De Valores Centrão, Negociatas, Corrupção.. a 6 de Maio de 2015 às 11:17
Isto está tudo ligado! pela impunidade...


Publicado por AG

"Bem percebemos que Passos Coelho, homem calhado em abrir todas as portas para a Tecnoforma, considere Dias Loureiro como seu modelo de "saber vencer na vida". Mas daí a, como Primeiro Ministro em exercício, em declarações públicas, fazer o elogio de um dos maiores responsáveis pela roubalheira ao país que foi o caso BPN?!!!
Estas declarações do Primeiro Ministro Passos Coelho são um insulto aos portugueses que vivem do seu trabalho e pagam em sobrecarregados impostos os crimes no BPN. São também um insulto aos pequenos e médios empresários que não recorrem a sociedades offshore, nem a negociatas opacas, nem a amizades políticas para desenvolver as suas empresas, criar emprego e gerar riqueza no país.
Estas declarações de Passos Coelho só aconteceram porque isto está mesmo tudo ligado: só o sentimento de impunidade reinante é que imbui um Primeiro Ministro de uma tal desfaçatez, de uma tal sem vergonha".



(Extracto da minha crónica de hoje no Conselho Superior, ANTENA 1, que pode ser lida na íntegra na ABA DA CAUSA, aqui http://aba-da-causa.blogspot.be/2015/05/isto-esta-tudo-ligado-pela-impunidade.html)


De Exemplos a ofertar aos inimigos. a 7 de Maio de 2015 às 13:06

Oliveira Costa arrasa Dias Loureiro

(por CARLOS RODRIGUES LIMA27/5/ 2009, DN )

Problemas de ego, ameaças, foram algumas das palavras do ex-presidente do BPN (OC) sobre o actual conselheiro de Estado (DL). "Nunca esperei que dissesse bem de mim", respondeu Manuel Dias Loureiro.

"Nunca esperei que Oliveira Costa dissesse bem de mim", foi esta a reacção de Manuel Dias Loureiro depois de um dia em que o seu nome foi arrasado por José Oliveira Costa na Comissão Parlamentar de Inquérito ao BPN. Aos deputados, o ex-presidente do BPN contou que quando comunicou a Dias Loureiro que não pretendia renovar-lhe o mandato como administrador, este lhe respondeu: "Veja lá como me trata, olhe que eu quando me hostilizam não sou para brincadeiras."

As referências no Parlamento a Dias Loureiro ocuparam grande parte da intervenção inicial de José Oliveira Costa, que se encontra preso preventivamente no âmbito do caso BPN. Primeiro, para desmentir o actual conselheiro de Estado no episódio com António Marta, ex- -vice-governador do Banco de Portugal. Dias Loureiro jura a pés juntos que foi ao BdP transmitir a preocupação quanto ao modelo de gestão do BPN, António Marta, por sua vez, garante que a conversa teve a ver com a supervisão. E que Dias Loureiro terá manifestado degrado pelo facto de o BdP estar sempre "em cima" do BPN. Ontem, Oliveira Costa sintetizou: "A verdade está com António Marta."

Ironicamente, Oliveira Costa disse, porém, que Dias Loureiro poderia ter "atenuantes". Porque a versão por si apresentada poderia resultar "não de palavras suas", mas sim "de incontroláveis impulsos" do seu próprio ego.

Oliveira Costa contou ainda como é que Dias Loureiro participou em vários negócios do grupo SLN. Mas, pelas suas palavras, não ficou com uma boa impressão do trabalho realizado. "O mandato de Dias Loureiro no grupo terminou como começou: a criar problemas, mas negando sempre estar na origem da sua génese", disse o ex-presidente do BPN na Comissão Parlamentar de Inquérito.

Sobre o actual conselheiro de Estado, Oliveira Costa disse ainda que chegou a ter conhecimento que Dias Loureiro terá dito, no final de 2002 ,quanto entrou para o grupo BPN, que em "seis meses seria o seu presidente". "Em certo círculos terá chegado mesmo a intitular-se presidente do BPN", disse o ex-banqueiro aos deputados.

As críticas de Oliveira Costa estenderam-se depois a Miguel Cadilhe, um dos gestores que lhe sucederam na presidência do BPN. Cadilhe foi acusado de ganhar duas vezes mais do que Oliveira Costa ganhou em dez anos e de não ter considerado devidamente propostas para a compra do BPN que lhe terão chegado. "Houve algumas tentativas de aproximação fantasiosas, que surgiam sempre em momentos críticos", como a véspera de reunião de accionistas, da apresentação do plano de salvamento ou conferências de imprensa, mas "nunca tive nenhuma proposta efectiva ou credível", respondeu Miguel Cadilhe em declarações à agência Lusa.

A audição de Oliveira Costa prolongou-se pela noite de ontem, com os deputados a questionarem Oliveira Costa. O ex-presidente do BPN apenas fez questão de se remeter ao silêncio quando foi questionado sobre o Banco Insular.
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Monsieur le ministre

Também penso que Dias Loureiro é um exemplo a seguir.

Os marroquinos confiam em mim e sabem que não é apenas o empresário que está ali, mas um homem com uma certa visão do mundo, explicou, quando convenceu a EDP a entrar no negócio dos negócios com Rabat.

(Dias Loureiro, advogado, empresário, ...) Não tem nada em seu nome, por isso livrou-se da penhora ao BPN.


De BPN,BES,...> BANGSTERs + PSD/cds +... a 21 de Maio de 2015 às 09:25
BPN
João Marcelino, diretor do D. N., Lx, considera que “é o maior escândalo
financeiro da história de Portugal".
Isto é uma das maiores vergonhas de Portugal.
Tenho pena que os actuais dirigentes do PSD não se desmarquem das ovelhas negras que protagonizaram este roubo, e que nada façam para que a Justiça julgue e condene os responsáveis.

21 /3/2012
BPN-A Maior Burla de Sempre em Portugal
Este número é demasiado grande para caber nos jornais (9.710.600.000,00€) !! !
Além disso, reparem bem, nos nomes dos protagonistas!!! Tudo “gente fina”, bem posicionada e intocáveis!!!
Parece anedota, mas é autêntico: dia 11/4/2011, um homem armado assaltou a dependência do Banco Português de Negócios, ou simplesmente BPN, na Portela de Sintra, arredores de Lisboa e levou 22 mil euros. Tratou-se de um assalto histórico: foi a primeira vez que o BPN foi assaltado por alguém que não fazia parte da administração do banco.

O BPN tem feito correr rios de tinta e ainda mais rios de dinheiro dos contribuintes.
Foi a maior burla de sempre em Portugal,
qualquer coisa como 9.710.539.940,09 euros . Com esses 9 BILIÕES !! e setecentos e dez milhões de euros, li algures, podiam-se comprar 48
aviões Airbus A380 (o maior avião comercial do mundo), 16 plantéis de futebol iguais ao do Real
Madrid, construir 7 TGV de Lisboa a Gaia, 5 pontes sobre o Tejo ou distribuir 971 euros por cada
um dos 10 milhões de portugueses residentes no território nacional (os 5 milhões que vivem no
estrangeiro não seriam contemplados).
João Marcelino, diretor do Diário de Notícias, de Lisboa, considera que “é o maior escândalo
financeiro da história de Portugal.
Nunca antes houve um roubo desta dimensão, “tapado” por uma nacionalização que já custou 2.400 milhões de euros
delapidados algures entre gestores de fortunas privadas em Gibraltar, empresas do Brasil, offshores de Porto Rico, um oportuno banco de Cabo Verde e a voracidade de uma parte da classe política portuguesa que se aproveitou
desta vergonha criada por figuras importantes daquilo que foi o cavaquismo na sua fase executiva”.

O diretor do DN conclui afirmando que este escândalo “é o exemplo máximo da promiscuidade
dos decisores políticos e económicos portugueses nos últimos 20 anos e o emblema maior deste
terceiro auxílio financeiro internacional em 35 anos de democracia. Justifica plenamente a
pergunta que muitos portugueses fazem:
se isto é assim à vista de todos, o que não irá por aí?”

O BPN foi criado em 1993 com a fusão das sociedades financeiras Soserfin e Norcrédito e era
pertença da Sociedade Lusa de Negócios (SLN), que compreendia um universo de empresas
transparentes e respeitando todos os requisitos legais, e mais de 90 NEBULOSAS sociedades
OFFSHORES sediadas em distantes paraísos fiscais como o BPN Cayman, que possibilitava fuga aos impostos e negociatas.

O BPN tornou-se conhecido como banco do PSD, proporcionando "colocações" para ex-ministros
e secretários de Estado sociais-democratas.
O homem forte do banco era José de Oliveira e
Costa, que Cavaco Silva foi buscar em 1985 ao Banco de Portugal para ser secretário de Estado
dos Assuntos Fiscais e assumiu a presidência do BPN em 1998, depois de uma passagem pelo
Banco Europeu de Investimentos e pelo Finibanco.

O braço direito de Oliveira e Costa era Manuel Dias Loureiro, ministro dos Assuntos Parlamentares e Administração Interna nos dois últimos governos de Cavaco Silva e que deve ser mesmo bom (até para fazer falcatruas é preciso talento!), entrou na política em 1992 com quarenta contos e agora tem mais de 400 milhões de euros.

Vêm depois os nomes de Daniel Sanches, outro ex-ministro da Administração Interna (no tempo
de Santana Lopes) e que foi para o BPN pela mão de Dias Loureiro; de Rui Machete, presidente
do Congresso do PSD e dos ex-ministros Amílcar Theias e Arlindo Carvalho.

Apesar desta constelação de bem pagos gestores, o BPN faliu.
Em 2008, quando as coisas já
cheiravam a esturro, Oliveira e Costa deixou a presidência alegando motivos de saúde, foi
substituido por Miguel Cadilhe, ministro das Finanças do XI Governo de Cavaco Silva e que
denunciou os crimes financeiros cometidos pelas gestões anteriores.

O resto da história é mais ou menos conhecido e terminou com o colapso do BPN,...
...


De BPN, BES, ... BANGSTERs, PSD/cds +... a 21 de Maio de 2015 às 09:35
...
com o colapso do BPN, sua posterior
nacionalização e descoberta de um prejuízo de 1,8 mil milhões de euros, que os contribuintes
tiveram que suportar.
Que aconteceu ao dinheiro do BPN?
Foi aplicado em bons e em maus negócios, multiplicou-se em muitas operações “suspeitas” que geraram lucros e que Oliveira e Costa dividiu
generosamente pelos seus homens de confiança em prémios, ordenados, comissões e empréstimos bancários.

Não seria o primeiro nem o último banco a falir, mas o governo de Sócrates decidiu intervir e o
BPN passou a fazer parte da Caixa Geral de Depósitos,
um banco estatal liderado por Faria de
Oliveira, outro ex-ministro de Cavaco e membro da comissão de honra da sua recandidatura
presidencial, lado a lado com Norberto Rosa, ex-secretário de estado de Cavaco e também hoje
na CGD.

Outro social-democrata com ligações ao banco é Duarte Lima, ex-líder parlamentar do PSD, que
se mantém em prisão preventiva por envolvimento fraudulento com o BPN e também está
acusado pela polícia brasileira do assassinato de Rosalina Ribeiro, companheira e uma das
herdeiras do milionário Tomé Feteira.
Em 2001 comprou a EMKA, uma das offshores do banco por 3 milhões de euros, tornando-se também accionista do BPN.

Em 31 de julho, o ministério das Finanças anunciou a venda do BPN, por 40 milhões de euros, ao
BIC, banco angolano de Isabel dos Santos, filha do presidente José Eduardo dos Santos, e de
Américo Amorim, que tinha sido o primeiro grande accionista do BPN.

O BIC é dirigido por Mira Amaral, que foi ministro nos três governos liderados por Cavaco Silva e
é o mais famoso pensionista de Portugal devido à REFORMA dOURada de 18.156 euros por mês que recebe desde 2004, aos 56 anos, apenas por 18 meses como administrador da CGD.

O Estado português queria inicialmente 180 milhões de euros pelo BPN, mas o BIC acaba por
pagar 40 milhões (menos que a cláusula de rescisão de qualquer craque da bola)
e os CONTRIBUINTES portugueses vão meter ainda mais 550 milhões de euros no banco, além dos 2,4 mil milhões que já lá foram enterrados. O governo suportará também os encargos dos
despedimentos de mais de metade dos actuais 1.580 trabalhadores (20 milhões de euros).

As relações de Cavaco Silva com antigos dirigentes do BPN foram muito criticadas pelos seus
oponentes durante a última campanha das eleições presidenciais. Cavaco Silva defendeu-se
dizendo que apenas tinha sido PM de um governo de que faziam parte alguns dos envolvidos neste escândalo. Mas os responsáveis pela maior fraude de sempre em Portugal não foram apenas colaboradores políticos do presidente, tiveram também negócios com ele.

Cavaco Silva também beneficiou da especulativa e usurária burla que levou o BPN à falência.
Em 2001, ele e a filha compraram (a 1 euro por acção, preço feito por Oliveira e Costa) 255.018
acções da SLN, o grupo detentor do BPN e, em 2003, venderam as acções com um lucro de
140%, mais de 350 mil euros.
Por outro lado, Cavaco Silva possui uma casa de férias na Aldeia da Coelha, Albufeira, onde é
vizinho de Oliveira e Costa e alguns dos administradores que afundaram o BPN. O valor
patrimonial da vivenda é de apenas 199. 469,69 euros e resultou de uma permuta efectuada em
1999 com uma empresa de construção civil de Fernando Fantasia, accionista do BPN e também
seu vizinho no aldeamento.

Para alguns portugueses são muitas coincidências e alguns mais divertidos consideram que
Oliveira e Costa deve ser mesmo bom economista(!!!):
Num ano fez as acções de Cavaco e da
filha quase triplicarem de valor e, como tal, poderá ser o ministro das Finanças (!!??) certo para
salvar Portugal na actual crise económica. Quem sabe, talvez Oliveira e Costa ainda venha a ser
condecorado em vez de ir parar à prisão....ah,ah,ah.

O julgamento do caso BPN já começou, mas os jornais pouco têm falado nisso. Há 15 arguidos,
acusados dos crimes de burla qualificada, falsificação de documentos e fraude fiscal, mas nem
sequer se sentam no banco dos réus.

Os acusados pediram dispensa de estarem presentes em tribunal e o Ministério Público deferiu
os pedidos. Se tivessem roubado 900 euros, o mais certo era estarem atrás das grades, deram
descaminho a nove biliões e é um problema político.
Nos EUA, Bernard Madoff, ...
...


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