7 comentários:
De Henrique Neto: visão para Portugal a 11 de Dezembro de 2015 às 12:42

O léxico dos candidatos (2): Henrique Neto
(por Pedro Correia, em 11.12.15, Delito de opinião)

ABORDAGEM

«Às forças políticas exige-se hoje uma nova abordagem da realidade nacional e internacional, mais inovadora e mais responsável.»

CAPAZ

«Não deixarei de lembrar a cada cidadão nacional, no País e no estrangeiro, que enquanto não fizer pelo seu país a parte que lhe cabe nunca saberemos do que Portugal é verdadeiramente capaz.»

CONFIANÇA

«Apesar da actual e difícil situação nacional e internacional, tenho confiança nos portugueses e nas qualidades históricas de que somos portadores.»

ENVOLVER

«É necessário envolver de forma mobilizadora os cidadãos e as instituições democráticas, o que é particularmente importante numa crise depressiva como a actual.»

ERROS

«A actual situação do País, uma das mais graves da sua história, deve-se a um conjunto de factores e dinâmicas internas e externas, mas em primeiro lugar aos erros duma má gestão política.»

EXEMPLO

«Para vencer a crise política e de valores que nos esmaga acredito na pedagogia do exemplo.»

INCIDÊNCIAS

«O País não pode continuar a girar à volta das incidências da política partidária ou das ambições particulares de algumas individualidades políticas.»

ILUSÃO

«Qualquer ideia de pequenos passos de mudança no funcionamento do nosso sistema político constitui uma ilusão que apenas serve para manter o essencial.»

LIMITE

«Se os portugueses me derem a sua confiança, utilizarei até ao limite os poderes constitucionais e promoverei as mudanças necessárias no funcionamento de uma democracia responsável e amplamente participada.»

MUDANÇA

«Com a legitimidade recebida dos portugueses pautarei a minha intervenção política por uma agenda de mudança, que apresentarei em pormenor ao longo da campanha, mas que os portugueses já conhecem das minhas intervenções públicas passadas.»

NENHUM

«Não serei parceiro nem oposição de nenhum governo.»

NOVA

«Aos cidadãos pede-se uma atitude mais exigente e não complacente relativamente ao jogo dos interesses ilegítimos, libertando a sociedade e a economia da promiscuidade entre a política e os negócios, através da transparência e do exercício dum escrutínio atento e activo. É neste quadro que falo de uma nova República.»

TRANSFORMAR

«Em dez anos é possível transformar profundamente Portugal num país de progresso, economicamente viável, orgulhoso do seu trajecto histórico e respeitado no plano internacional.»

UNIDADE

«É necessária a unidade na acção de todos os portugueses, o que não significa esquecer o passado recente e os seus responsáveis.»

---Do manifesto : A minha visão para Portugal, de Henrique Neto ( http://www.henriquenetopresidente2016.pt/visao )


De 'prof.martelo': Falso génio,Media,Direit a 24 de Outubro de 2015 às 12:33
(Manifesto 74 ) :

O Falso Génio

É já quase um lugar-comum o facto de não haver pé de igualdade entre candidatos e candidaturas aos principais órgãos políticos do país.
Sabemos muito bem que a formação da opinião pública, e consequentemente do voto, ainda depende – e muito – do que é veiculado e "como" é veiculado pelos órgãos de comunicação social.

A direita, melhor do que ninguém, sabe que assim é, e não tenhamos dúvidas de que, nos dias que correm, tão importante como escolher deputados e ministros é escolher e mover influências para ter determinados comentadores “a entrar” todos os dias nas casas dos portugueses.
Faz parte da estratégia que vai enganando e “controlando” muito boa gente neste país.
Faz parte das razões que trouxeram o país para o pântano em que se encontra metido.

À custa daquele que será o maior tempo de antena da história, muitos dos que votaram no “falso génio da economia”, ameaçam agora votar no “falso génio da política”.

Vejamos com atenção o caso de Marcelo Rebelo de Sousa e da sua candidatura à presidência da república.
Quem estiver minimamente atento ao que Marcelo diz pela boca fora, e se se propuser olhar em retrospectiva, com algum afinco, para a errância da sua trajectória política, constatará que a imagem real de Rebelo de Sousa está longe, muito longe, de corresponder ao que se foi “cultivando” ao longo dos últimos anos.
A oratória arranjada e a fluência de discurso são a aparência; a prática político-partidária é a substância.
Que diferença existe entre uma e outra? A oratória é um mérito; a prática política o espelho da inabilidade.

Marcelo é um gigantesco falso-génio, um mestre do verbo de encher, um construtor de nada e coisa nenhuma, que nunca fez nada digno de memória, que nunca demonstrou capacidade para liderar o que quer que fosse.
Marcelo é um político de fraca estopa, um burguês medrado nas “boas famílias” do antigo regime, um ultra-conservador que a comunicação social tratou de promover durante anos a fio… e apenas isso.

À custa daquele que será o maior tempo de antena da história, à custa desse longo reinado de pavoneio em horário nobre dos principais canais, muitos dos que votaram na 'cavacalidade' do “falso génio da economia”, ameaçam agora votar no “falso génio da política”.
E falso por falso, laranja por laranja, conservador por conservador, capitalista por capitalista, que venha o povo e escolha, e escolha diferente, porque até aqui o diabo já se encarregou de o fazer.


( divulgue para contrapor à campanha que foi lançada pelos media)


De Servo de Salazar e 'artista' PSD + media a 24 de Outubro de 2015 às 12:47
o devedor da Nação

"O HUMILDE SERVO DE SALAZAR"

... para conhecer melhor aquele que "pretende ser o futuro Presidente da República".
«
Senhor Presidente do Conselho,

Excelência

Venho agradecer a Vossa Excelência a amabilidade que teve para comigo ao enviar-me, por intermédio da Senhora D. Jenny, alguns livros de Vossa autoria e por Vossa Excelência rubricados.
Eu, como simples aluno do primeiro ano liceal, acho que é demasiado valiosa para mim a oferta de Vossa Excelência, pois o dever do aluno e filido [sic] da M.P. é tentar melhorar-se e educar-se a si próprio por sucessivas victórias da vontade.
E para certificar a afirmação feita bastam os versos de Fernando Pessoa:
“Deus quer, o homem sonha, a obra nasce”.
E Senhor Presidente, para terminar esta pequena e modesta carta, desejo a Vossa Excelência muitos anos de vida, para bem da Nação Portuguesa e de
todos nós.
Com o mais profundo respeito e a mais sentida gratidão, subscreve-se o vosso humilde servo,

Marcelo Nuno Duarte Rebelo de Sousa

Lisboa, 7 de Abril de 1960
»
[Fonte: Torre do Tombo – Arquivo Sala

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OBSERVAÇÃO: No mail anterior e para contra-ponto do atrás descrito, por lapso não é referido o seguinte episódio:

O Sr. MARCELO REBELO DE SOUSA,

AQUANDO DA SUA VISITA, CUIDADOSAMENTE ACOMPANHADO PELAS CÂMARAS DA TVI, À FESTA DO AVANTE, EM AMENA CAVAQUEIRA COM UM PRESUMÍVEL MILITANTE COMUNISTA, REFERIU O SEGUINTE:

A CONSTITUIÇÃO NÃO ME PERMITE OUTRA FILIAÇÃO, POR SER MILITANTE DO PSD. SE O PERMITISSE, TAMBÉM SERIA MILITANTE DO PCP...

IMAGINEM AO QUE SE CHEGA PARA SE SER POPULISTA!!!...

Palavras para quê? É um artista e bem português!...

ESTE PALHAÇO ESTÁ NAS TELEVISÕES A FAZER PROPAGANDA A FAVOR DO PPD/PSD HÁ TRINTA ANOS!
É UM OPORTUNISTA E UM ALDRABÃO!

NÃO SE DEIXEM ILUDIR PELA PROPAGANDA DIREITISTA DO PPD/PSD
E COMUNICAÇÃO SOCIAL AO SEU SERVIÇO, A FAVOR DESTE ARTISTA NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS,COMO ESTÁ A ACONTECER.

NÃO VÃO ATRÁS DA PROPAGANDA, ABRAM OS OLHOS, VOTEM POR UM CANDIDATO NÃO COMPROMETIDO COM PARTIDOS POLÍTICOS
PARA NÃO TERMOS UM PRESIDENTE COMO UMA ESPÉCIE DE CAVACO II,
OU SEJA, MAIS UM SALAZARISTA, COMO SEMPRE FORAM UM E OUTRO!!!

NÃO FIQUEM EM CASA;
VOTEM TODOS POR UM CANDIDATO SÉRIO, HONESTO E DESCOMPROMETIDO!!!


De 11 Março 1975 e Marcelo, P.R.... a 14 de Março de 2016 às 10:59
«Olá, Marcelo. Onde é que estava no 11 de Março de 1975?»

Esta era a pergunta que gostava de fazer hoje ao novo presidente da República, só para ver se respondia que estava cheio de «afectos» (ninguém estava…) ou «com todos os portugueses» (o que teria sido uma verdadeira solução para a quadratura de um complicado circulo). Responderia, muito provavelmente, que se encontrava no Expresso a escrever notícias – a resposta sempre pronta que tem para perguntas sobre tempos mais ou menos incómodos.

Eu sei muito bem por onde andei: primeiro no meu local de trabalho, desde o almoço nas imediações do Ralis a tentar ver em que paravam as modas, durante o resto do dia em concentrações, por ruas de Lisboa, convocadas nem sei como, e que desembocaram ali para os lados das Janelas Verdes e da Infante Santo. Mas recordo sobretudo o dia seguinte e uma Assembleia Geral de Trabalhadores da empresa em que então estava – a IBM –, numa sala absolutamente à cunha, com mais de 400 pessoas, na qual foi aprovado, quase por unanimidade, um texto que talvez pareça hoje saído de uma série de ficção:

Moção

As forças dos monopólios e dos latifundiários lançaram mais um ataque contra o processo revolucionário iniciado no 25 de Abril.

Aproveitando-se da impunidade com que actuaram no 28 de Setembro, da presença entre nós de agitadores internacionais ao serviço dos potentados económicos, tentaram mais uma vez fazer regressar o fascismo com todo o seu cortejo de crimes de exploração e opressão.

Mais uma vez os trabalhadores se ergueram aos milhares, com os seus sindicatos e com os partidos verdadeiramente democráticos e defenderam, na rua, a liberdade de levar a Revolução até às últimas consequências.

Os trabalhadores da IBM, pondo-se ao lado da massa dos trabalhadores portugueses, exigem:

1 – Castigo exemplar para os contra-revolucionários.

2 – Expulsão dos agitadores estrangeiros que tentam levar o nosso país para a guerra civil.

3 – Aplicação imediata de medidas económicas e sociais que, retirando aos monopólios e latifundiários o poder de que ainda efectivamente dispõem, tornem realmente irreversível o processo revolucionário.

4 – Proibição de todos os partidos que efectivamente estão do lado da reacção.

O que se seguiu em Portugal é conhecido:

11 de Março marca o início do PREC, que viria a durar oito meses e meio – até ao 25 de Novembro. Quem já era adulto lembra-se certamente dos ambientes absolutamente alucinantes, sobretudo a partir de 14 de Março quando foi criado o Conselho da Revolução e se deu a nacionalização da Banca e da maior parte das companhias de Seguros. E não se julgue que foi só a chamada extrema esquerda a aplaudir essas medidas:




«As nacionalizações são saudadas à esquerda e não são contrariadas à direita. O PPD apoiou-as, embora prevenindo que "substituir um capitalismo liberal por um capitalismo de Estado não resolve as contradições com que se debate hoje a sociedade portuguesa".




Mário Soares mostrou-se eufórico, considerando tratar-se de "um dia histórico, em que o capitalismo se afundou". Disse num comício que "a nacionalização da banca, que por sua vez detém (…) a maior parte das acções das empresas portuguesas e, ao mesmo tempo, a fuga e prisão dos chefes das nove grandes famílias que dominavam Portugal, indicam de uma maneira muito clara que se está a caminho de se criar uma sociedade nova em Portugal".» (Adelino Gomes e José Pedro Castanheira, Os dias loucos do PREC, p. 28.)

Quem quiser conhecer ou recordar os acontecimentos do dia 11 tem à disposição três vídeos:

https://www.youtube.com/watch?v=7v25jKR83x4&feature=youtu.be

https://www.youtube.com/watch?v=ONFjy61XvlY&feature=youtu.be

http://entreasbrumasdamemoria.blogspot.pt/2016/03/ola-marcelo-onde-e-que-estava-no-11-de.html


De Zé das Esquinas, o lisboeta a 22 de Outubro de 2015 às 11:20
Como disse o outro:
- São muitos os candidatos mas existe a grande alegria de nenhum deles se chamar Cavaco Silva...Apenas julgo vir a discordar da mudança dos cortinado cor de caca dado tudo indicar ao momento que será eleito outro merdas para o lugar.


De .PR decorativo e custoso. a 22 de Outubro de 2015 às 09:37

Cavaco é "inútil e traidor"

A deputada socialista Isabel Moreira publicou um texto no Facebook, através do qual classifica o Presidente da República com um role de atributos, no mínimo, pouco simpáticos. Para a constitucionalista, o chefe de Estado “é nada”.

POLÍTICA ISABEL MOREIRA - 23/10/13 por NOTÍCIAS AO MINUTO

“É este nada, zero, inútil, traidor, autocentrado, calculista, contraditório, que é formalmente, Presidente da República”. Assim pode ler-se num texto publicado ontem pela deputada do PS, Isabel Moreira, no Facebook.

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A constitucionalista reagia desta forma às declarações de Cavaco Silva no passado fim-de-semana, que deram a entender que o chefe de Estado descarta a remissão do Orçamento do Estado para o Tribunal Constitucional para efeitos de fiscalização preventiva.

O chefe de Estado, recorde-se, afirmou que “os custos da não entrada em vigor” do diploma a 1 de Janeiro podem ser “muito, muito muito maiores” do que a certificação da constitucionalidade de determinadas normas.

Já em declarações ao jornal i, a parlamentar justificou as palavras que dirigiu ao Presidente da República à luz do facto de este estar “a trair o juramento que fez de defender a Constituição”.

“Quando o Presidente, sentado ao lado do primeiro-ministro, dá a entender que o Orçamento pode ter inconstitucionalidades mas vai promulgá-lo, o que está a dizer é: ‘Juro defender o Orçamento do Estado apesar das inconstitucionalidades”.

Como tal, conclui Isabel Moreira, Cavaco “é um Presidente decorativo”., Feio e Caro !!


De Marisa M.: uma por todos. a 10 de Novembro de 2015 às 11:39
Marisa: “Candidato-me em nome da esperança de um país novo e justo”

Marisa Matias apresentou, esta tarde, a sua candidatura à Presidência da República, e sublinhou a importância de uma mudança política em Belém, que não exclua nem se coloque ao serviço das minorias privilegiadas de sempre. Publicamos a declaração de Marisa na íntegra. #umaportodos, #marisa2016

7/11/2015
"Precisamos de uma Presidente de todos os portugueses e não de todos os mercados”

Foi no Teatro Thalia, em Lisboa, que Marisa Matias assumiu querer ser uma " Presidente da República tão política quanto a Constituição o é na sua opção política de fundo, que não é de modo algum neutra em relação às questões essenciais", candidatando-se em nome de uma forma diferente de fazer política.

“Uma Presidente que ajude a meter a austeridade na gaveta, mas que tire da gaveta a Constituição”, frisou Marisa Matias.

Num discurso onde fez duras críticas a um Presidente indiferente ao que estão a sofrer os reformados, os trabalhadores e os desempregados, ao que está a acontecer com o ensino público ou o serviço nacional de saúde, Marisa Matias disse que era preciso garantir que temos na Presidência da República alguém que não dê cobertura aos ataques contra o país e contra a democracia.

A eurodeputada disse ainda conhecer bem o processo de transformação da União Europeia, por ter confrontado os seus protagonistas e saber para onde nos querem levar, caminho esse que não irá seguir. "A alternativa que eu represento não está refém de qualquer cumplicidade com o mundo dos negócios duvidosos que têm destruído o país", destacou.

“Serei uma Presidente da República que não irá pactuar com a humilhação do país, porque isso é negar uma das competências mais fundamentais que é de ser o garante da independência nacional”, sublinhou Marisa Matias, salientando que “num mundo cheio de injustiça e de guerras, comigo ninguém duvida que Portugal estará sempre, sempre ao lado da justiça e da paz”.

Antes da intervenção de Marisa Matias, Tatiana Moura apresentou a candidata recordando os tempos de faculdade e de investigação, que fizeram em conjunto, e destacou o percurso de Marisa como eurodeputada. Tatiana Moura salientou ainda que “a mudança tem de passar urgentemente pela humanização da política” e afirmou: “A Marisa é a Presidente da República que Portugal merece”. Ricardo Moreira, diretor de campanha, apontou a importância de não “deixar fechar” a “porta de esperança" que foi aberta, realçando o significado do voto e a necessidade de que ele “volte a contar”.-----------------------------
Declaração de Marisa Matias

Candidata às Eleições Presidenciais de 2016
I.
Vivemos tempos exaltantes. São tempos de uma esperança muito refrescante. Esperança num país solidário, num país desenvolvido, num país soberano. Esperança num Portugal de que nos possamos orgulhar. Um país que trate bem as pessoas, os cidadãos e as cidadãs, os trabalhadores e as trabalhadoras, com respeito, com decência e com dignidade: numa palavra, que os trate como gente, gente que merece muito melhor do que o que tem tido.

A democracia está a passar por aqui. Ela chama por todos nós, e chamou também por mim. E aqui estou: serei candidata à presidência da República. O nosso lema – UMA POR TODOS – diz-nos da esperança de levarmos até Belém uma política que não exclua

Agora, a democracia está a passar por aqui. Ela chama por todos nós, e chamou também por mim. E aqui estou: serei candidata à presidência da República. O nosso lema – UMA POR TODOS – diz-nos da esperança de levarmos até Belém uma política que não exclua, uma política que não se coloque ao serviço das minorias privilegiadas de sempre.

A direita anda desesperada como nunca a tínhamos visto, os grandes interesses consideram-se em risco e, em conjunto têm um projecto: onde cresce a esperança, espalham o medo; onde se forma a união, semeiam a chantagem; onde há sinais de mudança, tentam manter o status quo.

Querem fazer das presidenciais uma segunda volta das legislativas, querem uma desforra, querem vingança.

Perdida a maioria absoluta no parlamento, pretendem, pelo menos, manter o poder em Belém para, a partir daí, bloquearem qualquer processo de transformação.
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http://www.esquerda.net/artigo/marisa-candidato-me-em-nome-da-esperanca-de...


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