OS TIRIRICAS PORTUGUESES

Em 2010 foi eleito no Brasil e com a segunda mais, expressiva, votação da história brasileira, um deputado sem nada ter prometido. Por isso, foi coerente e foi o que menos enganou os eleitores.

Em março passado deu uma entrevista a um jornal internacional inglês onde afirmou “"Você passa o dia inteiro aqui fazendo nada, apenas esperando para votar em algo enquanto as pessoas discutem e discutem".

Lamentavelmente os nossos tiriricas são os que discutem, discutem produzem legislação que ou não se aplica, ou se aplica contra quem os elegeu, ou permite que corruptos e ladrões fiquem sem julgamento.

Conclusão: somos, a léguas, muito mais enganados; custa-nos, a milhas, demasiadamente, mais caro; significa que, com ou sem consciência, tornamo-nos também tiriricas. Neste caso, tiriricas estúpidos e repetitivos. Eles, os da Assembleia, pelo menos, são espertos, comem-nos por patinhos.

Se não queremos assumir o papel de tiriricas estúpidos, nas próximas eleições, não devemos votar em ladrões nem em mentirosos saltimbancos.

Não sendo o conhecimento suficiente de que os/as candidatos/as dão garantias de honestidade de trabalho não podemos neles/as votar. Votamos nulo ou não votamos.

Por mim, na minha freguesia e no meu concelho, nenhum candidato merece o meu voto. Não voto em ladrões nem em mentirosos e voce, caro/a leitor/a?



Publicado por DC às 11:14 de 09.09.13 | link do post | comentar | ver comentários (2) |

Povos, governos e governantes

 

 

É  um lusitano à procura de tumulo, o mais profundo possível, para que o povo português possa enterrar este governo. Nem o tumulo foi, ainda, encontrado nem o povo se decide enterrar o governo. Como diz o ditado "nem o pai morre nem a gente almoça".

Acabaremos por morrer, todos, de fome. Muitos  portugueses e populações por essa Europa e por todo o mundo já passam e morrem de fome, não por falta de recursos mas porque a riqueza está vergonhosamente distribuída.

Como diriam os do "gato fedorento" temos de importar imigrantes, sobretudo brasileiros, par virem fazer a agitação necessaria que obriguem os politicos a fazer as mudanças que urge sejam efectuados. Por lá a coisa está a dar frutos!

 



Publicado por Otsirave às 14:23 de 28.06.13 | link do post | comentar |

BADAMERDA

 Consensos?

Quem diz que não há consensos?



Publicado por Zurc às 11:10 de 25.04.13 | link do post | comentar | ver comentários (1) |

7ª AvaRiação (não é engano)

 

 

 

 

 

 

 

 

 TROIKA, PASSOS & GASPAR, um triunvirato de morte.

Gaspar, considerado como um dos malabaristas dos números (quase endeusado quando veio do confins do mundo, como o Papa Francisco), não acerta uma.

Todas as previsões e promessas feitas, quer pelo ministro das finanças como as repetidas pelo seu “padrinho” Passos Coelho, nenhuma foi, minimamente, acertada. Quer se refiram as previsões, espectativamente positivas, como as, nefastamente, negativas, todas foram ultrapassadas e sempre para pior. Nem sucesso nem tão pouco vislumbre de aproximação.

É mais que evidente que os homens não têm um pingo de vergonha, uma réstia de bom senso ou uma migalha de ética e de moral.

Se tivessem algum, pelo menos um, desses atributos Gaspar depois da saída da troika, após a sétima (des)avaliação teria apresentado a sua cata de demissão a Passos. Uma vez que isso não foi feito (em tempo útil) o primeiro-ministro deveria tê-lo já demitido.

Chegados a este ponto, quase sem retorno, e continuando a não ouvir as vozes das populações sejam capazes de ouvir as do vosso “correligionário” madeirense que por vezes tem laivos de lucidez credível e demitam-se os dois. Pelo menos poderia, talvez ainda, minorar as feridas deste maltratado povo português.



Publicado por Zé Pessoa às 17:40 de 17.03.13 | link do post | comentar | ver comentários (2) |

PORTUGAL, UM PAÍS DE GENTE QUE …

 

Que a atual situação económica e social, que vivemos no país, na europa e no mundo é perigosa e periclitante, ninguém duvida, mas que também comporta sinais positivos de possíveis alternativas, é incontestável.

No caso de Portugal, a displicência e desfaçatez, chegaram a tal ponto que raia o absurdo, até os banqueiros que, supostamente, terão assinado os acordos que permitiram o “furto” do capital acumulado no fundo de pensões dos bancários, cujas responsabilidades futuras passaram para a gestão do fundo de pensões da Segurança Social e que agora todos temos de pagar através do “roubo” nas pensões de reforma, dizem-se indignados por receberem reformas de 20 mil euros por mês.

No caso de Portugal, corremos o risco de chegar à situação, não inédita, de a geração que implementou a III república ser a mesma que a destrói, tal e qual como fizeram os “revolucionários” da I.

No caso de Portugal, país habitado por uma maioria de gente de fraca (ou quase de nenhuma) memoria que elege políticos que, dizendo combater “o monstro” da divida publica se associam a gente que rouba o Estado.

No caso de Portugal, país de gente que elege políticos que anunciando existir má moeda promovem a sua circulação.

No caso de Portugal, país de gente que elegem políticos que bradando contra barões partidários os coloca no aparelho do Estado e na gestão de bancos a eles se colando para obter proventos próprios.

No caso de Portugal, país de gente que elege políticos que esbanjando as remessas de ajudas económicas provenientes de Bruxelas tornaram o país numa mera e marginal província europeia consumista de bens que chegam da Europa do Norte e da China, via autoestradas que também serviram para enganar o povo.

No caso de Portugal, país de gente escavacada no meio de um silvado onde murcharam as rosas e parece que só os espinhos crescem.

Será assim até que o povo acorde e for capaz de refundar partidos políticos e reconstruir a democracia, exercendo a cidadania plena.

 

 



Publicado por Otsirave às 12:22 de 12.03.13 | link do post | comentar | ver comentários (1) |

AS TROIKAS E OS OUTROS LADRÕES

Em 2004 foi publicado um livro que além de se constituir numa obra polemica tornou-se num best seller de vendas. “Confissões de um Assassino Económico” foi o título adoptado em português desta publicação autobiograáica de John Perkins que relata pormenores da sua atividade numa conhecida firma de consultoria.

Perkins define os assassinos económicos como sendo “profissionais altamente remunerados que lançam armadilhas de milhões de milhões de dólares aos países do Mundo. As suas ferramentas de trabalho são relatórios financeiros, manipulação de eleições, subornos, extorsões sexo e assassínio”.

Perkins confessa que, também, ele foi assassino económico trabalhando para a empresa de auditoria Chas T. Main, tendo como missão convencer os países mais pobres a aceitarem enormes empréstimos do Banco Mundial (BM) e do Fundo Monetário Internacional (FMI), assegurando-se que todos os projetos nos quais se investiam esses empréstimos eram concedidos a companhias norte-americanas.

Uma vez tais países, amarrados a dívidas e a empresas que controlam as respectivas economias, o governo norte-americano podia manipula-los, com facilidade e a seu gosto, solicitando/impondo (na maior parte dos casos através de altos subornos), aos respectivos dirigentes nacionais, favores de cooperação militar e aquisição de armamento.

Quando não se conseguiam «dobrar», através destes convincentes relatórios, dada a teimosia das populações ou o esclarecido compromisso dos dirigentes para com o povo, entravam em cena os chacais da CIA com os seu métodos de infiltração e manobrado os exércitos impunham golpes militares e governos ditatoriais. Foi o que sucedeu com Jaime Roldós, no Equador, Omar Torrijos, no Panamá e Salvador Allende, no Chile.

Ao longo das décadas, as potências politicas e económica como EUA, Alemanha, China, Rússia, França Inglaterra, Goldman Sachs, foram fazendo as guerras, ditas convencionais, e impondo políticos ditadores que submeteram, suas populações, décadas a fio aos interesses das elites estrangeiras e nacionais. Há ainda significativas reminiscências dessas políticas tanto em Afica como na Asia ou Sul América. Na europa reinam as Troikas.

Essa estratégia (das ditaduras politicas) deu lugar a uma outra, muito mais sofisticada e rentável, que passa pela subversão económica, lavagem de dinheiro e fugas fiscais. Nela são usados os paraísos fiscais pomposamente designados de «offshore taxes» «offshore servisse» e taxes heaven».

Existem, em todos os países, “generosos” e “conceituados” advogados com escritórios abertos nessas descontroladas “praças financeiras” que a troco de uma percentagem nelas colocam avultadas quantias sacadas de corruptos negócios. É assim que, políticos e homens de negócios, aumentam suas fortunas ao mesmo tempo que as economias e as populações dos países vão empobrecendo. E assim será até que o povo acorde.



Publicado por Zé Pessoa às 17:55 de 05.03.13 | link do post | comentar |

ATIVOS TÓXICOS?

 

A choruda reforma atribuída pelo BPN a José Oliveira e Costa é escandalosa e ofende a ética e a moral publicas.

Vejam bem a sacanagem!

Como é engenhoso o termo “ativos tóxicos”. Até parece que certos gestores de bancos, pagos principescamente com prémios de gestão, foram vítimas de um qualquer vírus estranho às suas, mirabolantes, manobras e decisões de falsear lucros e resultados.

Dá impressão que as decisões de investir em, especulativos, títulos de longo prazo e em “credit default swaps” geradores de falsos lucros, não foram feitos em beneficio dos próprios interesses.

O próprio termo “ativo tóxico” é, em si mesmo, profundamente, desonesto. Não só porque faz uma lavagem branqueadora à responsabilidade dos decisores banqueiros como no próprio termo. Um lixo nunca será um ativo e a toxidade não emergiu de um qualquer vírus, mas sim da própria essência cultural de quem, dessa forma, atuou.

Algo que é falso nunca se poderá constituir como um ativo mas sim como um, pernicioso e perigoso, passivo e a toxicidade só existe emergindo do egocentrismo egoísta do interesse próprio em ludibriar resultados económicos e contabilísticos.

Creio que uma qualquer decisão tomada com base em falsas declarações e falsos elementos informativos de avaliação deve ser considerada nula ou anulável. Desse modo a decisão tomada em atribuir a, escandalosa, reforma paga pelo BPN ou seja pelo povo português a José de Oliveira e Costa deve ser, fundamentadamente, retirada.

Tarda e é estranho que por cá não seja feito como sucedeu nos EUA em que foram levados a tribunal e condenados a prisão e ao pagamento de pesadas sanções económicas aos prevaricadores e dilapidadores de património alheio.

Ou o Ministério Publico (MP) anda distraído ou as pedras, na engrenagem dos da investigação e tribunais, devem ser muito grandes e impedidoras do funcionamento da justiça. É mais rápido apanhar e condenar um faminto que rouba uma carcaça. Pobre país que tal justiça e justiceiros tem!

 



Publicado por Zé Pessoa às 14:00 de 28.02.13 | link do post | comentar |

Custe o que custar
Custe o que custar nunca direi a verdade aos portugueses.


Há quem lhe chame de "mentiroso compulsivo". Na verdade o homem não acerta uma. tem feito, em tudo, o contrario do que prometeu aos portugueses.

O ultimo "desmentido", feito por Gaspar (o que significa que Passos mentiu), é sobre a afirmação "nem mais tempo nem mais dinheiro". 

Finalmente a juventude deste país começa a afirmar-se e a afirmar que não quer que Portugal continue a ser governado por mentirosos. É preciso engrossar o protesto!


Publicado por Zurc às 12:31 de 21.02.13 | link do post | comentar | ver comentários (2) |

PORCARIA DE POLÍTICA

Já todos andávamos, mais ou menos, desconfiados.

No tempo de Sócrates, o PSD e toda a oposição afirmavam que, a política levada a cabo pelo seu governo, era uma porcaria. Agora, no tempo do Coelho, Portas, Gaspar e troica, o PS e os outros excluídos da governação dizem, repetidamente, que a política levada à prática por este governo é uma porcaria.

Uns afirmando outros desconfiando, todos íamos tendo a percepção que a política, em Portugal, se andava a tornar uma porcaria.

Se duvidas ainda alguém poderia acalentar, da tese da porcaria de política, desde ontem ficou comprovadíssima e irrefutadamente demonstrada, por um douto professor, sindicalista, que não só demonstrou que a política portuguesa se tornou uma grande porcaria como são os próprios suínos já envolvidos nela.

Não admira que da política e, grande parte, dos políticos nela envolvidos cheire tanto mal.

P.S.

Uma palavra de solidariedade para os professores portugueses. Não merecem nem esta política nem estes sindicalistas.



Publicado por Zurc às 18:34 de 27.01.13 | link do post | comentar | ver comentários (7) |

A PASSOS DE COELHO

Passos Coelho parece estar entalado entre a “canelada” a Cavaco e a “facada” no parceiro e tudo evidencia caminhar, a passos de lebre, para a borda de fora da governação.

Enredado na teia tecida por um zangão chamado Relvas, afinal o primeiro do governo visto ser ele a mexer todos os cordelinhos ideológico e estratégicos deste des)governo, que a todos atinge incluindo o 1º ministro cujo desgaste se evidencia em cada dia que passa. O rumo sempre no sentido de alienar ao desbarato o património nacional, que leva ao desmoronamento do país, não deixam quaisquer dúvidas do desnorte.

Descarrilaram, ainda mais abruptamente, atingindo o descaramento e a sem vergonhice ao ponto de além de (ao que já estávamos habituados) desviarem o dinheiro dos Planos de pensões das caixas privadas (Marconi, Correios, Carris, Telefones, Bancários, …) agora dizerem ser injustas as pensões. Ou seja, sacaram o dinheiro para equilibrar os Orçamentos de Estado, que foram gastando em regabofes eleitorais. Sacudiram as responsabilidades futuras dos correspondentes encargos para a Caixa Nacional de Pensões e agora chama desonestos os pensionistas, entretanto pelos governantes saqueados!

A desvergonha, desta gente, chega ao ponto de chamar ladrão ao roubado e de seria a si mesmos que delapidaram património alheio.

A conclusão a que podemos chegar é que o produto do saque foi desbaratado e a “quadrilha” já se não entende na partilha do pecúlio. O barco já mete água pela proa e os ratos querem abandonar o navio.

Pela certa, iremos ter eleições legislativas antecipadas. Como já por aqui se escreveu, a questão de fundo é que com “as banalidades” e o “vazio de propostas credíveis” do PS e da restante oposição não há alternativa que se veja. Vivemos uma pobreza democrática como nunca se viu.

Cumpre-nos, sob pena do afundanço ser ainda maior, procurar pormos de lado as lamúrias e começar a encetar um debate mais prepositivo. Seremos nós cidadãos capazes disso?



Publicado por DC às 14:51 de 18.12.12 | link do post | comentar | ver comentários (1) |

Ministério Publico virou galinheiro?

Que Portugal era conhecido como um “jardim à beira mar plantado” já todos sabíamos, agora que neste país viesse, o MP, a ser considerado como uma guerra de pintos, tipo galinheiro é que ninguém esperaria.

Vejam bem se as conversas não derivam dos acontecimentos e que, umas e outros, são como as cerejas – pega-se numa e vêm uma catrefa delas agarradas!

O ex-procurador do Porto, Pinto Nogueira veio dizer que o PGR, Pinto Monteiro atrapalhou o processo judicial respeitante ao caso Freport.

Como toda a gente sabe o Freeport é considerado o maior Outlet da Europa e fica situado em Alcochete, para ser construído ali, que segundo a lei na altura em vigor não o poderia ser, foi necessário demover certas montanhas.

Ora dá-se o caso de, à época, ser o Ministro do Ambiente um outo Pinto, Engenheiro experiente de obras feitas ali para os lados da Guarda, município bastante dado a favorecimentos e acomodações, a pessoa certa que, segundo dizem, a troco de certos envelopes conseguiria demover terras bravias e outros empecilhos legais, para que obra, tão digna e lucrativa, se pudesse materializar.

Nesta terra, de gente ingovernável, há sempre alguém que diz não e eis que o assunto salta para os tablóides e cai em cima do MP, pinto para cá pinto para lá e, cá fica instalada a guerra no galinheiro.

Como é que querem ver algum corrupto alguma vez, seriamente, julgado e condenado a devolver o que tenha ilicitamente recebido?

Como é que querem ver algum dia a investigação e os tribunais funcionar adequada e justamente?

Como é que querem ver algum dia este país ser governado com moral e ética republicana?

Não há secretas (muito menos as actuais) que nos valham nem ministro Relvas (traficante de influencias) que nos salve, enquanto o povo permitir a existência de partidos políticos como os actualmente existentes.



Publicado por Zé Pessoa às 14:27 de 08.06.12 | link do post | comentar |

Governos e ministros

Nem sempre o numero um de um governo é o seu primeiro-ministro ou dito de outra maneira, nem sempre o primeiro-ministro é o número um do governo.

No caso do actual governo de Portugal, se duvidas houvessem, não restariam mais, visto que, conforme o caso da balbúrdia em torno dos chamados serviços secretos ou serviços de informação do Estado, supostamente, criados para garantir a defesa do país e segurança dos cidadãos, fica claro que o número dois é, efectivamente, o nº1.

Assim, o primeiro-ministro é, de facto, o ministro M Relvas. Este reforçou o seu já maior peso no PSD e no governo, é ele quem manda, sabe-se lá mais em quê e em quem!

Dizem que o pensamento é livre e, por enquanto, ainda não paga impostos. Pois, será livre mas nem sempre isento de perversidades nem ausente de contaminações impostas sorrateiramente por matraquilhagens ideológicas de fazedores de opinião, empobrecendo e reduzindo o livre pensar, além de criarem condições à diminuição dos salários daqueles que já, quase, miseravelmente retribuídos nos seus assalariados esforços.

Parabéns a Passos Coelho e a António Borges, será que falavam deles próprios?

Por este andar (falta de moral e ética no exercício de cargos públicos, corrupção nas policias de investigação e incapacidade dos tribunais em julgar) não tardará muito tempo para que este país, que foi capaz de dar mundos ao mundo, se torne o cu da Europa. E nós, a população, aceitaremos isso assim tão pacificamente?



Publicado por DC às 17:44 de 03.06.12 | link do post | comentar | ver comentários (2) |

O BARBEIRO

O BARBEIRO (Eça de Queiróz) e os políticos (continuam iguais)

“O florista foi ao barbeiro para cortar seu cabelo.

Após o corte perguntou ao barbeiro o valor do serviço e o barbeiro respondeu:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário esta semana.

O florista ficou feliz e foi embora.

No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um buquê com uma dúzia de rosas na porta e uma nota de agradecimento do florista.

Mais tarde no mesmo dia veio um padeiro para cortar o cabelo. Após o corte, ao pagar, o barbeiro disse:

- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário esta semana.

O padeiro ficou feliz e foi embora.

No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um cesto com pães e doces na porta e uma nota de agradecimento do padeiro.

Naquele terceiro dia veio um deputado para um corte de cabelo.

Novamente, ao pedir para pagar, o barbeiro disse:

- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário esta semana.

O deputado ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, quando o barbeiro veio abrir sua barbearia, havia uma dúzia de deputados fazendo fila para cortar cabelo.”

Essa é a diferença entre os cidadãos e os políticos.

Para pensar...e mudar!

"Os políticos e as fraldas devem ser trocados frequentemente e pela mesma razão."



Publicado por Zé Pessoa às 14:16 de 01.06.12 | link do post | comentar |

O PS e o Primado do Direito

Já vem de longe e era suposto que em democracia assim não fosse, depois de vários governos, tanto em coligação como de exclusiva responsabilidade de partido único (no caso Partido Socialista e Partido Social Democrata) acontecer a subversão da ordem das coisas.

No caso, o primado do direito cedeu a sua soberania ao poder dos governantes, invertendo, por isso, o lugar próprio e a ordem natural das coisas, mesmo em governos socialistas.

O poder do governante deixou de derivar do primado do direito, passando este a submeter-se ao primado do governante, que amiúdo se posiciona acima da lei e adiante dos agentes da justiça e dos tribunais.

Tal desiderato é conseguido através da tecelagem de ardilosas teias tecidas por linhas de interesses obscuros e nada transparentes de certos senhores engajados nos diferentes partidos (sobretudo da orbita do poder) que, a espaços, se vão revezando no topo, sem colocar, todavia, em causa os dividendos, que partilham.

Os “empregos” públicos conseguidos por via de eleições ou, em consequência disso, em nomeações, estrategicamente, tecidas de tal forma que o pano daí resultante constitua uma manta com tal força telúrica que nem Juízes, Provedor de justiça, Ministério Publico, ou tribunais conseguem resistir muito menos fazer inverter.

Casos como o Freeport, BPN/SLN, Portucal, Submarinos, Ongoing e tantos outros que se torna impossível enumerá-los a todos ou seria deveras fastidioso, são bastante ilustrativos da inversa do primado da soberania do direito face à soberania (temporária) de quem exerce cargos ou empregos públicos.

Perante tais factos e o desiderato de tal inversão não é possível, honestamente, (só por demagogia gratuita) se pode dizer que uma qualquer sociedade viva num Estado de Direito nem tão pouco se salvaguardam os direitos do Estado, a boa e rigorosa gestão da coisa pública, o respeito pela rés-publica.

Se o PS, o seu líder e outros altos responsáveis socialistas quiserem, efectivamente e sem equívocos, ser alternativa a esta desgraçada governação neoliberal têm de dar mostras de que são capazes de fazer diferente, não só dos actuais governantes como do que o próprio Partido Socialista andou a fazer nos últimos anos dos seus governos, começando por se demarcar de certos interesses esquemáticos envolventes de alguns dos seus militantes e dirigentes concelhios, federativos e nacionais. A esmagadora maioria dos militantes e eleitores dificilmente voltarão a dar o seu voto ao PS enquanto não vislumbrarem, sem equivocos, que ele é merecido.

Olhem, comecem por alterar a legislação sobre a prescrição de certos processos-crime bem como sobre as imunidades.



Publicado por Zé Pessoa às 19:19 de 16.05.12 | link do post | comentar | ver comentários (1) |

Movimentos de cidadãos

Ainda o BPN e outras manigâncias corruptivas

Caros jornalistas, em primeiro lugar os meus modestos parabéns pelo profundo, importante e fundamentado tralho realizado.

Trouxe ao conhecimento publico, por via de um excelente trabalho, o DN e publicado durante oito dias em “Grande Investigação” há uma semana atrás.

Não restam quaisquer duvidas se é que ainda algumas havia de que os responsáveis de tão vergonhosa delapidação são gente da orbita do PSD e do PS, uns com responsabilidades materiais e outros de cobertura funcional não restando também duvidas dos interesses transversais de gente das duas agremiações partidárias.

Colocando de fora os respectivos partidos visto serem uma criação das pessoas, sejam elas de mérito ou como são o caso em apreço de demérito, a questão que se levanta, já tarda em coloca-la em pratica (muita gente a coloca), é porque cidadãos com tais conhecimentos como o são, inequivocamente, os jornalistas que levaram tão meritório trabalho à estampa e de tão elevada importância não assumam (a titulo de cidadania já que o DN tem de se manter com a necessária autonomia) a promoção de um movimento de cidadãos que promova a organização de um processo-crime contra certos e incertos de modo a que hajam consequências sobre tais praticas (acções e omissões) e sobre quem as praticou ou deveria ter agido e não agiu.

É possível que no plano interno “o manto do silêncio” continue a ser demasiadamente grande mas, não haverá uma qualquer forma de um certo tribunal nacional, europeu ou internacional de colmatar a inércia, a apregoada promiscuidade que tem existido entre juízes, tribunais e MP com os corruptos e ladrões de colarinho branco?

Então não é que os bancos, para sacar dinheiro de juros, retiram da conta os valores que uma pessoa tiver subscrito para um PPR mesmo que ela esteja a descoberto aplicando-lhe depois uma taxa de juros entre quinze e vinte e quatro por cento. Isto é que se chama dar com uma mão e tirar com quatro! Atenção às contas ordenado.

Muitos dos cidadãos comuns estarão dispostos a contribuir para que, pelo menos, se tente.

O caso da decisão do Juiz de Portalegre acalenta esperança de que algo pode algum dia mudar.



Publicado por Zé Pessoa às 09:16 de 09.05.12 | link do post | comentar | ver comentários (4) |

Agostinho, Ortega, o sindicalismo e a ditadura do vil metal

A propósito da última e da próxima, dita, greve geral

Embora possa haver quem pense o contrário (o que em democracia tem igual legitimidade) eu acho que A. Brandão Guedes teve toda a razão quando escreveu no seu blog “Bem-estar no Trabalho” a propósito da última “Vamos ter uma nova greve geral a 24 de Novembro, no mesmo dia, aliás da que foi realizada há um ano! O que mudou entretanto? Muito na situação social e política e pouco no campo sindical! Neste as coisas estão como estavam há um ano!”.

Muitos outros argumentos além dos que aí aludiu, poderia ter trazido à liça para justificar que nas últimas décadas os trabalhadores e o movimento sindical têm andado “de vitória em vitória com o risco de chegar à derrota final”.

Por isso se poderá perguntar quais as reais e legítimas razões e qual a estratégia de evolução segura nas políticas de actuação sindical que subjazem à decisão de marcar nova greve por parte da CGTP?

Será só para afirmar a nova liderança e o poder do partido de que provem ou também pressupõe a demonstração de que não se compreende, não se pode compreender, que depois de mais de um século e com tanta evolução etnológica em vez de se reduzir o horário de trabalho e da idade das reformas se andem a aumentar?

Já ninguém se lembra dos ditos desse grande filósofo que foi Agostinho da Silva que afirmou, inequivocamente, que sendo o Homem mais inteligente e menos egoísta poria os escravos modernos, que não nos colocam problemas de consciência, a trabalhar e reservava o seu tempo para a criatividade e realização cultural. Mas não, continuamos a fazer-nos escravos uns aos outros, em vez de cedermos às máquinas tal desempenho.

Vivemos submetidos a ditaduras com fingimentos de democracia. Elegemos quem nos representa nos actos da governação mas andamos submetidos aos interesses económicos subjugados pela carga de impostos e enganados pelos consumismos corrosivos da ética e da moral.

É verdade que embora a greve seja marcada, conjuntamente, pelas diversas forças sindicais o que constatamos, já nas dos transportes, é que os comunicados são do PCP/CGTP, do BE, do MRPP enquanto os socialistas assobiam para o ar e depois misturam-se nas manifs e acções da rua, alguns já se sabe.

A seguir tudo continua como dantes trabalhadores em queda livre...

Infelizmente nem sempre nos damos conta das, terríveis e das benevolentes, circunstancias que nos envolvem. Como dizia José Ortega, pensador espanhol dos fins do século XIX “Eu sou eu e minha circunstância, e se não salvo a ela, não me salvo a mim."

Infelizmente não foi corrigida a constatação deste pensador de que "Foi preciso esperar até o começo do século XX para se presenciar um espectáculo incrível: o da peculiaríssima brutalidade e agressiva estupidez com que se comporta um homem quando sabe muito de uma coisa e ignora todas as demais." Pelos vistos continuará pelo século XXI em diante.

Faz hoje um ano que foi marcada e realizada a manifestação do desassossego (a geração à rasca). Passado todo este tempo e pese embora os maiores agravamentos das condições económicas e sócias a arrastar a maioria da população para as bermas da pobreza, o pessoal continua sossegado, demasiadamente, poderá dizer-se. Até quando?



Publicado por Zé Pessoa às 10:32 de 12.03.12 | link do post | comentar | ver comentários (1) |

Votaram neles !?

Meia hora extra trocada por trabalho grátis nos feriados

Votaram neles não foi? Agora aguentem, mansos e calados. Nem os burros, na minha terra, aceitavam cargas mais leves sem estrebucharem alguma coisa.
Estes salazarentos querem, segundo palavras suas (e estão a faze-lo), ir mais alem do que a Troika impõe e, tiram-nos direitos e regalias que nem o próprio Salazar alguma vez, sequer, pensou extorquir aos portugueses. O homem deve rir-se à fartazana lá no seu tumulo. Agora em vez de um temos muitos salazarzitos.
Meia hora extra trocada por trabalho grátis nos feriados
Fotografia © Global Imagens/DN

Havendo acordo, será possível ter sábados e feriados de trabalho a custo zero. Todos os trabalhadores privados ficam sujeitos à meia hora.

As empresas poderão convocar os empregados para trabalhar nos feriados sem que, para tal, tenham de pagar qualquer remuneração ou dar uma folga. Ano Novo ou 1.º de Maio podem estar em risco, na sequência da proposta de lei do Governo que vai ser discutida no Parlamento. De acordo com o projecto que regula o aumento do horário de trabalho em mais meia hora por dia, todos os trabalhadores do privado ficam sujeitos à medida, que também vai prevalecer sobre as convenções colectivas



Publicado por Zurc às 10:37 de 16.12.11 | link do post | comentar |

filosofias SocrÁticas, invejas e governanças

Já conhecíamos da existência de um o antigo, o Sócrates da Grécia, mais precisamente da Atenas, cidade-estado, ou seja o maior centro cultural da Grécia antiga. Sócrates não valorizava os prazeres dos sentidos, todavia escalava o belo entre as maiores virtudes, junto ao bom e ao justo. Era isso que postulava junto de seus discípulos e concidadãos dedicando-se ao parto das ideias (Maiêutica) com os citadinos Atenienses.

Esse Sócrates (Sōkrátēs; 469399 a.C.), só conhecido por divulgação e perpetuação através dos diálogos de Platão seu maior discípulo é um homem piedoso que foi executado por impiedade.

O Socrates dos nossos tempos, entre muitas dúvidas existenciais que possa arrastar consigo a de piedoso não é, com certeza. Uma dessas dúvidas, mais recentes, é a de se saber se o homem vai para Paris, mesmo estudar filosofia ou desenvolver espionagem económica a favor de quem lhe garanta sustento e fortuna, outra é a de saber, no caso de só ir estudar, de que rendimentos viverá o homem?

Entre o rumar a Paris, em busca do sentido filosófico ou de forma existencial de vida na busca de um sossego profissional que um curso de engenharia, presumivelmente, tirado em fins de semana, parece lhe não garantir ou ficar por cá, sujeito às pedradas e a outros arrufos mais ou menos (i)merecidos, a escolha não era difícil de fazer.

Há quem diga à boca, mais ou menos, pequena que segue as pegadas do seu conselheiro-sombra e secretário de Estado-Adjunto nos últimos dois anos, José de Almeida Ribeiro, pertence aos quadros do Serviço de Informações Secretas, (SIS) de onde foi requisitado nas várias vezes em que se deixou tentar pela política.

Essas más-línguas alcovitam da hipótese (mais que provável) do ex-secretario de Carrilho e do próprio José Sócrates, ele sim, Licenciado em Filosofia e considerado um dos melhores do seu curso, ainda venha a aterrar em Paris como mestre de José Sócrates e seu orientador de tese. As relações à prova de bala são (quase) indestrutíveis, mesmo em certos meandros da politica, mais a mais, quando à mistura com, eventuais, interesses económicos.

Gente mal intencionada e com veneno na ponta da língua é o que é. Invejas!



Publicado por DC às 12:35 de 06.09.11 | link do post | comentar | ver comentários (2) |

Presos em Luanda

A “democracia” do Petróleo, dos diamantes e dos... reina em Luanda.

Segundo vários órgãos de informação o “fenómeno democratico” do regime angolano repete-se com alguma Frequência.

Segundo o jornal “Público” o Bloco Democrático, onde militam professores universitários e advogados, alertou para a “gravidade da situação que se vive” e denunciou a “arbitrariedade da Polícia Nacional, sob ordens do Executivo”.

Foi também divulgado que o partido, liderado por Justino Pinto de Andrade, quantificava ontem de manhã as detenções em cerca 50, entre as quais as de três organizadores da manifestação — Carbono Casimiro, Mizinge e Sábio — e de uma militante sua, Ermelinda Freitas. Dois manifestantes foram “barbaramente agredidos” e tiveram de receber assistência hospitalar, denunciou também.

O mesmo partido qualificou as detenções como “prisões políticas”, contestou a falta de acesso aos detidos e apelou a uma mobilização que leve à sua libertação. A manifestação de sábado, promovida pelo Grupo de Jovens Revolucionários, que junta poetas e cantores de rap, foi autorizada.

“Este comportamento não é novo. Já se tem dado várias vezes, a nível de falta de protecção aos cidadãos que querem manifestar ideias e opiniões contrárias às políticas ou ao Presidente. No Presidente ninguém toca”, disse António Ventura.

E nos interesses económicos que a família Santos e dos seus próximos que se confundem com os do Estado (em beneficio daqueles), pergunta-se em muito lugar e por muitos famintos dessa rica Angola?

Pelos vistos, tanto a concentração de poderes, como a usurpação de riquezas e a falta de democracia é algo urge corrigir por esse mundo fora e em todos os continentes. As guerras das armas nunca foram resposta à resolução dos problemas sociais e económicos dos povos urge que se desenvolvam outras guerras de correcção das injustiças.



Publicado por Zurc às 09:43 de 05.09.11 | link do post | comentar | ver comentários (1) |

A Sr.ª Merkel é uma deles?

As suas mais recentes atitudes indiciam isso.

Afinal pouca coisa mudou nos comportamentos de certas pessoas que, hodiernamente, governam certos países e pretendem impor-se a certas regiões e ao mundo.

A filósofa russo-americana Ayn Rand (Judia, fugitiva da revolução Bolchevique,   que chegou aos Estados Unidos na metade da década de 1920), mostrando uma visão com conhecimento de causa, proferiu a seguinte afirmação:

“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens,  mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência,  mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar,  que sua sociedade está condenada”.

A Srª Angela Merkel, nascida na cidade de Templin, em 1954, filha de um pastor luterano, viveu na Alemanha Oriental até à queda do Muro de Berlim em 1989.

Depois de ter sido convidada para ministra, para os assuntos da Mulher e da Juventude, logo após a reunificação das duas alemanhas, em 1990, por Helmut Kohl, por ele mesmo haveria de ser apadrinhada para a entrada na CDU. É agora o mesmo Helmut Kohl que parece estar arrependido daquele apadrinhamento e lhe tece duras e publicas criticas à forma como conduz a politica alemã e como trata o projecto Europeu.

Esta senhora, que a revista forbes considerou, em 2009, a mulher mais poderosa do mundo, não se preocupa, minimamente, que a Grécia já tenha de suportar uma taxa de juro de 41%, como se algum país ou sociedade pudesse, algum dia, sobreviver e honrar os seus compromissos, com tais imposições.

Contudo, esta magnânime senhora tem solução para o caso, sugere que, depois de esgotadas todas as empresas e áreas de actividade geridas pelos Estado, os gregos abram mão de umas tantas ilhas que, certamente, alguns bancos e outros credores alemães sempre estariam dispostos a adquirir.

No caso português depois dos BPN`s, EDP`s, GALP`s, PT`s, CGD`s, ÁGUAS, Rede Eléctrica, Hospitais, Prisões, Transportes e tudo o mais que haja de alienável sempre poderemos hipotecar as Berlengas, as Desertas e a ilha de Faro onde farão um aeroporto internacional de entrada e saída para gestores e quadros de primeira linha. Nós, por cá, a geração do futuro, seremos a carne para canhão ou seja a geração 500.



Publicado por Zé Pessoa às 09:56 de 25.08.11 | link do post | comentar |

Idosos e presos, desigualdades de tratamento

Portugal foi classificado como um dos países que pior trata os seus idosos por isso propomos o seguinte: Colocar os nossos idosos nas cadeias, e os delinquentes fechados nas casas dos velhos. Estes até pensariam estar numa qualquer colónia balnear, de férias.

Esta troca permitiria que os idosos:

Por outro lado, nas casas dos idosos, os delinquentes:

  1. Viveriam com €200  numa pequena habitação com obras feitas há mais de 50 anos.

  2. Teriam que confeccionar a sua comida e comê-la muitas vezes fria e fora de horas.

  3. Teriam que tratar da sua roupa.

  4. Viveriam sós e sem vigilância.

  5. Esquecer-se-iam de comer e de tomar os medicamentos e não teriam ninguém que os ajudasse.

  6. De vez em quando seriam vigarizados, assaltados ou até violados.

  7. Se morressem, poderiam ficar anos, até alguém os encontrar.

  8. As instituições e os políticos não lhes ligariam qualquer importância.

  9. Morreriam após anos à espera de uma consulta médica ou de uma operação cirúrgica.

    10.Não teriam ninguém a quem se queixar.

    11.Tomariam um banho de 15 em 15 dias, sujeitando-se a não haver água quente ou a caírem na banheira velha.

    12.Passariam frio no Inverno porque a pensão de €200 não chegaria para o aquecimento.

    13.O entretenimento diário consistiria em ver telenovelas e o Goucha na televisão.

 Digam lá se desta forma não haveria mais justiça para todos, e os contribuintes não agradeceriam?

(recebido por mail, de autor desconhecido)



Publicado por Zurc às 09:36 de 09.08.11 | link do post | comentar |

desaparecido da campanha PSD

Há quem afirme que o homem se refugiou no Brasil, esse país irmão e acolhedor...

 

Ministério do Ambiente enviou à PGR denúncia contra empresa ligada a Catroga

25.05.2011
José António Cerejo

A Agência Portuguesa de Ambiente (APA) remeteu à Inspecção-Geral do Ambiente e do Ordenamento do Território e à Procuradoria-Geral da República, no passado dia 2 de Maio, uma denúncia anónima, na qual são apontadas graves ilegalidades à gestão da Sisav - uma empresa que se dedica ao tratamento de resíduos industriais perigosos e que tinha como accionistas a Egeo, presidida por Júlio Castro Caldas, e a Sapec, presidida por Eduardo Catroga.

O documento, que a direcção da APA diz ter recebido a 19 de Abril, sustenta que a Sisav declarou em 2009 uma facturação inferior à realidade em cerca de dois milhões de euros, o que terá levado ao apuramento de um prejuízo de cerca de 800 mil euros. Este alegado "desvio de facturação" terá permitido que a empresa não pagasse o Imposto sobre o Rendimento Colectivo correspondente aos seus resultados efectivos, servindo também para reduzir em cerca de dez mil euros o valor da taxa anual de 0,5 por cento da facturação constituída, por lei, a favor da APA. 

A denúncia - a que a APA, que é a autoridade nacional dos resíduos, atribuiu credibilidade suficiente para enviá-la à Inspecção do Ambiente e ao Ministério Público - aponta também para o recurso à subfacturação como forma de reforçar a ideia de crise no sector dos resíduos perigosos, provocada pela falta de matéria-prima. Com efeito, a diferença entre o volume de negócios previsto no modelo financeiro que serviu de base ao licenciamento da empresa (12,8 milhões de euros em 2009) e o constante das suas contas (9,7 milhões no mesmo ano) foi um dos principais argumentos utilizados no pedido de prorrogação da validade da sua licença, de dez para 15 anos, apresentado à APA em 14 de Março.

A Sisav é uma das duas empresas a quem o Ministério do Ambiente atribuiu em 2006, na sequência de um concurso público, a licença para construir e explorar um dos dois centros integrados de recuperação, valorização e eliminação de resíduos perigosos (CIRVER) em actividade no concelho da Chamusca desde 2008. O capital da empresa estava distribuído até há poucas semanas pelo grupo Egeo (liderado por Manuel Serzedelo, um ex-administrador do Grupo Espírito Santo, e com cerca de 57 por cento das acções) e pela Sapec (presidida por Eduardo Catroga, ex-ministro das Finanças de Cavaco Silva, e com uma participação de 34 por cento).

A Sapec vendeu entretanto a sua parte à Egeo, numa operação que foi formalizada a 2 de Maio - precisamente o dia em que a APA fez seguir a denúncia recebida - e que pôs termo às graves divergências que desde o Outono passado opunham os dois accionistas da Sisav.

Guerra de accionistas

De acordo com documentos internos de ambas as sociedades, a que o PÚBLICO teve acesso, a Sapec, que partilhava as responsabilidades da gestão da Sisav com a Egeo, considerava, tal como os autores da denúncia anónima, que havia importantes desvios de facturação nas contas da empresa. Em correspondência trocada entre as partes em Outubro de 2010, a Sapec exige a realização de uma auditoria independente e alega que a subfacturação referente apenas a 2009, com benefício para outras empresas do grupo Egeo, atinge perto de 2,2 milhões de euros. 

Quanto às quantidades de resíduos entradas no CIRVER da Sisav e não facturadas, a administração da Sapec apontava para cerca de 2900 toneladas em 2008 (a exploração foi iniciada em Junho desse ano, depois de um investimento próximo dos 30 milhões de euros), 14.600 toneladas em 2009 e 11.500 em parte de 2010. As quantidades declaradas nos relatórios oficiais da Sisav para 2009 são 105.814 toneladas facturadas.

Na altura em que o litígio entre os dois accionistas atingiu o auge, em Outubro do ano passado, dizia-se nos meios ligados à indústria dos resíduos que a Sapec se estava a preparar para adquirir a participação maioritária da Egeo. O que sucedeu, porém, foi que as partes chegaram a acordo no sentido de não ser feita qualquer auditoria à empresa e de ser a Egeo a comprar as acções da Sapec. 

O negócio foi formalizado no dia 2 deste mês, tendo tido parte activa no mesmo o advogado Júlio Castro Caldas (actualmente membro do Conselho Superior do Ministério Público e antigo ministro da Defesa de António Guterres), que preside à administração da Sisav desde Dezembro, altura em que substituiu Manuel Serzedelo, da Egeo.

 

foi-me enviada poe e-mail



Publicado por Zé Pessoa às 12:58 de 30.05.11 | link do post | comentar | ver comentários (2) |

É como certos políticos, não reconhecem as evidências

João e Maria estavam internados num hospital psiquiátrico.

Um dia, durante o seu passeio habitual, o João saltou para dentro da piscina e afundou-se de imediato.

Maria saltou rapidamente para a piscina e conseguiu salva-lo.

Quando o director teve conhecimento do acto heróico da Maria, deu imediatamente ordem para que esta fosse dada como curada.

Mandou chama-la e comunicou-lhe:

-Tenho boas e más notícias a comunicar-te: As boas são que vamos dar-te alta, visto teres demonstrado possuir capacidade racional para ultrapassares uma situação de crise, e salvares a vida de um doente. O teu acto mostra que estás recuperada! As más notícias são de que o João, depois de o teres salvo, enforcou-se na casa de banho com o cinto do roupão. Lamentamos imenso, mas está morto.

E a Maria respondeu:

-Ele não se suicidou, eu é que o pendurei a secar!



Publicado por Zurc às 10:48 de 30.05.11 | link do post | comentar |

Hipocrisia política

Se duvidas houvessem estas declarações de Rangel são bem a prova do que são hodiernamente os políticos que nos desgoverno, que desgovernam na Europa. Pelos vistos a dona Angela (que passou um raspanete publico ao seu parceiro português) tanto lhe servirá Sócrates ou coelho no leme do desgoverno português desde que os bancos alemães continuem a sugar o sangue económico do país, com os juros a atingir os 9 por cento. Ainda há quem afirme que a srª é uma boa lider europeia!

O eurodeputado social-democrata Paulo Rangel afirmou que o seu partido conta com a solidariedade do Partido Popular Europeu (PPE), acrescentando que a chanceler alemão, Angela Merkel, «quando vir o Governo do PSD vai respirar de alívio».

No final da reunião do Conselho Nacional do PSD, em Lisboa, Paulo Rangel defendeu que «tudo o que se está a passar» em Portugal, «incluindo o que se passou esta terça-feira, é da responsabilidade exclusiva do engenheiro Sócrates».

«Nós, no Parlamento Europeu, os deputados europeus do PSD, estamos a fazer um esforço absolutamente enorme no sentido de mostrar isso aos nossos parceiros europeus e posso dizer, não cometo nenhuma inconfidência, que o PPE e o grupo parlamentar do PPE estão totalmente solidários com as posições do PSD», acrescentou.

Questionado sobre as afirmações sobre a situação portuguesa feitas por Angela Merkel, que criticou o chumbo do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) pelos partidos da oposição no Parlamento, Rangel respondeu que «têm de ser compreendidas no plano institucional».

«Eu estou no PPE, faço parte dos órgãos do grupo parlamentar do PPE e, portanto, a posição é claríssima sobre essa matéria. Outra coisa são os primeiros-ministros de outros países que falam a nível do Conselho. Uma coisa é falar a nível institucional, outra coisa é falar a nível político. Não há que confundir os planos. Mas não tenham dúvidas de que a chanceler Merkel quando vir o Governo do PSD vai respirar de alívio», acrescentou.

Está tudo dito, mais palavras para quê, são artistas da política e têm um sorriso de pasta medicinal couto, mesmo que mintam com quantos dentes têm na boca.



Publicado por Otsirave às 10:03 de 30.03.11 | link do post | comentar | ver comentários (6) |

A ENCRUZILHADA

O governo caiu e agora?

A angústia e a consciência, à mistura com o amor socialista, turvaram-lhe a vista e não lhe deixaram enxergar à realidade dos factos, impediram-lhe de entender as palavras, travaram-lhe a leitura do discurso, e não conseguiu ler o alcance das intenções. Afinal repetiu os mesmos erros que havia cometido quando não teve a coragem, porque não está na sua natureza, de ter feito as pazes com o seu velho amigo e companheiro de jornadas, Manuel Alegre, na corrida a Belém e ter tido uma atitude muito pouco nobre. Agora as lágrimas derramadas são insuficientes e demasiadamente tardias.

Conforme já abordei, num anterior post, que intitulei “Mário Soares: Entre a angústia e a ingenuidade”, Mário Soares foi, mais uma vez Ingénuo por ignorar, ou não ter percebido, a real intenção das referidas declarações produzidas por Cavaco Silva, no discurso da sua posse, quando se comprometeu a “exercer uma magistratura de influência activa.” Os factos vinham demonstrando quais eram as reais intenções do, efectivamente, líder da área ideológica neoliberal portuguesa. Essa e outras declarações do discurso de posse, como o já havia sido o da noite das eleições presidenciais foram, elas próprias, um claro exercício da influência activa visto que tais palavras, a partir momento em que foram ditas, impulsionaram Pedro Passos Coelho, PSD e toda a “família” neoliberalista sedenta de partilha das benesses que sempre se podem chupar do magro Estado.

Cavaco foi tão-somente o impulsionador dessa actividade, os multiplicadores passaram a ser, a partir daí, toda a oposição, com o PSD ao leme e que, paradoxal e estranhamente, nunca antes constatado no parlamento português, se uniu com o exclusivo intuito de derrubar o governo.

Cavaco Silva nunca esteve tão activo como está actualmente, ainda que se não oiça, se não veja e se não sinta. Ele é o Facebook. Ele anda por aí, está na queda do governo, vai estar na marcação das eleições, vai estar na escolha do próximo governo e até de alguns ministeriáveis.

É facto, não se pode nega-lo nem sequer omiti-lo, que tanto governo como o PS cometeram erros de palmatória e deram diversos tiros nos próprios pés.

O partido tornou-se inoperante e deixou-se enfiar numa promiscuidade de papéis tendo confundido o seu próprio com o da acção governativa. Os militantes ficaram ao abandono quase só contando a voz daqueles que orbitavam e orbitam em qualquer centro de poder. A máquina partidária foi absorvida e controlada, usando métodos antidemocráticos, por gente que se confunde com o exercício de cargos políticos em que os secretários de secções partilham as juntas de freguesia, os presidentes concelhios vão a secretários de Estado ou governam municípios, os presidentes federativos escolhem deputados  e fazem-se nomear para o governo ou ficam no governo de capitais de distrito e o próprio secretário-geral divide o tempos, preocupações e saberes entre as responsabilidades governativas e a condução dos destinos partidários.

Natural e compreensivelmente um caldo destes nunca poderá resultar num progresso sustentado tanto governativo como de aprofundamento da democracia. Uma miscelânea desta natureza aproveita e continuará a aproveitar a meia dúzia de oportunistas que se aproveitam das circunstâncias de cada momento e da falta de exercício de cidadania por parte da maioria dos cidadãos a começar pelos inscritos nos partidos que por acção ou omissão são coniventes com o actual estado de coisas, com a situação doentia em que caiu a democracia e com toda a panóplia de injustiças de que a sociedade sofre.

Somos arrastados para eleições, é certo, e o que é que daí vai resultar?

Alguém acredita que Bloco de Esquerda ou o PCP chegam ao arco governativo? E ainda que chegassem fariam melhor, nas presentes circunstancias em que o país se encontra?

Alguém acredita que o PSD, sozinho ou coligado com o CSD, ganhará as eleições? E se as vier a ganhar quem acredita que venha a ser, socialmente, mais justo na governação que foi ou poderá ser o PS?



Publicado por Zé Pessoa às 10:47 de 24.03.11 | link do post | comentar | ver comentários (6) |

Talvez, mas receio duvidar...

Talvez um dia nos reencontremos e possamos rir com vontade as agruras de hoje. Talvez, mas não deixa de ser uma esperança. Pode ser que as palavras voltem ao seu sítio e deixem de ser deturpadas pelos fazedores de discursos e textos ocos. Talvez, pode ser que sim. Mas há razões para algum pessimismo, porque cada vez é mais importante o parecer em vez do ser. Talvez um dia as diferenças possam confrontar-se sem ambiguidades nem fingimentos. Talvez. Pode ser que um dia todos nos juntemos para festejar a palavra e brindar à sua força, à sua infinita compreensão, à sua vontade indomável de ir mais longe na busca da verdade. Talvez. Mas neste mundo dúbio parecem existir tantas falsas verdades, confundindo, iludindo, enganando, aviltando, degenerando. (...) As pessoas não escrevem palavras mas sim signos encomendados longes da pureza das águas, textos pretensiosos escondidos sob mantos de falsas palavras, iludindo, aviltando... incentivando ao ódio ou à indiferença.

Pode ser que um dia nos vejamos novamente e possamos rir sem medo, respirar a liberdade outra vez, esquecer o ruído ensurdecedor de um silêncio cada vez mais insidioso. Até lá... um abraço camarada.

Paulo Frederico Gonçalves

Público


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Publicado por Izanagi às 23:54 de 26.02.11 | link do post | comentar |

Um “Coelho” chamado Jacinto

Jacinto Serrão formaliza candidatura à liderança do PS

Conforme divulga o jornal “Publico” o líder do PS-Madeira formalizou a entrega da candidatura à liderança do PS, para contribuir, segundo afirmou, para a "reflexão" no congresso do partido sobre a suspensão de "direitos laborais e sociais" provocada pelos "ataques especulativos".

"Queremos contribuir para uma reflexão no interior do Partido Socialista, para que o Partido Socialista possa delinear uma estratégia política não só para o país mas também que influencie toda a Europa, no quadro do socialismo democrático, de maneira a proteger os Estados-membros, o nosso país, dos ataques especulativos", disse aos jornalistas Jacinto Serrão.

O líder do PS-Madeira falava à saída da sede nacional dos socialistas, no Largo do Rato, em Lisboa, onde entregou a sua candidatura à liderança do partido e a moção de estratégia nacional global ao congresso do PS.

Assumindo que a candidatura à liderança é uma "imposição estatutária" para poder apresentar uma moção nacional no congresso socialista, que se realiza no Porto a 8, 9 e 10 de Abril, Jacinto Serrão defendeu que devido aos ataques especulativos "estão a suspender um conjunto de direitos laborais e direitos sociais".

"Entendemos que isso não se coaduna com os princípios do socialismo democrático e do Partido Socialista", defendeu o candidato.

Para Jacinto Serrão, "a reflexão é necessária no congresso, de maneira a que o Partido Socialista volte a agarrar as bandeiras de um conjunto de causas sociais, que estão a perder, não só no país, mas em toda a Europa".

Essas causas, afirmou, estão a perder-se devido a "um conjunto de imposições que vêm do exterior, que querem tentar comandar a governação da própria Europa e desmantelar o sonho europeu de uma sociedade coesa".

"Não é diminuindo ou suspendendo direitos conquistados, laborais e sociais, que nós vamos resolver os problemas da crise", afirmou.

A candidatura de Jacinto Serrão às directas de 25 e 26 de Março junta-se à do actual secretário-geral do PS, José Sócrates, à de António Brotas e de António Fonseca Ferreira.

Infelizmente, para o PS e para a própria democracia, a maioria dos próprios militantes já não acredita nas “reflexões no congresso” sempre manipuladas e não continuadas. Terminados os congressos tudo regressa ao marasmo tradicional de abafamento por parte dos controleiros aparelhisticos de tudo o que seja reflexão fora do status quo estabelecido. È recorrente e são muito raros os factos tornados publicos como o mais recente sucedido em Coimbra onde estalou o verniz e não foi possível “abafar”, como foi o caso de Lisboa, este o SG conseguiu, atempada e cirurgicamente, colocar a tampa.

 



Publicado por Zurc às 16:10 de 24.02.11 | link do post | comentar | ver comentários (2) |

IDEIAS E IDEAIS

Levadas à prática valerão o mundo inteiro...

Há quem afirme que a sociedade portuguesa vive, nos dias enevoados que correm, entalada entre a inveja (a maioria esforça-se por ter à porta ou na garagem um carro mais recente e mais potente que o do vizinho) e o altruísmo (distribuindo, directamente ou através de bancos alimentares e associações caritativas, refeições e agasalhos a cada vez maior número de pessoas que vão perdendo os mais ilementares direitos de cidadania).

Uma e outra destas circunstancias (entre o mais querer e o tudo perder) parece que, tanto cá como por esse mundo fora, levaram a generalidade dos terráqueos a um nivel cultural em que, por um lado se perderam dos valores da ética da amizade, da cidadania, das ideias e dos ideais ao mesmo tempo que, paradoxalmente, tudo isto se tornou vendável, tudo isto acaba por ter um preço, desde que tal preço permita ter em troca, na balança do imediatismo, qualquer coisa de faustoso ainda que volátil da fama à tona da espuma dos dias que correm.

Naturalmente que assim, num contexto desta natureza, dificilmente se sairá da mediocridade destes nossos dias e nunca “os santos da casa farão milagres” e, como com frequência vem afirmando Boaventura de Sousa Santos, “se as coisas não forem alteradas e desmanteladas as duas super-potencias do pós-guerra (EUA e Moody’s) os riscos de convulsões e de revoltas sociais será cada vez mais elevado”.

Se continuarmos com os mesmos comportamentos éticos e sociais, se nos mantivermos passivos e acomodados, assistindo, continuadamente, às perdas de soberania dos Estados causadas pela ausência de mecanismos de regulação dos mercados financeiros com o, concomitante, abuso especulativo dos abutres que, aproveitando as misérias e dificuldades alheias quase sempre ajudados pelos órgãos de comunicação social por si mesmos controlados, sem que os governos, mais ou menos democraticamente eleitos, sejam capazes de reagir e de “inventar” politicas alternativas globalmente aplicáveis, será a doutrina offshoriana a singrar e os “bancos nacionalizarão os Estados em vez de serem estes a nacionalizar os ditos como possa, ilusoriamente, parecer e nos fazem querer que seja.

Assim, e a manter-se a circunstancia de entre 15 a 20 por cento da riqueza produzida no país ser desviada para tais praças financeiras que ninguém controla nem contribuem para o sustento do aparelho estatal e para o “Contrato Social” as populações terão de equacionar, sempre, a eventualidade de revoltas, quaisquer que possam vir ser os meios e as formas usadas para isso.

No nosso caso concreto (e os portugueses que em tempos idos deram, bastantes vezes, provas de mudanças significativas) se deixarmos de ser (como, também, afirma o referido sociólogo) “um país muito medíocre, muito provinciano e a classe política muito lisboacentrica” sairemos debaixo da nuvem negra em que nos encontramos.

Aproveitar as ideias, tanto as já criadas como as que vierem a seguir, valorizando-as em vez de nos acomodarmos aos benefícios do Estado e a fundos vindos do exterior ajudará, indubitavelmente, cada um de nós, o país e a Europa.

Se as ideias, enquanto tal, valem 2,4M€ levadas à prática valerão o mundo inteiro.



Publicado por Zé Pessoa às 00:08 de 04.01.11 | link do post | comentar |

Postais: Estatuas e... pessoas

Tirem-me daqui, que já não aguento mais...

Tanta injustiça... social



Publicado por Zé Pessoa às 15:10 de 10.12.10 | link do post | comentar |

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