De Política e PODER global financeiro... a 27 de Novembro de 2015 às 09:32
Política, Políticas, Políticos ... e PODERes
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... ... ...
«O Verdadeiro Poder» mundial (global, organizações e empresas transnacionais) suas redes, ligações, agentes e meios, ...

------ «... a oligarquia financeira que, segundo os pesquisadores, controla o mundo. :
... as famílias/ clãs:
•Goldman Sachs (New York)
•Rockefeller (New York)
•Kuhn Loeb e Lehman (New York)
•Rothschild (ramo de Londres e ramo de Paris)
•Warburg (Hamburgo)
•Lazard (Paris)
•Israel Moses Seifs (Roma)

-----... mega-bancos de Wall Street que controlam as principais MULTINACIONAIS:
1.Bank of America
2.JP Morgan
3.Citigroup /Banamex
4.Wells Fargo
5.Goldman Sachs
6.Bank of New York Mellon
7.Morgan Stanley.
A seguir, a jornalista analisou estes mega-bancos, chegando à conclusão que o núcleo deles fica nas mãos de Quatro Grandes :
( •Black Rock, •State Street Corporation, •FMR (Fidelity) investments, •Vanguard Group investments )
... que também controlam as maiores multinacionais/ transnacionais Anglo-Saxónicas, nomeadamente:
Alcoa; Altria; AIG; AT & T; Boeing; Caterpillar; Coca-Cola; DuPont; GM; H-P; Home Depot; Honeywell; Intel; IBVM; Johnson & Johnson; McDonald; Merck; 3M; Pfizer; United Technologies; Verizon; Wal-Mart; Time Warner; Walt Disney; Viacom; Rupert Murdoch's News; CBS; NBC Universal; ...

----... a •Black Rock, seja o principal accionista das seguintes empresas:
Apple, ExxonMobil, Microsoft, General Electric, Chevron, Procter &Gambles, Shell e Nestlé. ...

----- O trabalho do ISGP individualiza quatro grande grupos de base
(organizações movimentos fundações 'think tanks', lóbis, personalidades, ... objectivos e meios)
presentes na actual sociedade ocidental, nomeadamente:

•a instituição "Liberal" (Centro-Direita e P.Dem. nos EUA e ...)
•a inst. "Conservadora" (Ultra-Direita e P.Rep. nos EUA e ...)
•a rede Vaticana e Paneuropeia (banco IOR, Opus Dei, Jesuítas, O:.Malta, ... )
•a inst. sionista (judaica ...) ... »

----- • para além dos grupos que controlando os recursos (minerais, naturais e geoestratégicos),
'os mercados', ... a finança e empresas transnacionais
(sejam 'Europeias, Russas, Árabes, Chinesas, Japonesas, ... Africanas, Latino-americanas ... BRIICS' ou em 'offshores')
controlam Governos e Estados (o Poder político).
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--- ... mas podem e devem considerar-se mais perspectivas (pois várias delas se entrecruzam, com participações e membros em várias redes e grupos ...):
oligarcas, carteis, 'lobbies', maçonarias, OpusDei, ...
Eurogrupo/ BCE, FMI, BM, Reserva Federal(s), ..., 'Bilderberg club', City of London, 'offshores',
..., serviços secretos, ... máfias (yakuza, tríades, ... com: extorsão, jogo/apostas, drogas, armas, prostituição, tráficos de pessoas órgãos ... contrabando),
... ditaduras/ monarquias do petróleo, seitas religiosas fanáticas ...
organizações/ supranacionais (: Comissão Europeia; ONU/ cons.Segurança; OMComércio; NATO/OTAN, ...), aparentemente mais neutras mas, de facto, controladas/fortemente infuenciadas por aquelas poderosas redes, grupos e lobbies.

E nunca é demais afirmar que, actualmente, o PODER
(político, legislativo, executivo, judicial, administrativo, militar, religioso, ...)
pode ter várias facetas mas, directa ou indirectamente, é controlado pelo (poder do) DINHEIRO/ alta finança
que, através de muitos meios, manipula, 'sensibiliza', altera e impõe as regras/leis, os 'testas-de-ferro', os 'capatazes', ... as políticas económicas,
para que os mantenha e lhes dê mais privilégios e acumulação de riqueza.

--- Para além dos bancos e seguradoras, fundos de investimento, bolsas e corretoras, ... outra componente importante do SISTEMA FINANCEIRO (global) são as "agências de rating"(: Moody's, Fitch, Standard and Poor's e a canadiana DBRS)
... onde prevalece 'estranha' duplicidade de critérios, esquemas de manipulação (de informação, contas, legislação, tribunais arbitrais, fugas ao fisco, ...)
e a forma como muitas empresas aceitam relacionar-se com os seus diferentes credores e accionistas, protegendo os mais fortes (> accionistas e administradores)
em detrimento dos mais fracos, caso venham a passar por dificuldades.

Note-se que as agências de rating são pagas ...


De Política e PODER global Financeiro... a 27 de Novembro de 2015 às 09:52
Política, Políticas, Políticos ... e PODERes
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... ... ...

Note-se que as agências de rating são pagas pelas empresas e estados que analisam/ avaliam ... e geralmente têm como accionistas grandes bancos, seguradoras, bolsas, corretoras, empresas financeiras e de consultoria ...
i.e. além de se fazerem pagar muito bem, também são partes interessadas (logo com falta de isenção)
nas avaliações que atribuem !!! e são 'sensíveis' a 'lobbies' e a políticas
(preferindo as conservadoras/ neoliberais às social-democratas)...!!
(algo semelhante se passa com muitas empresas de 'estudos' e 'consultoria', economistas e 'think tanks' ...).

--- No domínio económico (logo também no político), desde há anos os conceitos 'NACIONAL' e 'multinacional', devem ser substítuídos, de facto, pelos de 'supranacional' e 'TRANSNACIONAL' ...
é que o PODER, o DINHEIRO e as (grandes) empresas (excepto as 'nacionalizadas' ou 'municipalizadas') deixaram de ter 'nação', 'país', 'estado' ou 'pátria' ...
com alguns 'clics' mudam de lugar, desaparecem ou mudam de dono/s, de nome, estatuto e sede ...
passam a sua sede fiscal e legal para 'offshores'...
longe de poderes estatais/ nacionais (leis, fisco, polícia, tribunais, ... e da concorrência de PMEs locais).
E com os opacos ultra-NEOLIBERAIS tratados de adesão à 'Eurolândia'/ SME e
(entre UE-EUA-...) aos ditos "acordos de livre comércio e investimento" (TISA, TTIP- Transatlantic Trade and Investment Partnership, TTP -TransPacific...),
os bancos e empresas transnacionais até têm tribunal privado que as favorece e ultrapassa a soberania dos Estados (e governantes, que são/estão capturados :
dependentes, corrompidos, chantageados, atacados, privatizados, roubados.) ...

--- Neste contexto de capitalismo selvagem/ neoliberal, estamos perante "ESTADOS-CAPTURADOS", povos sem soberania nem democracia, e sociedades cuja maioria (Não são CIDADÃOS plenos, mas)
são SERVOS, alienados e/ou dependentes de Poderes 'opacos/ desconhecidos' que não prestam contas à LEI nem a ninguém e cada vez se tornam mais absolutos, prepotentes, gananciosos e desumanos.

--- Com o controlo dos mídia/ media / meios de comunicação social (TVs, rádios, jornais, revistas, publicações, motores de busca e 'sites' internet ...),
pelas grandes empresas e finança,
tal como nos debates/ conferências (sem contraditório nem alternativas),
nos forums, 'redes sociais', comentadores, universidades, academias, fundações, 'think tanks', ... 'gabinetes de estudo')
a cidadania, a crítica, a liberdade, ... a democracia está condicionada ...
pelo que aumenta a base social de apoio (activo ou por indiferença/ abstenção/ alienação/ manipulação)
da direita 'neocon', neoliberal, extremista 'nacionalista', xenófoba, fanática, ... , do totalitarismo e da (o)pressão securitária/ militarista.

--- A nível "nacional"/ país, o dinheiro/finança, as teias, agentes e organizações do Poder são 'filiações e ramificações' do poder global ...
com adaptadas designações e caras ou fantoches ... de poderosos de maior ou menor nível.

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MARCADORES:
abstenção, acordos, agências de rating, alienação, banca, bancocracia, cidadania, conservadores, críticas, democracia, dinheiro, economia, elites, empobrecer, estado, estado-capturado, eua, fantoche, finança, fisco, fundações, globalização, governo, governos, humanismo, ideologias e politicas, iliteracia, interesses obscuros, investimento, liberal, liberdade, lobbies, manipulação, movimentos, mundo, mídia, neoliberal, offshores, oligarquia, ong, organização, partidos, poder, política, políticos, precariedade, recursos, securitário, soberania, social-democracia, sociedade, totalitarismo, transnacionais, tratado, união europeia, valores


(---Publicado por: Xa2, 14.11.2015 , http://luminaria.blogs.sapo.pt/politica-politicas-e-politicos-1093383 ---) .


De .Apoios... às grandes empresas a 27 de Novembro de 2015 às 12:53
------Autoeuropa com luz verde comunitária para apoios de 36 milhões

27/11/2015,Económico

Em causa apoios ao investimento em novas tecnologias de produção. Apoio considerado "necessário" para que investimento avance em Palmela e com "efeito limitado" na concorrência.

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Manel Fernandes •

Mais uns milhões aqui outros ali, mas no final quem vai pagando tudo somos nós, gostava de ver apoios para construirmos, fabricarmos, criarmos auto suficiência, independência , Auto Europa serviços, quando acabarem os apoios fecha, vão para outro país onde aja apoios da UE, ficamos sempre de mão estendida e com as calças nos tornozelos.
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Pato:
Exato. Então veja:
Pequena empresa registou lucros que deram lugar a pagamento de IRC de 1900 €
Tributações autónomas (imposto inventado na era de Sócrates que o governo de Passos e Portas quadruplicaram). 7200 €. Números redondos 9100 € de irc.
Agora continuando o saque: Pedido de pagamento em prestações: Processo que leva já 2 meses nas finanças depois de muita troca de correspondência e informações.
Dação pela empresa de imóvel em garantia da quantia. 50 € nas finanças + 200 € no notário (destes 40 € de I.Selo .quando a hipoteca é a favor do estado) + 250 no registo predial e depois mais 25 nas finanças +50 na conservatória para levantamento da hipoteca. Já não se conta com os juros de pagamento em prestações mais custas do processo e no monte de tempo perdido em repartições, notário e conservatórias. Costumam chamar a isto custos de "contexto". Eu chamar-lhe-ia outra coisa. Seca-se as pequenas e médias empresas para dar ás grandes. É este o custo de contexto. Nada contra as grandes companhias. Tudo contra as desigualdades e estupro . Depois não querem que se fuja aos impostos. O que deveria ser moralmente inaceitável, começa a ser aceitável e necessário. É pena. Espero que este novo governo saiba ver estas coisas e ser "mais amigo das PME'S como prometeram.
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Bruxelas tem dúvidas sobre capacidade do Banif devolver ajuda do Estado
-Filipe Alves e Lígia Simões
Bruxelas tem dúvidas sobre capacidade do Banif devolver ajuda do Estado
Comissão Europeia assume dúvidas quanto à capacidade do Banif reembolsar os 'CoCo Bonds' subscritos pelo Estado português.
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