De .o Verdadeiro PODER mundial. a 19 de Novembro de 2015 às 17:00
O Verdadeiro Poder - Parte I

Começa hoje uma nova série que, segundo as previsões, deverá ser bastante comprida.
Assunto? O Verdadeiro Poder. Nada mais, nada menos.

Sabemos que o Verdadeiro Poder está escondido. É normal: se assim não fosse tornear-se-ia um poder... menos poderoso.
Seria visível e esta é uma fraqueza, porque poderia ser investigado, estudado, analisado. Em breve, deixaria de ser Verdadeiro Poder, ficaria como "fenómeno de costume" e como tal seria absorvido pela sociedade.

O facto de ser invisível tem outra vantagem também: nós, que estamos deste lado da barricada, nem sabemos bem quem é o inimigo.
Não conhecemos o rosto, os hábitos, nada. Podemos só fazer conjecturas, mas isso não ajuda, pois a conjectura traz consigo sempre uma percentagem de dúvida que elimina qualquer certeza. Por esta razão não é simples escrever acerca do Verdadeiro Poder e a possibilidade de errar é bem presente. Melhor proceder com calma e, sobretudo, suportados com dados, não apenas com hipóteses.

Este primeiro capítulo inicia com uma investigação russa.
A imprensa de Moscovo tem tendo decifrar o emaranhado da OLIGARQUIA financeira e apontar assim quatro mega-BANCOS (os Quatro Grandes) que, segundo os pesquisadores, controlam o mundo.
Os nomes? Estes:
•Black Rock,
•State Street Corporation
•FMR (Fidelity)
•Vanguard Group.

Também foi apurado que a privatização global da ÁGUA é apoiada pelos mesmos mega-bancos de Wall Street, em uníssono com o Banco Mundial, o que beneficia o NEPOTISMO dinástico da família Bush, que tenta controlar o Aquífero Guarani da América do Sul, um dos maiores de água doce do planeta.

Já em 2012, o ex-parlamentar do Texas Ron Paul, pai do candidato presidencial Rand, tinha observado que os Rothschilds detêm as acções das top 500 multinacionais de Fortune que, por sua vez, são controladas por quatro mega-bancos, os tais Quatro Grandes: ....

Mas ainda antes, em 2011, a jornalista Lisa Karpova da Pravda (aqui na versão traduzida para o Inglês) tinha penetrado no labirinto da Finança global, afirmando que existem "seis, oito ou talvez 12 famílias que realmente governam o mundo".

A Karpova faz também os nomes de oito destas famílias:
•Goldman Sachs (New York)
•Rockefeller (New York)
•Kuhn Loeb e Lehman (New York)
•Rothschild (ramo de Londres e ramo de Paris)
•Warburg (Hamburgo)
•Lazard (Paris)
•Israel Moses Seifs (Roma)
É uma lista controversa, que provoca não poucas dúvidas.
Mas vamos em frente, porque a mesma Karpova fez um trabalho bem mais interessante:
uma espécie de inventário dos maiores bancos do mundo, tentando perceber também a identidade dos seus principais accionistas, bem como aquela de quem toma as decisões.

É possível criticar, e não sem razão, o inventário da Karpova que perde em sofisticação perante o trabalho de Andy Coghlan e Debora MacKenzie (que revelam como a PLUTOCRACIA bancária e financeira está baseada no famoso 1% do mundo), mas é interessante realçar como, apesar de ser mais simples, a pesquisa da Karpova concorde bastante com as conclusões de Coghlan e MacKenzie.

Segundo a Karpova, existem sete mega-bancos de Wall Street que controlam as principais MULTINACIONAIS são:
1.Bank of America
2.JP Morgan
3.Citigroup /Banamex
4.Wells Fargo
5.Goldman Sachs
6.Bank of New York Mellon
7.Morgan Stanley.

A seguir, a jornalista analisou estes mega-bancos, chegando à conclusão de que o núcleo deles fica nas mãos das Quatro Grandes citadas antes: Black Rock, State Street Corp., FMR (Fidelity) e Vanguard Group.

Como é que a Karpova chegou a esta conclusão? Verificando os accionistas dos mega-bancos.
Em pormenor:

1.Bank of America: State Street Corp., Vanguard Group, Black Rock, FMR (Fidelity), Paulson, JP Morgan, T. Rowe, capital mundial Investors, AXA, Bank of NY Mellon;

2.JP Morgan: State Street Corp., Vanguard Group, FMR (Fidelity), Black Rock, T. Rowe, AXA, capital mundial Investors, Capital Research Global Investors, Northern Trust Corp., e Bank of Mellon;

3.Citigroup / Banamex: State Street Corp., Vanguard Group, Black Rock, Paulson, FMR (Fidelity), capital mundial investidores, JP Morgan, Northern Trust Corporation, Fairhome Capital Mgmt e Bank of NY Mellon;

4. Wells Fargo: ...
...


De .o Verdadeiro PODER mundial ... a 19 de Novembro de 2015 às 17:04
[ Relacionados:
O Verdadeiro Poder - Parte I
O Verdadeiro Poder - Parte II
O Verdadeiro Poder - Parte III
O Verdadeiro Poder - Parte IV
O Verdadeiro Poder - Parte V

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---Parte I cont.
...
1.Wells Fargo: Berkshire Hathaway, FMR (Fidelity), State Street, Vanguard Group, capital mundial Investors, Black Rock, Wellington Mgmt, AXA, T. Rowe e Davis Selected Advisers;
2.Goldman Sachs: State Street Corp., Vanguard Group, Black Rock, FMR (Fidelity), Wellington, capital mundial Investors, AXA, Massachusetts Financial Service e T. Rowe;
3.Bank of NY Mellon: State Street Corp., Vanguard Group, Black Rock, FMR (Fidelity), Davis Selected, Massachusetts Financial Services, Capital Global Research Investidores , Dodge, Cox, Southeatern Ativos Mgmt.;
4.Morgan Stanley: State Street Corp., Vanguard Group, Black Rock, FMR (Fidelity), Mitsubishi UFJ, Franklin Resources, AXA, T. Rowe, Bank of NY Mellon e Jennison Associates
De facto, não é difícil observar como todos os bancos apresentem entre os principais accionistas os Quatro Grandes.

Segundo a Karpova, os Quatro Grandes também controlam as maiores multinacionais Anglo-Saxónicas, nomeadamente:
Alcoa;
Altria;
AIG;
AT & T;
Boeing;
Caterpillar;
Coca-Cola;
DuPont;
GM;
H-P;
Home Depot;
Honeywell;
Intel;
IBVM;
Johnson & Johnson;
McDonald;
Merck;
3M;
Pfizer;
United Technologies;
Verizon;
Wal-Mart;
Time Warner;
Walt Disney;
Viacom;
Rupert Murdoch's News;
CBS;
NBC Universal.



Na verdade, existem imprecisões.
A Karpova, por exemplo, esquece-se de como um só dos Quatro Grandes, a Black Rock, seja o principal accionista das seguintes empresas: Apple, ExxonMobil, Microsoft, General Electric, Chevron, Procter &Gambles, Shell e Nestlé.
Portanto, o quadro é incompleto.

A mesma jornalista analisou a Federal Reserve, gerida por um conjunto de 12 bancos, representados por um concelho de sete pessoas que pertencem ao Quatros Grandes.

Confuso? Não, parece bastante claro.
Todavia este é apenas o começo: a investigação da Karpova está muito longe de individuar o Verdadeiro Poder. O que consegue (e isso já é muito positivo) é individuar uma rede de poder que supervisiona o sector bancário mais do que o financeiro. Importante, sem dúvida, mas se o desejo for falar do Verdadeiro Poder, então é preciso cavar mais em profundidade, ir além do que está visível.

É isso que vamos fazer ao longo dos próximos capítulos.

Entretanto, para os mais curiosos, aconselho ler a série Os Nomes (partes primeira, segunda, terceira e quarta) na qual é possível encontrar os rostos das pessoas e das organizações que criaram e que ainda gerem o Poder.

São aqueles os nomes do Verdadeiro Poder? Em parte sim, em parte não. A série tinha a intenção de reunir os sujeitos que, de facto, dominam a Economia, a Finança, a Política, a sociedade no geral; a nova série tem o objectivo de individuar aquela dúzia de pessoas (ou famílias, grupos, etc.) que, no fim das contas, decidem.

Parece a mesma coisa, mas não é: para entender a diferença é preciso imaginar o nosso Sistema como uma série de pirâmides, nos topos das quais há o Verdadeiro Poder. Na série Os Nomes é possível encontrar os níveis mais elevados das pirâmides, os rostos de donos e também dos servidores mais importantes. Na série O Verdadeiro Poder o objectivo é só um: os donos e mais nada, o topo de cada uma das pirâmides.

Vai ser complicado.
E por isso ainda mais interessante.

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De Verdadeiro PODER: o ISGP a 19 de Novembro de 2015 às 17:14
oVerdadeiro Poder.

Comecemos a analisar um site muito importante: o The Institute for the Study of Globalization and Covert Politics ("Instituto para o Estudo da Globalização e das Políticas Encobertas", de seguida ISGP, tanto para encurtar).

O instituto é obra dum holandês, Joël van der Reijden, que passou os últimos 11 anos a estudar o poder, com resultados dignos de nota. Pessoalmente não concordo com todos os pontos de vista dele, mas com muitos sim e acho valer a pena seguir o seu trabalho, porque as conclusões são deveras interessantes.
Não se trata apenas de afirmações teóricas, mas duma incrível quantidade de dados recolhidos ao longo dos anos:
ligações entre as várias vertentes do Poder, nomes de empresas e de indivíduos. Exactamente aquilo que estamos à procurar.

Para começar, nada melhor de que uma lista... negativa. Isso é: iniciamos a limpar a mesa, excluímos teorias que não fazem sentido, a tralha, para que seja possível focar a nossa atenção nas coisas verdadeiramente importantes.

Em que não acreditar

Para entender quem comanda no Mundo, esqueçam (e aqui limito-me a traduzir de forma literal a lista do ISGP):
•Que o Homem nunca tenha ido até a Lua.
•Os Illuminati e as teorias ligadas aos Templários
•A Nova Ordem Mundial (NWO)
•Que a Maçonaria tenha um qualquer significado político nos dias de hoje.
•Nibiru ou Planeta X.
•Os Anunnakis e os Reptilianos.
•Os rastos químicos (Chemtrails).
•O Triângulo das Bermudas e o Triângulo do Diabo.
•A nave alienígena em Roswell.
•Os híbridos humanos-alienígenas, as star children,, o Majestic 12, a Área 51, Bentwaters a base de Dulce e os outros acidentes UFO.
•Atlântida (uma história inventada pelos sacerdotes egípcios e revivida pelo culto de Cayce) e Mu.
•A existência de uma antiga civilização em grande escala antes de 3500 a.C.
•Que a Grande Pirâmide e a Esfinge sejam mais antigos do ano de 2.600 a.C. (aproximadamente)
•Que quaisquer grande ruína da América do Sul seja mais antiga do ano de 2.000 a.C.
•Que os banqueiros como os Rothschilds e os Rockefellers governem o mundo sozinhos.
•A negação do Holocausto: isso é tão proeminente na comunidade da conspiração por causa da Liberty Lobby e o seu legado: o Spotlight, o Institute for Historical Review e o American Free Press. Ignora as muitas discussões sobre o campo de concentração de Auschwitz. Em vez disso, leiam sobre Babi Yar e os campos de extermínio dos nazis na Europa Oriental e Ustasa.
•O Grupo dos 300 de John Coleman.
•Hologramas ou teorias de controle remoto acerca do 9/11, que nenhum avião tenha atingido o Pentágono. Apenas se concentre na demolição do WTC (para os iniciantes: o aço fundido e temperaturas de 2.800 F simplesmente não foram explicadas por ninguém), o envolvimento saudita com os sequestradores e terroristas em geral, [...].
•Alto nível de conspirações satânicas
•Milhares de crianças, ou até mais, que desaparecem de forma definitiva todos os anos em redes de maníacos.
• As histórias de Cathy O'Brien e David Icke acerca da Rainha Mãe.
• Tudo o que sai da boca de Ted Gunderson.
• Em outras palavras, o tipo de coisas que dominam completamente internet e livros "alternativos" e foram transmitidas durante anos pelas enormes Art Bell / Coast to Coast AM.
Wow, começamos bem...

Pessoalmente gosto muito desta atitude: já falámos aqui no blog das toneladas de autêntico lixo que circulam na internet e que têm apenas dois objectivos:
1.distrair as pessoas
2.enriquecer alguns autores.
E mais nada.
Todavia não concordo num ponto. Na apresentação desta lista, o ISGP afirma o seguinte:

Depois de estudar sistematicamente as questões da conspiração durante 15.000 horas, acho que os seguintes sejam disparates absolutos

Não. Alguns são disparates absolutos, não há dúvida. Outros não. O importante é não misturar as coisas, isso é: não tentar chegar ao Verdadeiro Poder através de assuntos que comparem na citada lista.

Um exemplo:
os UFO. O ISGP corta tudo, afirmando que nunca houve acidentes UFO. Eu prefiro manter a porta aberta perante esta eventualidade.
O que interessa é não tentar explicar o Verdadeiro Poder com os UFO. Porque, sim, na internet encontramos isso também: os EUA estariam na posse de tecnologia alienígena, capaz de fazer coisas espantosas. Segundo alguns ...
...
Em que acreditar


De Verdadeiro PODER: a acreditar... a 19 de Novembro de 2015 às 17:18
...
...
Em que acreditar

Vice-versa: quais teorias conspiratórias podem ser interessantes?

O ISGP tem a sua pequena lista também, que é a seguinte:

•Os assassinatos de JFK e RFK (John Fiztgerald Kennedy e o irmão Robert)
•9/11/2001 atentado às Torres Gémeas, NY
•Operação Gladio/Stay Behind
•O tráfico das drogas que envolvem a CIA.
•O apoio dos EUA aos líderes dos esquadrões da morte, especialmente na América Latina.
•O FBI de Hoover que negava a existência duma coisa chamada "máfia", até ser forçado a admiti-lo por Robert Kennedy, enquanto a CIA recrutava os mafiosos para ajudar a derrubar Fidel Castro.
•A colaboração de Chamberlain, bancos e multinacionais com os regimes fascistas antes da Segunda Guerra Mundial, tendo como fim a destruição de todas as formas de comunismo e de socialismo.
•A fraude eleitoral em várias eleições nos Estados Unidos, mais notavelmente nos casos Bush 2000 e 2004.
•Aparente rede pedófila de topo com potencial abusos rituais.
•As bombas nos apartamentos russos em 1999.
•O controle dos serviços de segurança sobre os media alternativos.
•A realidade do fenómeno UFO e a existência de mais do que a física, em ambos os casos sem que ninguém conheça os detalhes.

Não há muito para acrescentar, a não ser:
•acerca do 9/11 quanto afirmado antes.
•a rede pedófila existe (e não apenas nos EUA), pode ter algumas ligações de topo com o Verdadeiro Poder mas não está ligada ao Satanismo.
•mais uma vez: a ufología e os fenómenos hoje inexplicáveis nada têm a ver com a pesquisa acerca do Poder.

E esta é só a primeira parte acerca do The Institute for the Study of Globalization and Covert Politics.

Doutro lado, é preciso entender quem é este ISGP:
na internet há tudo e mais alguma coisa, encontrar uma fonte fidedigna é tarefa nada simples; o ISGP não tem um site particularmente cativante, mas não vende nada. E o conteúdo pode ser muito interessante.

Amanhã vamos ver.
Sempre neste mesmo canal.

Ipse dixit.

Relacionados:
O Verdadeiro Poder - Parte I
O Verdadeiro Poder - Parte II
O Verdadeiro Poder - Parte III
O Verdadeiro Poder - Parte IV
O Verdadeiro Poder - Parte V
Fonte: The Institute for the Study of Globalization and Covert Politics
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De Verdadeiro PODER III. a 19 de Novembro de 2015 às 17:21
O Verdadeiro Poder - Parte III

Não é simples resumir tudo o que se encontra nas páginas do ISGP: é muito material. Doutro lado, como já afirmado, o site é o fruto de muitos anos de trabalho. Todavia é possível tentar uma síntese (que, como tal, pode esquecer alguns aspectos "secundários").

A ideia de base do ISGP é que a História tal como é contada nos livros escolares seja apenas a superfície de algo bem mais complexo. Não é difícil concordar com esta teoria:
sabemos que a História é escrita pelos vencedores, os quais tenderão sempre a exaltar alguns aspectos enquanto ocultam outros.

Além disso, manipular a História pode servir também para adaptar o presente e preparar o futuro.
Na Europa, por exemplo, é agitado o espectro de Hitler cada vez que a União Europeia for questionada:
uma Europa não unida pode deixar espaços para "loucos" com tendências hegemónicas, o que significaria o regresso da guerra entre Países irmãos.
Poucos gostam de explicar que quem tinha financiado Hitler e o movimento dele eram as mesmas forças "democráticas" hoje ocupadas a invadir outros Países por interesses meramente particulares (Afeganistão, Iraque, etc.).
Só um observador atento (mas nem muito) pode entender que o mesmo processo pode ser encontrado também hoje, num País europeu como a Ucrânia, onde um grupo de oligarcas fascistas recebe o apoio de Washington.

O "sistema" criado com paciência durante os últimos 200 anos está à beira de entrar na reforma: ainda antes da queda do Muro de Berlim, uma série de acontecimentos mostraram que o tempo das grandes ideologias tinha chegado ao fim, substituído por uma série de think tank nos quais eram (e ainda são, em parte) formadas as directrizes ao longo das quais a sociedade teria seguido o seu caminho.

Dalguns destes think tank pode ser encontrado o rasto também neste blog, doutros nem por isso porque há casos nos quais a fronteira entre uma "oficina de ideias" e um "grupo de interesse privado" é muito subtil, quase impercetível; na maior parte das vezes, think tank e grupos de interesse particulares são perfeitamente sobreponíveis. Isso pode tornar muito complicado distinguir o "quem é quem" e quais as respectivas finalidades.

O trabalho do ISGP individua quatro instituições de base presentes na actual sociedade, nomeadamente:
•a instituição Liberal
•a instituição Conservadora
•a rede Vaticana e Paneuropeia
•a instituição sionista
Esta é apenas uma primeira divisão e não pode ser vista como "estanque": um sionista bem pode ser liberal, um conservador pode apoiar a rede do Vaticano, etc. Mas tanto para ter uma ideia para onde começar, esta subdivisão presta. Vamos observa-la com mais atenção.


A instituição Liberal

Está centrado em volta do poder bancário internacional, do comércio e da diplomacia. Também está inteiramente comprometida com o processo de globalização em todos os sentidos possíveis e tem ao seu dispor centenas de ONGs (organizações em fins lucrativos). Entre os membros "liberalistas", três merecem destaque: Carnegie, Rockefeller e Ford. Mais adiante teremos oportunidade de conhece-los melhor.

Geograficamente podem ser individuados tanto na Costa Leste como na Oeste dos Estados Unidos, na área não-católica da Europa, e tem elementos semelhantes na Ásia. O núcleo principal nos EUA é constituído pelos seguintes indivíduos e grupos:
•David Rockefeller e o seu círculo, como Maurice Greenberg, Peter Peterson, John Whitehead, Warren Buffet, e Paul Volcker.
•O grupo de Henry Kissinger, que sempre esteve conectado à CIA e a qualquer projecto neoconservador.
•Grupo de George Shultz / Bechtel / Bohemian Grove (na Costa Oeste).
•A família Rothschilds na Inglaterra e na França
Outras figuras importantes são Lord Roll, Lord Carrington, Etienne Davignon ou Pehr Gyllenhammar. A maioria dos homens mencionados aqui já pertenceram à anglo-americana Pilgrims Society ou ao Grupo 1001.

Stop, é altura de parar.
Temos aqui uma série de nomes, de indivíduos, de grupos: mas quem são estes? Qual o papel deles na nossa sociedade? Quantos são conhecidos? Por exemplo: quantos entre os Leitores ouviram falar do 1001 Club? Afinal, uma mera lista de nomes diz e não diz. Aliás: diz pouco.

Portanto, antes de continuar, é preciso conhecer melhor estas pessoas


De --Quem é quem ... a 23 de Novembro de 2015 às 09:36
...
...Portanto, antes de continuar, é preciso conhecer melhor estas pessoas, enquadra-la no contexto do Verdadeiro Poder, sempre lembrando de que estamos a falar apenas e unicamente das instituições Liberais (pelo que, o sagaz Leitor já intuiu que esta série não vai ser concluída tão depressa...).

------Quem é quem

--David Rockefeller é um banqueiro, herdeiro do império construído pelo avô John Davison
Rockefeller Sr. (1839 – 1937) com a fundação da petrolífera Standard Oil (em 1878). A marca vai muito além do petróleo. E, de facto, ainda hoje existe, com outros nomes: Chevron, Exxon Mobile e BP são apenas os mais conhecidos, mas o império é enorme e é difícil encontrar uma área onde a família Rockefeller não esteja presente.

O que interessa aqui é medir o real poder de David Rockefeller no âmbito da nossa sociedade. Rockefeller conheceu todos os principais actores mundiais desde o final da Segunda Guerra Mundial até hoje e não há Presidente dos EUA que possa ter ignorado os seus "aconselhamentos". É, de facto, uma figura incontornável para entender os acontecimentos dos últimos 60 anos.

-- Membro do círculo de Rockefeller é Maurice Raymond "Hank" Greenberg, homem de negócio e dono do American International Group (AIG), hoje falida (crise de 2008) mas que chegou a ser a 18º maior empresa publica do mundo e a maior multinacional no campo dos seguros (88 milhões de clientes em 130 Países). Faz parte do Council on Foreing Relations e da Comissão Trilateral de Rockefeller. Já foi conselheiro económico da cidade de Pequim (China) e conselheiro económico do International Business Leader's Advisory Council de Shangai (China). Ainda é membro do concelho da Escola Económica de Tsinghua (China), da International Advisory Council of the China Development Research Foundation (China) e do Banco de Desenvolvimento da China (China que, lembramos, é parte dos BRICS, tanto para dizer...).

Entre os outros pormenores, foi director da Federal Reserve (mais sobre a FED: parte 1, 2, 3 e 4) de New York e é amigo pessoal de Henry Kissinger.

--Homem de negócio Peter George "Pete" Peterson entrou no grupo de Rockefeller e conquistou posições políticas com a Administração Nixon (foi Secretário para o Comércio). Mais tarde entrou na Lehman Brothers como presidente e administrador. Em 1985 fundou o Grupo Blackstone (do qual foi presidente até 2008) e foi conselheiro em numerosas sociedades (algumas delas: 3M, Black & Decker, The Continental Group, Federated Department Stores, General Foods, Radio Corporation of America e Sony. Em 2000 foi eleito presidente da Federal Reserve de New York.

--John Cunningham Whitehead, que morreu no começo deste ano, foi político e banqueiro.
Vice-Secretário de Estado com Ronald Reagan (1985-1989), foi também presidente do Conselho de Administração da Federal Reserve de New York e director da Bolsa de New York. A sua ligação com a família Rockefeller era muito sólida e abrangia interesses económicos (investimentos, Asia Society) e "filantrópicos" (Rockefeller University, Lincoln Center).
Era membro do Grupo Bilderberg.

--Warren Buffett. é um empreendedor e economista que ja´foi o homem mais rico do planeta: em 2015, com uma fortuna de 72.7 biliões de Dólares, é apenas o terceiro mais rico, após Bill Gates e o mexicano Carlos Slim Helú. Os seus investimentos (e participações) abrangem de tudo um pouco: Coca Cola, Gillette, McDonald's, Kirby Company e Walt Disney, só para fazer alguns nomes. Mas alista é ampla e ocupa uma inteira página de Wikipedia.

Com sua empresa Berkshire Hathaway é o maior companhia de resseguros (resseguro: operação na qual um segurador transfere a outro, total ou parcialmente, um risco assumido através da emissão de uma apólice ou um conjunto delas) do planeta, logo após a suíça Swiss Re e a alemã Munich Re. Muito importante a posição de Buffet no sector da multimedialidade, sobretudo diários (Washington Post, Newsweek) e televisão (ABC, Eurosport, ESPN, etc.).

-- Paul Volcker é um economista.
Já foi Presidente da Federal Reserve durante as Administrações de Carter e Reagan (1979-1987). Foi presidente da Comissão Trilateral e, entre 2009 e 2011) presidente do comité de consultoria Economic Recovery Advisory Board (hoje President's Council on Jobs and Competitiveness),...


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