas não esclareceu para quando está prevista uma solução, sublinhando que isso não de


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