De Fora do Estado Justo e d contrato social a 22 de Novembro de 2013 às 15:46
À margem do Estado de direito

A nossa troika (Coelho/Portas/Silva) ainda não entendeu que o que a distingue da outra é o facto de ter sido eleita. Ao contrário da troika internacional que "está lá" por direito divino, esta "está cá" por direito eleitoral e tem de responder perante os cidadãos e perante a Constituição que lhes permitiu cá estar.

Se não gostam da Constituição, alterem-na. Se não têm legitimidade suficiente para a alterar vão busca-lo às urnas. Se não conseguem convencer os eleitores a mudar de opinião quanto à validade da Constituição e aos seus preceitos, demitam-se.

Cumpram com as Leis deste País porque se o não fizerem não têm o direito de exigir que os cidadãos que vos elegeram cumpram as Leis a que estão obrigados e, principalmente, anotem que esses vossos malditos comportamentos ilegais estão a forçar o aparecimento de ilegalidades de contraposição.

Quando o Estado de direito não é respeitado pelos detentores do poder os cidadãos passam a dispor do direito de demitir o poder por todos os meios, incluindo aqueles sobre os quais o direito não dispõe.

LNT [0.457/2013]
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Um Regime Político está morto quando o Estado perde capacidade de encontrar salvação para o País que serve.
Eis o que sucede à democracia partidária desta segunda República, dominada pelo rotativismo partidário de um bloco central de interesses,
afinal o regime saído do 25 de Abril quando ele se estabilizou após o 25 de Novembro.
Eis a repetição da história da primeira República que desembocou no 28 de Maio.

Ante isto, esta miséria e este vazio, só a Nação chamando a si, com a legitimidade de oitocentos anos de História, a condução dos seus destinos, em nome da Pátria dos portugueses, numa bela e que seja magnífica madrugada.
José António Barreiros
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Houve um "patetoide" que um dia tentou achincalhar-nos e dividir-nos.
Teve ontem a resposta. A "geração grisalha" apesar dos anos passados ainda está presente para defender aquilo que conquistou para o seu país.
Uma geração que apenas tem uma pátria que se chama Portugal, que não se chama nem Mercado nem Capital.
Uma geração de valores intrínsecos gerados na luta contra um estado autoritário que, parece haver alguns, ainda por ele anseiam.
Pobres tristes. Ainda não aprenderam que "Roma não paga a traidores".
Miguel Coelho


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