De Apoiar Rebeldes e importar TERRORismo a 23 de Janeiro de 2014 às 11:15
E ainda queríamos dar-lhes armas


«Estava a Europa a estudar se devia ir até à Síria resolver a coisa (não faltaram propostas: intervenção direta, dar armas aos rebeldes...), quando acordou para a espantosa notícia.
Podia poupar-se na viagem:
a guerra virá ter connosco.
Na segunda-feira, o jornal inglês Daily Telegraph deu voz a um desertor dos REBELDES que revelou uma das prioridades da Al-QAEDA na Síria:
formar os jovens europeus que chegam para combater o governo sírio e devolvê-los à Europa para praticar terrorismo.
Esta mão-de-obra emigrante europeia partiu inculta - só básicas teorias tolas - e regressará altamente qualificada: em explosivos.
Os serviços de inteligência, britânicos e franceses, confirmaram: a Síria é um campo de treinos para exportação.
O regresso à Grã-Bretanha desses recrutas da guerra santa é a principal preocupação do MI-5.
Na semana passada, dois garotos franceses de 15 anos partiram de Toulouse para a Síria, tenros para (ainda mais) LAVAGEM ao CÉREBRO.
Então, até já.
Talvez sejam poupados às ações mais perigosas, pois são mais úteis noutro sítio. Calcula-se que há na Síria 500 combatentes britânicos, 700 franceses e 300 belgas, quase sempre jovens.
Alguns pais estão naturalmente preocupados e gostariam de os ver regressar. Em maio passado, escrevi aqui que essa notícia talvez não fosse boa para todos.
Partiram de cabeça quente e vão voltar a ferver.
Titulei essa crónica assim:
"É mau terem partido. E péssimo voltarem". Repito.»
[DN] Ferreira Fernandes. (via OJumento, 23/1/2014)


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