TRANSPARÊNCIAS



Publicado por [FV] às 07:55 de 14.04.11 | link do post | comentar | ver comentários (4) |

PEC?

Os políticos mentirosos, com dois falseiros mor á frente (sem esquecer o eurofojitivo e o que anda por aí), o senhor de Belém e o senhor de São Bento, dizem-nos que PEC significa “Plano de Estabilidade e Crescimento”, puro engano, grande mentira.

Vemos pelo comportamento de uns e de outros que, estabilidades nenhuns a querem, muito menos a praticam, atitudes que não sendo exclusivas muito contribuem para a reacção dos mercados e para a instabilidade das taxas de juros a aplicar tanto à divida soberana com às dividas das famílias, com todos os riscos que tal circunstancia acarreta.

Quanto ao crescimento, o que se constata é a sua quase nulidade nos tempos mais recentes e o orçamento que foi aprovado e está a ser debatido, na especialidade, pela Assembleia da Republica indicam-nos que se pode elidir que o país vai crescer no sentido da pobreza. Será esse a que se referem os políticos e o povo não percebeu?

Não, têm andado a mentir ao povo e os maiores ilusionistas foram e são um tal “sr. Silva” que durante oito anos de governação permitiu, “em tempo de vacas gordas” um desmesurado esbanjamento de “Eurobruxelins” só comparável com o tempo do ouro do Brasil e um “sr. Sousa” que sempre iludiu o povo com realidades virtuais só existentes na só própria cabeça e na dos seus acólitos mais próximos. Essa virtualidade levou a que se destruíssem os incentivos à poupança, permitiu o endividamento sem controlo, entregou nas mãos de energúmenos banqueiros e especuladores a vida do Estado e das famílias portuguesas.

Conclusão, factualmente verificável, sobre o verdadeiro significado da sigla PEC é a de que “Portugal Está Condenado”.



Publicado por Zé Pessoa às 09:28 de 05.11.10 | link do post | comentar | ver comentários (3) |

Risco da divida, politicas e poupanças

Custos elevados de erros passados e presentes

Satisfazendo pressões de banqueiros o anterior governo cedeu à desvalorização dos certificados de aforro que passaram a sofrer uma grande pressão nos resgates em relação à emissão de novos títulos.

Essa estratégia, que beneficiou, fortemente, os bancos os quais passaram a financiar a divida publica (directa e, fundamentalmente, indirecta através das parcerias público-privadas na construção de bens publicos), alem de terem visto aumentadas as solicitações de créditos individuais e familiares.

Verificou-se, por isso, ao longo dos últimos anos, o paradoxo do desaparecimento, na sociedade portuguesa, de incentivos e hábitos de poupança (Portugal contava-se por um dos países onde os níveis de poupança eram consideráveis) para passar a pertencer ao grupo dos maiores devedores tanto na divida soberana (do Estado) como na divida dos privados (pessoas e famílias).

Não é pois, de estranhar que o rating da divida portuguesa tenha atingido o nivel de risco mais elevado de sempre com 356 pontos, apenas tendo sido ultrapassado pela irlandesa com 380 postos e a grega a atingir os 948.

Continua a ser má política os governos retirarem benefícios fiscais a certas aplicações resultantes de poupanças familiares.

Em vez de políticas promotoras de consumo há que promover incentivos à poupança remunerando, convenientemente, quem consiga tais esforços.

Alem de evitar tanto recurso ao crédito exterior permitiria diminuir os já elevados juros que o país tem de suportar.


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Publicado por Zé Pessoa às 14:56 de 08.09.10 | link do post | comentar | ver comentários (6) |

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