3 comentários:
De Beneficiar c. a Crise e a Troika a 1 de Junho de 2015 às 15:24
Carlos Costa, o exemplo do mérito

(29 Maio 2015,por Valupi , Aspirina B)
... ... ...
... Guilherme de Oliveira Martins veio explicar:

“Não se trata de uma questão de opinião, é uma questão técnica. Tecnicamente ainda não estamos em situação de recessão,
mas o que gostaria de registar na opinião do senhor governador do Banco de Portugal é um aspecto positivo:
dizer e acreditar que somos capazes de assumir as nossas responsabilidades e de sermos nós a resolver os problemas decorrentes da crise financeira e orçamental”, disse.

Registe-se a letal ironia de Oliveira Martins, expondo a sonsa intenção boicotadora de Costa.
Não estando Portugal em recessão, dizer que está só se pode explicar, a este nível de competência técnica e responsabilidade estatal, por uma agenda política onde essa mensagem apareça como um benefício.
O benefício, ululantemente óbvio, não era o dos interesses portugueses, antes o dos interesses de alguns portugueses.

Que teria acontecido de especial, ou estaria para acontecer, de modo a justificar a espectacular manobra antipatriótica do Governador?
Duas coisinhas:
a reeleição de Cavaco, que definia o calendário para o derrube imediato de Sócrates, e a negociação que o Governo estava a fazer com a Europa para evitar o 'RESGATE' (da Troika), o famigerado PEC IV.
Quem revisitar este período, vai encontrar uma intenção sistemática para ASSALTAR o PODER assim que Cavaco tivesse garantido a reeleição.
Ter um Presidente da República chefe de facção era decisivo para o processo arriscadíssimo que se iria seguir assim que a DIREITA conseguisse o apoio dos imbecis para abrirem juntos uma das mais graves crises políticas da democracia portuguesa.

Carlos Costa comportou-se com zelo e competência nessa estratégia, assim como nos episódios pícaros que se seguiram nos últimos 4 anos de catástrofe bancária.
É um dos raros casos no universo laboral português onde o mérito (a defender os interesses de uma minoria/elite, em prejuízo da maioria dos cidadãos e do Estado) está a ser exemplarmente reconhecido.
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De Repromoção p satisfazer os 'nossos'... a 1 de Junho de 2015 às 17:26
Repromoção

Se bem percebi:
Carlos Costa fez o que o governo mandou porque entretanto,
o entretanto é depois do BPN,
a UE mudou as regras impostas aos governos quando lhes caía mais um banco de vígaros.

Vítor Constâncio tanto cumpriu com o BPN as regras do seu tempo que foi promovido a vice-presidente do banco europeu.
Carlos Costa ganha outro mandato.

O cargo chama-se governador do Banco de Portugal.
Agora riam comigo: "de Portugal".
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Além das questões da própria regulamentação bancária (ou falta dela) convém acrescentar a delapidação das reservas estratégicas de ouro, vendidas a mínimos históricos, sem qualquer razão concreta.
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Harmódio ( https://enclavept.wordpress.com/):
Este ex-quadro do BCP deixou prescrever, enquanto Governador do BdP, o processo que decorria contra o seu ex-patrão Jardim Gonçalves. Um verdadeiro poço de virtudes
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o favor tem um preço ,nomear novos boys para altos cargos e altamente remunerados ,até porque as finanças têm os cofres cheios .
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