Espirais virtuosas ou ilusões "metodicamente construídas" ? (-J.R.Almeida, 4/6/'15, Ladrões B.)
2) quando se espera reabsorver o elevado desemprego real e mesmo atrair os recém-emigrados? É que, mesmo contando com a criação de emprego tão elogiada pelo Governo, seriam necessários dezenas de anos...
O teorema de Stiglitz a partir da frente keynesiana lança uma bomba nas trincheiras neoliberais. Baseia-se no mecanismo do que os economistas chamam a “propensão para o consumo”: os ricos tem-na mais baixa do que a classe média, logo se a distribuição do rendimentos lhes favorece o “shopping”, contrariamente ao que se podia pensar intuitivamente, ela deprime-se. É, pelo contrário, a classe média a consumir quase tudo aquilo que tem no bolso e a impulsionar o PIB e a economia, quando a distribuição do rendimento a favorece. A prova? O gráfico de Stiglitz é inatacável quando os ricos ( ou seja, o 1% mais rico da população) se apropriam de 25% do rendimento rebenta a “bomba atómica económica”. Aconteceu assim com a Grande Crise dos Anos Trinta e com a grande recessão deste século. Além de que as teorias neoliberais que têm marcado os últimos trinta anos: “ os apologistas da desigualdade sustentam que dar mais dinheiro aos mais ricos - escreve Stiglitz no seu relatório ̶- seria vantajosos para todos, porque levaria a um maior crescimento. Trata-se de um ideia chamada “trickle-down economics”( economia de efeitos em cascata). Ela tem um longo “pedigree” e há tempos que tem vindo a ser desacreditada.”Em boa hora a DECO decidiu promover esta petição on-line que já conta com cerca de centena e meia de milhares de consumidores a aderir à petição, no portal, em www.deco.proteste.pt. A todos, agradecemos a participação e divulgação.
Também o caro acompanhante, leitor do LUMINÁRIA pode aderir e acompanhar os desenvolvimentos no portal ou na página do Facebook em www.facebook.com/decoproteste.
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Há que reduzir nos Custos de Interesse Geral que pesam na factura da electricidade. Adira já à nossa petição on-line. A sua participação é a força da nossa acção.
É indispensável e urgente repensar a política de taxas e sobrecustos que recai nas nossas facturas da electricidade. A componente mais pesada, os “Custos de Interesse Geral” (42%), inclui verbas como o apoio à produção especial (que engloba as energias renováveis), rendas aos municípios e compensação aos produtores, entre dezenas de outras rubricas. Em Outubro, a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos propôs, para 2011, um aumento, em média, de 3,8 por cento. Face ao clima de crise e às fortes medidas de austeridade do Governo, qualquer acréscimo num serviço público essencial é difícil de suportar pelas famílias.
Para dar mais energia a esta causa, basta visitar o portal, preencher a petição e clicar em Submeter. A única forma de subscrevê-la é através do nosso portal. Não se deixe enganar por mensagens que não canalizam para a petição original. Se não tem acesso à Internet, pode fazê-lo nas nossas instalações ou em qualquer delegação.
Proteste já, e juntos seremos mais fortes contra os custos extras na factura da electricidade.
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