5 comentários:
De Ai q. Medo !! obedeçam ... !! a 13 de Outubro de 2015 às 14:28
Ai q. Medo !!
------------------- (através dos mídia, as forças de direita/ neoliberais, e a alta finança, ameaçam-nos para condicionar a democracia, os votantes, os dirigentes partidários, as medidas e políticas... ) ------------

Vêm aí os mercados !
(e as agências de rating, e os bancos/bangsters, e a troika, e Bruxelas, ... )

( por josé simões, 15/10/2015, DerTerrorist)


A bisca foi primeiramente lançada no sábado passado pelo José que tem um Programa de Governo, na televisão do militante n.º 1, num programa onde ficámos também a saber que o José também tem um Programa de Revisão Constitucional,
adiante, no seguimento do princípio defendido por Cavaco Silva em 2011, e que chegou a fazer escola, de que devíamos todos falar muito baixinho para não acordar os mercados.
Hoje, o blog da direita com swag, estica-se e já fala em enviados especiais da City a Lisboa e tudo.
Não se via nada assim desde que Wellesley veio dar caça a Junot.
Mais subtil, a televisão do militante n.º 1 mete em gordas os «Juros da dívida de Portugal a subir a dois, cinco e dez anos» e em miudinhas «alinhados com os da Grécia, Itália e Espanha»,
para já, três dos países vítimas colaterais da hipotética maioria de esquerda em Portugal e da irresponsabilidade de António Costa,
vulgo o regresso dos comunistas ao Governo de onde haviam sido arredados nos idos do camarada Vasco, agora mais raivosos que nunca em busca de uma revanche há 40 anos recalcada.

Vale tudo.
(para esta direita neoliberal, de incompetentes, desgovernantes, burlões, mentirosos, propagandistas e manipuladores, ...)


De + Austeridade e Não Democracia ?! a 14 de Outubro de 2015 às 16:48
6/10/2015, http://opaisdoburro.blogspot.pt/

Foi você que votou no arco da austeridade para todo o sempre?


Bruxelas quer projecto de Orçamento do Estado para 2016 até dia 15. Bruxelas sabe que as eleições foram há dois dias e, como tal, Portugal ainda não tem Governo.
Mas Bruxelas também sabe o que PSD, PS e CDS andaram a esconder durante toda a campanha.
Bruxelas sabe que nas mãos dos três do memorando Portugal é um protectorado.
Que o documento há-de aparecer, seja ele qual for. E que depois Bruxelas há-de mandar outro de volta.

Aquele que os três capatazes, incluindo aquele que andou a dizer que o chumbaria, farão o favor de aprovar por unanimidade e aclamação.
O Conselho das Finanças Públicas guardou para hoje a boa notícia: “Meta do défice implica correcção mais acentuada das contas públicas”.
Isto há dois dias significava que Portugal estava no bom caminho, que finalmente os salários poderiam ser repostos, os impostos reduzidos e a sobretaxa devolvida pelo menos parcialmente.
Mas isso foi há dois dias.
E Bruxelas sabe que a campanha eleitoral já acabou. Ai aguentam, aguentam.

Vagamente relacionado:
«A partir de um relatório da União Europeia que coloca Portugal no grupo de países com “margem para subir impostos”
– “desta vez não foi a Maria Luís Albuquerque que se descoseu, foi a Comissão Europeia” -, a porta-voz nacional do Bloco de Esquerda dirigiu uma pergunta a PSD e CDS. Uma questão a que aqueles dois partidos “têm de responder antes das eleições”, exigiu Catarina Martins:

“Quais são os impostos que andaram a negociar com Bruxelas?
Mostrem-nos a conta”.»
(29.09.2015)
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Uma dose semanal de DESINFORMAÇÃO, na rádio Pública (: "O fio da meada" da Direita)
...
... sobre os milhões que cada partido irá receber função da votação obtida nas eleições de Domingo passado. Ainda mais aplausos e toda a razão deste mundo e do outro para o Rui Ramos que, montado em tanto entusiasmo, usou o seu tempo de antena para
propor que cada partido sobreviva apenas com os donativos dos seus militantes e simpatizantes, isto é, aplicar à nossa democracia o modelo de financiamento da publicação online que lhe paga as contas lá de casa.

Poupar com a democracia. Uma democracia de mercado.
Que maravilha seria se um Belmiro, um Amorim, um Salgado e uma Isabel dos Santos, juntos ou separados, pudessem, agora a coberto da
lei que actualmente apenas o permite pela porta do cavalo ou pela dança de ex-governantes nas administrações das suas empresas,
comprar uns quantos partidos, financiar as suas campanhas com milhões e pô-los a disputar eleições com partidos financiados com os tostões do cidadão que vive do seu trabalho.

Seria a forma de rentabilizar ainda melhor os investimentos na comunicação social que já detêm.
Ganhar eleições seria ainda mais fácil. Controlar o poder político também.
Quem sabe, talvez se pudesse arranjar qualquer coisita para o Rui Ramos.
O rapaz bem se tem esfalfado pela causa das desforras ao 25 de Abril.


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