MIXÓRDIA DE COMUNICAÇÃO E PARTIDARITE

Quando vemos na TV, lemos no facebook ou ouvimos da rádio, constatamos que o Pedro não condiz com o Passos e, estes, nada têm a ver com o Coelho.

Desconhece-se, quase em absoluto, qual o pensamento desta “santíssima trindade” sobre o país real e sobre as dificuldades que grande parte dos portugueses estão a passar. Em muitos casos a passar fome de morte.

Essa “santíssima trindade”, de certeza, também desconhece o seu próprio pensamento. Por mais que se esforce, a confusão é de tal monta que, envelhecendo a olhos vistos, não acerca qualquer vislumbre de coesão ou lucidez de pensamento.

Cultural, democrática e ideologicamente falando, qualquer das três figuras, Pedro, Passos ou Coelho demonstram um sentido único comum e em ordem a um absoluto neoliberalismo económica e socialmente numérico. Só evidenciam os números dos milhões de euros a cortar nas despesas do Estado, o que fazem bem, e nos que nos cobram em impostos, o que fazem mal, para cobrir o (continuadamente) extorquido e colocado em paraísos fiscais a coberto de vários “Montes Branco” que por aí proliferam impunemente.

É uma cultura, quase exclusivamente, alicerçada nas escolas jotinhas (que mais parecem de Chicago) do PSD, idêntica à do PS, parecida com a do PCP e semelhante à do BE. São todas de cultura aparelhisticas, sem renovação nem regeneração possível não admitindo outros ensinamentos que não sejam a ideologia controleira dos aparelhos partidários e do Estado.

É esta cultura que nos vem afundando em dívidas e nos tem submetido à má gestão dos recursos naturais e ao desperdício da riqueza produzida.

Enquanto o povo pactuar com o sistema e se deixar governar por gentes desta estirpe (relvinhas, socráticos e outros) continuaremos a pagar caro tal desleixo.



Publicado por DC às 09:50 de 29.12.12 | link do post | comentar |

Democracia e partidos

Substitui-los, mas como?

Efectivamente, o que se passou, recentemente, com a Grécia, propósito do nado morto referendo, veio clarificar, para quem ainda tivesse duvidas, que a democracia e a solidariedade na Europa já não é o que soía.

A “ausência de democracia e de solidariedade” na Europa começou/nasceu dessa mesma ausência no interior dos próprios partidos e em quem os controla. Assim, a cura de tal doença só será conseguida quando e na medida em que se resolva dentro desses partidos a menos que surja algo que os substitua.

Neste caso, os povos e, eminentemente, os políticos europeus não conseguiram salvaguardar uma sã convivência entre a democracia representativa e a democracia participada, coisa que nada trem de novidade, bastaria aprendermos e copiar, com a necessárias e sábias adaptações, o que se pratica na confederação helvética, a Suíça.

Veja-se o que se passa no próprio partido socialista, cuja participação foi fundamental e estruturante da democracia pós 25 de Abril no que se tornou. Que evolução tem trilhado o PS dos tempos mais recentes no âmago do debate interno, na dinamização da sua estrutura, supostamente, de funcionamento democratico desde as bases (leia-se secções) até ao topo?

Quais são, efectivamente, os espaços de debate, abertos e sem calculismos, sobre a ocupação de um qualquer pelouro na própria estrutura e de legitimidade dos que já estão agarrados?

Será convocando, com duas horas de antecedência, os militantes para um qualquer debate sobre o momento político que o país atravessa, que se mobilizam os socialistas?

Quando, como e quem debate a situação interna partidária e o respectivo exercício da democrático, com exigências de funcionamento transparente, a todos os níveis?

Como são obtidos os dinheiros gastos em campanhas internas?

Como são escolhidos os candidatos propostos ou que se auto propõem(?) para o desempenho de cargos internos e os que são propostos ao exterior?

Não sendo capazes de se regenerar, sobretudo nos seus funcionamentos internos e nos seus comportamentos exteriores, haveria que substitui-los mas como?



Publicado por Zé Pessoa às 14:16 de 07.11.11 | link do post | comentar | ver comentários (4) |

ESCOLHAS ELEITORAIS

Mais uma vez, a montanha pariu um rato, ainda que louvável a iniciativa, independentemente de quem a tenha tomado e de onde tenha ela partido, isso é uma questão secundária. Lamenta-se é que sejam curtas as pernas para tamanhas passadas por isso são invisíveis quaisquer frutos.

O facto de Bloco de Esquerda (BE) e Partido Comunista Português (PCP) se reunirem constitui, só por si, uma assinalável novidade que ninguém acreditava, ainda há muito pouco tempo, contudo o que daí decorreu, pelo menos por agora, foi um completo vazio.

Por isso continuamos a ver e ouvir mais do mesmo, não é garantido que tanto em separado como conjuntamente (terão que evoluir nesse sentido e disso dar mostras), tanto um como o outro, evidenciarem comportamentos e apetências capacitantes que garantam, ao eleitorado, a certeza do não desperdício de votos enquanto compromisso de uma inovadora acção governativa.

Nem o argumentário, tão pouco as práticas ou programas eleitorais desse desiderato de acção governativa dão, evidentes, mostras, por enquanto.

Enquanto assim for, tanto votantes como eleitos, não se posicionam alem do limiar da contestação, da reivindicação de direitos, muitas das vezes sem qualquer compromisso de responsabilização ou obrigação dela, fora do sempre putativo contrato social que deverá, continuadamente e em cada momento, ser estabelecido entre governantes e governados, entre o cidadão individual e colectivamente tutelados pelas obrigações do Estado, que, em conjunto, consubstanciamos num todo colectivo.

Assim e enquanto deste modo formos vivenciando as nossas reclamações e lamurias, não sendo um completo vazio, não vamos alem de podermos escolher entre os disparates e erros governativos cometidos pelos socialistas de José Sócrates, detentores de ligeiros princípios sociais e os ímpetos de uma agenda ultraliberal preconizada pelo PSD de Passos Coelho que tem atrás de si toda uma legião de oportunistas para se apropriarem de sectores de actividade, ainda detidos pelo Estado e potenciadores de fabulosos lucros num mercado desregulado e a seu jeito.

Eu, cidadão que ideológica e culturalmente de esquerda me confesso, não tenho, as mínimas, dúvidas da escolha.

Sou crítico e, crítico continuarei, seja qual for o resultado das eleições do próximo dia 5 de Junho, sem olvidar que nelas tenho a obrigação de separar o trigo do joio e o essencial do acessório. Nos tempos que correm é o mínimo que teremos de exigir a nós próprios.



Publicado por Zé Pessoa às 08:35 de 20.05.11 | link do post | comentar | ver comentários (8) |

Serviço Publico

Por Unanimidade

TC chumba revogação da avaliação dos professores aprovada, por toda a oposição, numa das ultimas sessões da Assembleia da Republica.

O Tribunal Constitucional declarou, hoje, a inconstitucionalidade da revogação da avaliação do desempenho docente, cuja fiscalização preventiva tinha sido pedida pelo Presidente da República.



Publicado por Zurc às 16:26 de 29.04.11 | link do post | comentar |

PSD-DUAS CARAS A MESMA MOEDA

Jean-Claude Juncker, presidente do Eurogrupo, afirmou que obteve garantias claras de Pedro Passos Coelho de que as metas do programa de estabilidade acordado entre Portugal e a Zona Euro serão cumpridas caso o PSD venha a liderar o próximo Governo.

Pedro Passos Coelho, além de já falar em aumento do IVA, que negou até há bem pouco tempo, assume, também, em Bruxelas, o que recusou em Portugal. Uma atitude demonstrativa de que o único interesse que o move não é a defesa do país é o poder, é o egoístico interesse partidário, é a cede governativa. Em suma engana os portugueses prejudica o país.



Publicado por Zurc às 12:07 de 25.03.11 | link do post | comentar | ver comentários (6) |

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