De DesGoverno Oligarquia soc.Advog Offshore a 29 de Maio de 2015 às 15:33
--- Os poderosos oligarcas e administradores (de SGPS, holdings e transnacionais), o centrão de interesses CDS/ PSD/ PS, a teia d'esquemas negociatas e gr. escritórios d'advogados associados, a opacidade e fuga nas offshores, os fantoches capatazes e avençados, ...
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Assim é praticado o CRIME DE ALTA CORRUPÇÃO e é por aqui que se processam as GRANDES FUGAS AO FISCO.

SÃO ESTES INIMIGOS DO ESTADO (DE TODOS NÓS), A OLIGARQUIA, QUEM MAIS ROUBA A TODOS NÓS!!!

SÃO ELES A GRANDE FONTE DE CORRUPÇÃO EM PORTUGAL!!! HOJE, COMO SEMPRE; É UM PROBLEMA DE ORDEM HISTÓRICO E CULTURAL!!!

ELES SÃO INIMIGOS DO POVO, QUE ROUBAM E CONSIDERAM COMO ESCRAVOS!!!
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---Quem é Paulo Núncio?
Antes de chegar ao Governo, o dirigente do CDS assessorou multinacionais no offshore da Madeira e o fabricante dos blindados no caso das falsas contrapartidas. No governo, destacou-se pela amnistia fiscal aos Espírito Santo que “lavou” as luvas dos submarinos e pela isenção milionária aos grandes grupos económicos.
20/3/2015, Lusa

O secretário de Estado dos Assuntos Fiscais pode mesmo vir a ser o único sobrevivente da vaga de demissões dos responsáveis pelo fisco português. Paulo Núncio foi o primeiro a desmentir a existência de uma “lista VIP” de contribuintes protegidos das consultas dos funcionários da administração fiscal, para depois se ver desmentido pelos factos.
Mas esta polémica, em torno da proteção do cadastro fiscal de Passos Coelho, Paulo Portas, Ricardo Salgado, Cavaco Silva e muitos outros, não é a primeira em que o secretário de Estado está envolvido.
No seu currículo de ADVOGADO FISCALISTA tem as sociedades Morais Leitão, Galvão Teles & Associados (MLGTS) e Garrigues & Associados, desde 2007 até à entrada no Governo.
Na primeira, esteve ligado ao ramo do escritório para o OFFSHORE da Madeira, sendo representante da MLGTS Madeira Management & Investment SA.
Esta sociedade foi apontada no livro Suite 605 como a criadora de um grupo de 112 sociedades com o mesmo nome/endereço postal, operação de clonagem que levou a investigações judiciais com origem em Itália.
Antes das eleições de 2011, foi chamado por Paulo Portas para as reuniões com a troika, na altura apresentadas como “negociações”.

---A maior amnistia fiscal de sempre ao dinheiro escondido no estrangeiro
Logo no primeiro Orçamento de Estado, é criado o terceiro Regime Especial de Regularização Tributária (RERT III), que permitiu a quem escondeu dinheiro em contas no estrangeiro legalizar a situação e proteger-se de futuras condenações a troco de uma taxa de 7,5% sobre o montante declarado.
Ao contrário dos dois RERT anteriores, sob o governo Sócrates, este não obrigou ao repatriamento dos capitais, servindo apenas para os AMNISTIAR (os crimes).

A descoberta do esquema de fuga de capitais revelado pela investigação Monte Branco levou ao prolongamento do prazo de candidatura a esta amnistia fiscal.
Foi um recorde: 3.4 mil milhões de euros legalizados, mais do que nos RERT I e II juntos.

Paulo Núncio também esteve ligado aos RERT anteriores, mas então no apoio aos beneficiários, ao serviço da Garrigues & Associados.
Em 2010, explicava esse regime aos seus clientes como uma “amnistia fiscal” que garante "um escudo protetor (relativamente aos valores declarados) de todas as obrigações fiscais e mesmo de todas as infrações cometidas”.

Entre outros NEGÓCIOS OBSCUROS, o RERT III serviu para ilibar os dirigentes do Grupo Espírito Santo de qualquer acusação a respeito das LUVAS recebidas pela compra dos SUBMARINOS ao consórcio alemão, permitindo ao Ministério Público dar por encerrada a investigação.

. Dois anos depois, falando ao Expresso sobre o RERT III, que criara enquanto governante, garantia que "o Governo rejeita expressões como 'amnistia fiscal' ou 'perdão fiscal'".

---A isenção fiscal às SPGS
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