De Judeu a 30 de Agosto de 2013 às 01:34
Brilhante texto. Logo os israelitas, povo conhecido por ser masoquista, entegrou á AL Quaeda o gás, para derrubar o atual presidente da Síria e vê-lo subtitído por um governo fundamentalista islâmico, que se têm revelado MUITO AMIGOS de Israel.
Haja paciência para cronistas tão inteligentes.
Ora aqui está uma grande diferença entre Portugal e Israel. Perceberam qual é?


De .Factores e Culpados atrás da cortina.. a 30 de Agosto de 2013 às 09:42
...talvez, talvez, ...

- quem está por detrás do crime ?
um governo, um vendedor de armas... uma multinacional... um milionário louco, bancos, facção/célula terrorista, ... as secretas do Irão ou do Paquistão ou fanáticos do Iraque, Afeganistão, Iémen, ... da Coreia do Norte, ...
é só escolher...
terroristas, militares, secretas, negociantes de armas, empresas químicas, petrolíferas, ... existem em demasia e o dinheiro + o fanatismo/loucura fazem o resto.

- quem ganha com isto ?
a verdade é que há muitos a ganhar imenso com estas guerras (directa e indirectamente, de imediato ou futuramente)... outros a serem manipulados ou a tirarem vantagens laterais, acordos forçados, vendas, roubos, ... obter bens e recursos, mercados, cobaias, escravos, seguidores/apoiantes, leitores, ...

- e quem perde ?
.poder geoestratégico militar, acesso a recursos, mercados, ...
.princípios e direitos Humanos, ideologias humanistas pacifistas/ cooperantes, associações/organizações comunidades nações Estados (por oposição a interesses privados, ...), lobbies locais e internacionais, regimes e facções ...
. para além e aquém das vítimas (...):
dezenas, milhares, milhões de PESSOAS mortas, feridas, diminuídas, traumatizadas, deslocadas, exiladas, perdidas, roubadas, exploradas, violadas, torturadas, escravizadas, ... fanatizadas, revoltadas, enlouquecidas, desHumanizadas...


De Petróleo-gás, Ultra-conserv.-rep., Milit a 17 de Setembro de 2013 às 10:15
O General Wesley Clark revela plano para a Síria em 2007

Pentágono, 2003, umas semanas após o 11 de Setembro.
“O plano é atacar e derrubar os governos de sete países em 5 anos. 1º o Iraque, 2º a Síria, 3º o Líbano, depois a Líbia, a Somália, o Sudão e o Irão.”

A revelação é de Wesley Clark, general norte-americano na reserva, comandante supremo da NATO de 1997 a 2000, não agora, como quem adivinha o número da sorte, depois de andar a roda.
Não, isto é revelado num discurso em 3 de Outubro de 2007 no Commonwealth Club of California, em S. Francisco. [Há outros vídeos disponíveis no Youtube, legendados em espanhol, francês, alemão, etc, incluindo alguns com o discurso integral.]

Surpreendente e premonitório.

Diz o general Wesley Clark: pouco depois do 11 de Setembro fui ao Pentágono para falar com o Secretário de Estado da Defesa, Rumsfeld e quando descia do gabinete um general com quem trabalhei chamou-me:
está com certeza a par dos planos para o Iraque – não estava - puxou de um relatório secreto e disse-me vamos atacar o Iraque. E sabe as razões? Perguntei-lhe. Não. Aqui em baixo não sabemos nada. Mas têm informações que ligam Sadam ao 11 de Setembro? Interroguei. Não. Nenhumas.

Seis semanas depois, noutra ida ao Pentágono, Clark interrogou o colega: então mantêm-se o plano de ataque ao Iraque? Sabe!?,
É muito pior - e referiu um papel Top Secret, do Secretário de Estado da Defesa - vamos no Médio Oriente atacar e derrubar os governos de 7 países em 5 anos. E enumerou-os. (Acima referidos)
Andei umas semanas sem conseguir encaixar isto afirma W.Clark.
E lembrei-me então de uma reunião nos anos 90 em que Paul Wolfowitz [ o ideólogo ULTRA-conservador autor da política externa de W. Bush, e da invasão do Iraque] me afirmara:
temos 5 ou 10 anos para tratar de todos estes regimes “devotados” à ex-União Soviética, Síria, Iraque, Irão...

Wesley Clark afirma, no discurso, que um grupo, tomou conta do país, fez um “golpe de estado político” e referia-se ao pessoal de W.Bush, ao seu “vice-presidente, Dick Cheney, o Secretário de Estado da Defesa, Donald Rumsfelf, ao vice Secretário de Estado da Defesa Wolfowitz e mais meia dúzia” .

Concluía é o petróleo e o gás. Os interesses do império.
E indignava-se com W.Bush: “Fez tudo o contrário do que prometera na campanha eleitoral.
O país foi informado deste plano? Houve debate público?”

Notas: Ataque ao Iraque 2004, ao Líbano, 2006 (Israel), à Líbia 2011 (EUA, FRança e RU) quanto à Síria os planos estão ou estavam para 2013.

Vídeo de 3minutos, legendado em Português: http://youtu.be/sCDRWEpz5d8.

O discurso do general Wesley Clark tem perto de uma hora.

(# posted by Raimundo Narciso, PuxaPalavra, 17/9/2013)


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