De 'Misteriosas' troikas e Euros... a 22 de Junho de 2015 às 15:28
Mistérios ...

os gregos estão a aprender/ sofrer o que todos já sabemos há muito.

têm sido audazes , esperneiam, gritam, dizem as verdades verdadinhas,
mas a formatação global está bem montada

e, é claríssimo, que sozinhos (sem a solidariedade e coligação de outros povos / governos da Europa, da 'periferia') pouco ou nada conseguirão contra os elevados interesses da finança mundial e dos capatazes governantes ao seu serviço.

os gregos estão a ser esmagados pelos senhores do mundo.
tal como todos os outros míseros povos.

retirado de Económico:

O ministro grego das Finanças, Yanis Varoufakis, acusa o Eurogrupo de falta de Transparência e de incapacidade para lidar com os problemas da moeda única (EURO) e de ter ignorado todas as propostas que levou à reunião na quinta-feira.


Num artigo de opinião publicado no jornal Irish Times e dirigido aos cidadãos irlandeses, Varoufakis DENUNCIA
as regras de funcionamento do fórum que reúne os ministros das Finanças do euro
por impedirem o debate das propostas de Atenas
e resumirem os ministros a meros peões (ao serviço da alta finança).

"A zona euro move-se de uma forma misteriosa.
As decisões importantes são carimbadas pelos ministros das Finanças que desconhecem os detalhes,
enquanto funcionários não eleitos de instituições poderosas (Troika, CE, BCE, FMI, Eurogrupo, ...)
se travam em negociações unilaterais com um governo em angústia", lê-se no artigo.

Queixando-se de não conseguir fazer chegar as suas propostas escritas aos homólogos,
o ministro aponta o dedo a Wolfgang Schauble, que argumenta que
qualquer proposta terá de passar pelo parlamento alemão antes de ser aprovada.

"É como se a Europa determinasse que os ministros das Finanças eleitos não estão à altura da tarefa de dominar os pormenores técnicos;
um trabalho deixado a 'peritos' que não representam os eleitores mas as instituições", acrescenta.

Pedindo aos irlandeses que se recordem da "indignidade" que é estar sob um programa de resgate,
Varoufakis argumenta que é inútil alimentar um sentimento de hostilidade contra o povo de Atenas,
já que não promove o entendimento,
não contribui para o debate sobre as instituições e
é desnecessário entre povos que têm mais em comum do que pensam.

"A Grécia e a Irlanda sofreram no início da crise
porque o eurogrupo não foi desenhado para lidar eficientemente com as crises.
Ainda é incapaz de o fazer", alega.


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