Pobreza não paga dívida : Renegociar já !

Renegociar a dívida: quando e como ?

Debate com  José Castro Caldas (IAC)  e  Ricardo Cabral (Un. da Madeira)

29 de janeiro de 2014, 17.30 horas, Centro de Informação Urbana de Lisboa (CIUL), Picoas Plaza- Rua Viriato, 13, Núcleo 6-E, 1º, Lisboa

No momento em que é entregue na Assembleia da República a petição “Pobreza não paga a dívida: renegociação já”, subscrita por mais de seis mil cidadãos e cidadãs, a Iniciativa para a Auditoria Cidadã (IAC) apresenta e leva à discussão as razões que justificam a abertura urgente de um processo de renegociação da dívida.

Apelamos à divulgação deste debate.

--------------

 

   EUROPA - miragem ou horizonte ?   (-por R.Namorado, 16/1/2014, OGrandeZoo)

1.  O “CLUBE MANIFESTO PARA UMA RENOVAÇÃO  SOCIALISTA” vai promover em Coimbra  um Colóquio sobre a Europa,  no próximo dia 1 de  fevereiro de 2014 (sábado), na Casa Municipal da Cultura de Coimbra.
O Colóquio será subordinado ao  tema:
“ Europa – miragem ou  horizonte ? ”.     [A  entrada é livre]    O  Colóquio vai desdobrar-se em três sessões:
- 1ª Sessão - 10:30 - - Os  trabalhadores e a Europa.
Oradores:
Carlos  Silva – Secretário-Geral da UGT
A. Casimiro Ferreira – Professor da  FEUC, Investigador do CES/UC e Clube Manifesto
Moderador: Nuno Filipe - Pres. do Gabinete de Estudos da Fed. de Coimbra do PS,  ex- Deputado e Clube Manifesto
2ª Sessão – 14:30 - - A  economia social e a construção europeia.
Oradores:
Maria  de Belém Roseira – Presidente do Partido Socialista e  Deputada.
Rui  Namorado- Membro do Conselho Nacional para a Economia Social, ex-Deputado e  Clube Manifesto
Moderador :  Manuel Ferreira- ex- Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Presidente da  Cooperativa NAVE e Clube Manifesto
3ª Sessão – 16:30 - -A  Europa em tempo de crise
Oradores:
José  Medeiros Ferreira – Membro do Conselho Geral da Universidade de Lisboa,  Professor Universitário, ex-Ministro, ex-Deputado Europeu e  ex-Deputado.
Luís  Marinho – Presidente da Assembleia Municipal de Coimbra, ex-Deputado Europeu,  ex-deputado e Clube Manifesto.
Moderador:  Jorge Strecht Ribeiro – Advogado, ex-Deputado e Clube  Manifesto.
    2.  Seria redundante destacar a importância do debate sobre a Europa numa conjuntura  como a que temos vindo a atravessar. A proximidade das eleições europeias torna  ainda mais relevante o tema em questão.
Queremos  um debate vivo que contribua para agitar realmente as águas mortas em que a  questão europeia tem vivido entre nós.


Publicado por Xa2 às 07:52 de 23.01.14 | link do post | comentar |

2 comentários:
De Criminosos com tachos/reformas douradas a 23 de Janeiro de 2014 às 10:08
"As responsabilidades pelo cruel, injusto e inepto ajustamento português morrerão solteiras"


Sérgio Sousa Pinto no Facebook:
‘Portugal tem suportado com infinita paciência e melancólica resignação os sermões que lhe vão sendo ministrados ora por burocratas arrogantes, ora por nações mais recentemente chegadas à História do mundo.
Um dos mais prolixos oficiantes e salvadores é o nefasto e insípido comissário Oli Rhen.
Disse que o pedido de ajuda português foi tardio.
Foi esse o problema, explica o Oli, que carimbou sucessivos PECs de Lisboa.
Ontem António Vitorino, que ao contrário dele deixou muitas saudades em Bruxelas, pô-lo na ordem, dizendo que o achava divertido, que é a fórmula diplomática para designar um pobre parvo.

Mas o esforço deste prestador de serviços à Europa rica e poderosa, que ele julga integrar ao fim de mil anos de sofrida obscuridade, diz-nos muito.
Diz-nos que as responsabilidades pelo cruel, injusto e inepto ajustamento português morrerão solteiras.

Metade da troika original já está reformada e a banhos no Sul de França.
E em breve também ninguém saberá onde está o Oli.’
⇒ Miguel Abrantes à(s) 22.1.14


De Manipulação, "Agit-prop" e declínio soci a 24 de Janeiro de 2014 às 10:00

Novo normal ?

Hoje a notícia é a diminuição do défice conseguida pelo governo em 2013.
Manipulação contabilística (Banif não conta) e receitas extraordinárias contribuem para um sucesso que seguramente será usado ad nauseam pelo governo.
Mas a festa não ficará por aqui. A estabilização da actividade económica actual, o crescimento homólogo que aí vem (o último trimestre de 2012 e o primeiro de 2013 foram particularmente maus),
o provável regresso aos mercados com emissão de dívida a dez anos e a possível estabilização ou mesmo diminuição da dívida face ao PIB
(graças ao crescimento contabilístico do último) criam uma combinação perfeita para este governo até meados deste ano, altura de eleições e fim do programa da troika.

Sabemos que a austeridade permanente instalada não permitirá grandes voos à economia portuguesa.
Todavia, se a retoma internacional se mantiver, poderemos estar a entrar num novo período para a economia portuguesa.

Crescimento anémico, elevadas taxas de desemprego, baixos salários, aumento das desigualdades, relações laborais desestruturadas e o Estado-social em fanicos, mas sem a continuação da depressão económica.
Este modelo será sempre frágil e provisório, dado o endividamento público e externo, mas o panorama político transformar-se-á necessariamente.

A esquerda tem de estar à altura desta nova realidade e trabalhar neste quadro exigente.
Com a experiência dos últimos anos, confesso a minha angústia. Dois caminhos afiguram-se como prováveis.
--Por um lado, a capitulação perante a austeridade, com esta a servir de permanente pano de fundo no debate político.
A discussão política colocar-se-ia neste campo sobretudo na distribuição dos custos da austeridade na sociedade.
--Por outro lado, o estado de negação, num discurso de continuidade em relação ao passado recente.
Ambos se inscrevem no que tem sido, grosso modo, a prática recente, onde a contínua queda do PIB e aumento do desemprego permitiram estratégias políticas razoavelmente bem-sucedidas em torno da "austeridade inteligente" e da "agit-prop contestatária".
A análise profunda dos mecanismos por detrás da actual crise, onde a relação entre Portugal e a UE é central, ficou arredada, tendo as alternativas daí decorrente ficado nas margens do debate.
a esquerda não conseguir superar a actual modorra, receio que estejamos a caminhar para um "novo normal" de declínio social e político da democracia portuguesa.
Aliás, e como sublinhou o João Rodrigues [ http://ladroesdebicicletas.blogspot.pt/2014/01/a-austeridade-e-para-sempre-e-derrota.html ],
não é por acaso que Passos Coelho, na sua moção, sublinha a emergência de uma “nova normalidade.”


Postado por Nuno Teles , 23/1/2014, Ladrões de B.

-----P.Silveira:
..."um governo, uma maioria e um presidente" bloquearam politicamente qualquer solução que não passe por uma
fortíssima manifestação popular contra a corrupção, o compadrio e a política de ruína da generalidade das pessoas, em proveito dos grandes especuladores e parasitas.

E este tipo de acções tem que se generalizar, para já, por toda a Europa!

É que a teia de procedimentos que esta gente foi criando ao longo dos anos faz com que grandes crimes (dos ricos e poderosos) tenham penas simbólicas o que os torna praticamente impunes!

Exemplo
"A Comissão Europeia (CE) aplicou multas a uma dezena de grandes bancos por manipulação na fixação de taxas de juro, como a Euribor, a Libor e a Yen Libor. Essas taxas servem de referência a incontáveis contratos no mundo".

Por aqui podemos imaginar os biliões de lucros que estes crimes (agora branqueados com uma coima enorme mas simbólica em relação aos valores envolvidos e que não deixa cadastro).

É este estado de coisas que é necessário acabar.
E com muita urgência!
----- De facto é angustiante que na europa e em Portugal, a esquerda não consiga contrariar e desmascarar estes saqueadores.


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