De 'sentido de estado' ridículo e ... a 22 de Junho de 2015 às 12:51
Serviço público
Era algum jornalista, até podia ser mesmo um estagiário e vinha a propósito, ir perguntar ao homenzinho responsável e cheio de "sentido de Estado" e ex-sindicalista não menos responsável e não menos cheio de "sentido de Estado", João Proença, se já leu o relatório do FMI. :

------http://derterrorist.blogs.sapo.pt/circo-3011409
---- Circo ridículos, -- por J.Simões, derTerrorist, 15//6/2015

Ou como a incompetência do FMI está a matar o capitalismo:


«Não só se confirma que a desigualdade está ao "mais alto nível em décadas" e que uma maior desigualdade tem como consequência um abrandamento do crescimento da economia [...].

[...] mais desigualdade faz as economias crescer menos. "Se a parte do rendimento dos 20% mais ricos aumenta, então o crescimento do PIB diminui no médio prazo", [...] "um aumento da parte do rendimento detida pelos 20% mais pobres está a associado a um crescimento do PIB mais elevado".

Como a desigualdade faz mal ao crescimento, faz sentido perceber o que a está a provocar, para tentar inverter a tendência.

Um dos mais importantes é o aumento do prémio que é oferecido aos que têm mais qualificações. Com o desenvolvimento tecnológico, a parte da população que tem qualificações que lhes permitem tirar mais vantagens desse desenvolvimento viu os seus rendimentos subirem muito mais do que os que não têm essas qualificações.

[...] “a suavização da regulação nos mercados de trabalho está associada com uma desigualdade no mercado e um peso do rendimento dos 10% mais ricos mais elevada”, [...] “a flexibilidade do mercado de trabalho beneficia os ricos e reduz o preço de negociação dos trabalhadores de mais baixos rendimentos”.

“A política fiscal já desempenha um papel significativo a enfrentar a desigualdade de rendimento em muitas economias avançadas, mas esse papel redistributivo da política fiscal pode ser reforçado através de uma maior importância para os impostos sobre a fortuna e a propriedade, de uma tributação mais progressiva dos rendimentos, da redução das oportunidades para a fuga aos impostos, de uma melhor escolha dos benefícios sociais, ao mesmo tempo que se minimizam os custos de eficiência”»
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Voltaram os "cursos da CEE"

Agora em versão 2. 0, direita sabida, em véspera de eleições e apostada em manter o poder custe o que custar.
Mistura-se uma pitada, q.b. , de "activos empregados", para dar gostinho à boca e compor o prato ,
pespega-se com os desempregados nas empresas, como gente grande a fazer o trabalho de gente empregada
– formação em movimento, ainda se paga ao patrão para os ter lá
e, no fim do dia, os números do desemprego baixaram, tipo uma ladeira com inclinação de 10%,
toda a minha gente ganha dinheiro e vai para casa satisfeita
e os partidos do Governo fazem um brilharete na campanha eleitoral. Siga a marcha.

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o 'artista' e o Mito urban... cala-te (paf) !

«Passos explicou que o governo
na electricidade passou a taxa de reduzida para normal,
e na restauração de intermédia para o nível normal.
"Como vê, não aumentei a taxa do IVA", concluiu.»


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Vamos lá a ver se a gente se entende e se a gente entende a natureza desta gente e a mecânica da coisa:
quando se fala em "perdão da dívida grega"
significa que quem emprestou dinheiro à Grécia vai deixar de receber o dinheiro que emprestou
ou que vai deixar de ganhar o dinheiro que pensava ganhar quando emprestou?

--------Anti-Globalização selvagem

Já tínhamos uma Bíblia da anti-globalização selvagem, pelo capitalismo das marcas e das corporações.
Agora temos um Papa anti-globalização selvagem, contra o Governo global das multinacionais.
E um Papa com uma Bíblia na mão é outra loiça.


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