12 comentários:
De os Cidadãos LEVANTAM-se ? a 22 de Novembro de 2013 às 12:00
Em Bruxelas já se calavam, não?
por Daniel Oliveira
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Ontem, assistimos a um sinal significativo da situação nacional, com a polícia a romper um cordão da própria política. ...
. Também ontem, a Aula Magna esteve à pinha, juntando patriotas de todas as esquerdas e de várias direitas, para defender a Constituição.
Onde a melhor intervenção que ouvi, e sou insuspeito de simpatia, foi a de Pacheco Pereira.
Duma ou doutra forma, há um país que se levanta.



De Desgoverno securitário a 22 de Novembro de 2013 às 13:37
Demite-se o director Nacional da PSP, superintendente Paulo Valente Gomes, colocou o seu lugar à disposição, na sequência dos acontecimentos de quinta-feira em frente à Assembleia da República, tendo o seu pedido sido aceite pelo ministro da Administração Interna.

Milhares de profissionais de forças e serviços policiais e de segurança - PSP, GNR, SEF, ASAE, polícia marítima, guardas prisionais, polícia municipal e PJ - manifestaram-se na quinta-feira em Lisboa e, depois de derrubarem uma barreira policial, conseguiram chegar à entrada principal da Assembleia da República, onde cantaram o hino nacional, tendo depois desmobilizado voluntariamente.

A mesma nota indica que, agora o ministro da Administração Interna vai "iniciar o processo tendo em vista a designação do novo director nacional da Polícia de Segurança Pública".

O superintendente Paulo Valente Gomes assumiu o cargo de director nacional da PSP em Fevereiro de 2012, tendo sido o primeiro-oficial da escola superior de polícia a chegar ao topo da hierarquia na corporação.


De Militares, Polícias e FPCivis: dividir p a 25 de Novembro de 2013 às 11:49
Nas vésperas do 25 de Novembro de 2013
(-por helenafmatos,23/11/2013, Blasfémias)

.a) os militares foram substituídos pelas forças de segurança como foco de instabilidade. Porquê? Por causa do medo da cidade aberta

b) todas as tentativas de mobilização dos trabalhadores, indignados… falharam

c) é facílimo às forças de segurança criarem situações insustentáveis para o governo e forçá-lo à demissão

Logo estamos à beira de assistir
--A curto prazo:

a) reforço da importância simbólica das Forças Armadas como contraponto das forças de segurança
tanto mais que aos militares só resta a via do golpe
– coisa que não ousam tentar dada a falta de dinheiro e a complexidade de relações internacionais necessárias para o obter –
e os polícias têm ao seu dispor mil e uma situações em que quotidianamente podem humilhar o governo ou criar-lhe embaraços terríveis;

b) os próximos governos não ousarão tocar no estatuto profissional das forças de segurança

c) o PCP vai usar a sua importância nas estruturas sindicais das polícias para pressionar o actual governo mas também “as esquerdas” ou seja o PS+BE e o futuro governo seja ele qual for

--A médio prazo:
a) o poder político tem de ganhar às forças de segurança. Como?
Dividindo-as, retirando-lhes áreas de competência,
tirando-lhes o tapete em situações delicadas,
fazendo campanhas em que se denuncia a presença de elementos radicais (de direita, claro, que os de esquerda não contam)…
Não vai ser bonito de ver nem no balanço final positivo para o povo mas vai acontecer.
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---- antonio ,3 Novembro, 2013 13:02

Tenho grande simpatia pelas forças de segurança mas fico de pé atrás qdo se tentam identificar como funcionários públicos de primeira sendo os restantes de segundo.
O seu ordenado não vem do orçamento de estado, tal como o dos restantes funcionários públicos ?
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------- Churchill ,23 Novembro, 2013 13:06
Helena
Para já parece-me que a ideia de fundir a GNR com a PSP vai cair, porque miseravelmente necessitamos de ter uns a controlar os outros.
E fazia algum sentido a racionalização de meios.

------ Monti
Nem mais.
A imprensa não deve achar de interesse público isto:

“O MAI preso pelos eternos estudiosos da especialidade, e com sindicatos não incluídos na procura de soluções, revela-se incapaz de criar uma Direcção ou Comando Nacional comum ás forças de segurança.
A economizar reduzindo drasticamente na formação de novos agentes,
para pagar a multiplicação de generais e coronéis da última reforma da GNR (António Costa),
a somar à incapacidade de eliminar as degradadas esquadras da PSP.

Um ministério a pagar dez milhões de euros por arrendamentos de quartéis, e edifícios para órgãos recentemente reinstalados com contratos ruinosos – no Tagus Park (SEF e ANSR),
com três milhões que em caso de denúncia obriga a suportar dez anos de renda!
Tem solução fácil:
ocupar algumas das instalações do Exército disponíveis ou a disponibilizar, caso não esteja dominado por interesses idênticos aos que levaram aos arrendamentos de 2008!” - Extracto Expresso.

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