Ineptocracia

 

Recebi e achei interessante. Eis um neologismo para descrever o nosso modelo político.

 

Em tradução livre:

Ineptocracia: um sistema de governo onde os menos capazes de liderar são eleitos pelos menos capazes de produzir, e onde os membros da sociedade com menos chance de se sustentar ou ser bem-sucedidos são recompensados com bens e serviços pagos pela riqueza confiscada de um número cada vez menor de produtores.

 

 

Essa definição remete-nos automaticamente à descrição feita pela filósofa russa Ayn Rand:

"Quando você perceber, que para produzir precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar, que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber, que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em autossacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada."



Publicado por [FV] às 10:51 de 25.11.13 | link do post | comentar | ver comentários (1) |

CONSTITUIÇÃO

 

 “Mande-se para a fogueira esse herege livro que dá pelo nome de Constituição da República que nenhum emprego consegue, para um só que seja dos mais de 900 mil desempregados portugueses”. Palavras de Passos Coelho. Não foi isso que ele disse? Tem a certeza?

Ora vejamos, há pouco mais de ano e meio a constituição era um empecilho à governação e era uma necessidade absoluta reve-la, daí o namoro (assédio mesmo) junto do Partido Socialista para garantir os dois terços necessários à respectiva revisão.

Como a ala mais à esquerda conseguiu impor à direção socialista o não acordo (seria a sua provável morte política) o PSD/Coelho e C.ª deixou cair tais, venenosas, pretensões.

De cambalhota em cambalhota, de mentira em trapalhada, o Pedrito agora decidiu-se (sabe-se lá porque hábeis e sábios conselhos) atacar os juízes do Tribunal Constitucional (mesmo os propostos por si mesmo, visto que a votação no chumbo foi unânime) afirmando que o problema não está na Constituição mas sim na falta de bom senso dos juízos (certamente também de quem pediu a fiscalização à famigerada lei, Cavaco Silva) os primeiros por terem ratificado as dúvidas constitucionais levantadas pelo segundo.

Sua parda eminência, nas aleivosias proclamadas junto do rebanho seguidor, tipo boys de Chicago, não se coibiu de lançar a imbecil pergunta “já alguém se lembrou de perguntar aos mais de 900 mil desempregados no país do que lhe valeu a Constituição até hoje”. Creio que o sujeito tem em conta os portugueses como uma cambada de imbecis capazes de formular tais perguntas. Só pode!

Ora, se a Constituição não vale de nada aos desempregados não vale de nada a ninguém. Queime-se!

Aposto em como não demorará meio ano, (pelos vistos a falta de bom senso de Cavaco permite que a legislatura se conclua) para ouvirmos Passos pedir a suspensão da democracia e a anulação da Constituição.

 



Publicado por Zé Pessoa às 11:05 de 05.09.13 | link do post | comentar |

A NATUREZA E OS HOMENS (VI)

São os negócios estúpido!

Todos os anos é o corrupio do costume mais a Norte ou mais a Sul (o negocio tem mobilidade mais que suficiente) surgem os costumeiros incendiários.

A Ministra da justiça diz que não há necessidade de agravar as penas punitivas a aplicar aos incendiários. Tem razão, é pena que não tenha a coragem suficiente de ir ao fundo da questão, de tocar na raiz do problema.

Quem tem responsabilidades sobre a gestão dos recursos naturais e não o faz é que deveria ser sancionado. Quem está por traz dos negócios corruptos que envolvem os meios de combate aos incêndios é que deveria ser sancionado, julgado e preso.

Muito se fala em ordenamento do território, conservação e defesa do ambiente, contudo, são as próprias autarquias e o Estado os primeiros e descaradamente a não respeitar a legislação e a não respeitar a conservação da natureza.

É o caso do Município lisboeta e a respectiva freguesia do Lumiar que numa das principais entradas da cidade, a Calçada da Carriche, permite a existência de um vergonhoso amontoado de lixo mesmo junto a uma nina de água que já foi usada para matar a cede a forasteiros e de regadio a hortas.

A placa foi ali colocada em 1992, no tempo da presidência municipal de Jorge Sampaio. O parque nunca viu a luz do dia, a placa já perdeu grande parte das letras e os autarcas assim como os munícipes perderam a memória. O tempo quando não aproveitado torna-se muito degradante, não há duvida.

Incêndios, eleições e outras correlações chupam-nos aos milhões.



Publicado por Zé Pessoa às 11:35 de 04.09.13 | link do post | comentar |

SETEMBRO NEGRO, a rapina continua

Setembro negro, uma organização jordana criada a partir de uma célula dos homens da Fatah que se determinava a vingar-se do rei Hussein e do exército da Jordânia, surgiu, precisamente, no dia 16 do referido mês. Será coincidência, ou os homens da troica estrangeira quererão vingar alguma coisa

Segundo terá sido pelo Governo comunicado e divulgado pelos Órgãos de Comunicação a 'troika' regressa a Portugal a 16 de setembro para a 8.ª e 9.ª missões regulares de acompanhamento do Programa de Ajustamento Económico e Financeiro. Mais uma cruzada missionaria!

Entretanto, também em cruzada missionária, deslocam-se esta semana o vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, e a ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, a Bruxelas, Frankfurt e Washington. Não sabemos se na bagagem levam conteúdos de fé ou o pedido de mais umas esmolas para distribuir em mordomias entre amigos e companheiros de caminhadas. Não esqueçamos que vivemos em período eleitoral.

Haverá por aí alguém que tenha conhecimento ou ouvido propor, entre os partidos do governos ou nos da oposição, a suspensão das subvenções das campanhas eleitorais e dos partidos?

Pois, é preciso cortar e reduzir a despesa pública mas os sacanas, uns e outros, parece que têm palas como antigamente se colocavam nos machos e mulas que puxavam carroças, só vêm os cortes dos rendimentos dos trabalhadores e dos reformados e pensionistas (e não de todos, há algumas excelsas exceções)

A troica estrangeira parece que esteve à espera que terminasse a época dos incêndios florestais para nos continuar a incendiar a paciência e a queimar as nossas regalias e direitos colocando-nos a todos empobrecidos quase ao nível dos sem-abrigo.

Por cá, os nossos políticos, continuam os mentirosos de sempre e o mais grave é que o povo continua a acreditar neles. 

Alguém, numas circunstâncias de aperto, dizia "organizem-se porra se não querem a continuar a ser f...os"

APRe!, que é demais.



Publicado por DC às 12:16 de 02.09.13 | link do post | comentar |

DEUSES E PAPAS

Afinal Deus existe! O papa emérito falou com Ele.

Não foi a bagunça que existirá na governação da cúria romana e em torno dela. Não foi a pressão exercida pelo lobby gay em encobrir os casos de pedofilia espalhados pelo mundo católico. Não foi a influência desse e de outros lobbys no tráfico e negócios das mais variadas naturezas e níveis, em que o banco Ambrosiano andou metido. O chamado Banco do Vaticano  (que agrega o banco Ambrosiano e o católico de Vêneto), que gere os, interessantes,  negócios romanos, fez tombar vários papas cardeais e bispos, para só falar de gente crescida.

Tudo isto seria mais que suficiente para que Bento XVI tivesse mandado às ortigas tal corja, perdão cúria queria eu escrever, e renunciado ao cargo. Contudo, segundo ele próprio terá afirmado, foi Deus que lhe pediu para o fazer. Ficamos sem saber com que motivos e em que termos foi feito tal pedido. Será mais um segredo de Fátima?

Os pobres são cada vez em maior número, em Portugal como por esse mundo fora. Alegra-nos o espírito (ainda que não nos ajude a ir ao merceeiro) o facto do papa Francisco reconfirmar que temos uma igreja a defender os pobres. Pela parte que me toca ficava mais satisfeito que ele comprometesse a igreja no combate à pobreza e às injustiças mundanas e do espírito.

Que é inovador não hajam duvidas. Deus a fazer um pedido a um mortal.



Publicado por DC às 12:29 de 22.08.13 | link do post | comentar |

FARSANTES E EXTERMINADORES

Parece que temos um governo de farsantes e exterminadores (contando com o apoio da primeira figura do Estado). Figuras de um teatro de uma vida real, com peças levadas à cena em vários atos, cuja conjugação resulta de uma política de ataque a tudo o que seja do mundo laboral, a funcionários públicos, a pensionistas e tudo o que cheire a Estado. É o endeusamento, puro e simples, da iniciativa privada e do mercado.

A canalhice de desrespeitar a palavra dada e de fazer o contrário do afirmado em tempos de oposição ou em campanha eleitoral é tão grande que até admira como o povo se não revolta e não assume, através de comissões had-hoc, tomar nas próprias mãos a organização de novas formas de fazer política.

Chegamos a este estado de coisas devido a um processo conjugado de uma política do “bota-abaiso” do PCP/BE associados à direita, à incoerência do PS e ao laxismo, putativamente obscurantista, do eleitorado. Já não há forças telúricas revoltosas embora se viva sob uma ditadura disfarçada de democracia. A ditadura dos mercados e da especulação financeira.

Os primeiros andam, desde as datas das suas respectivas certidões de nascimento, com o, quase, único objectivo o de derrubar governos. A direita sempre foi contra a existência de Estados capazes de controlar e enfrentar grupos económicos organizados e especulativos, sempre foi contra qualquer Estado com praticas socializantes e tudo faz para o reduzir a nada.

A direita esforça-se para exterminar o Estado colocando o sector privado como dogma quase absoluto. O PS há muito perdeu o Norte e não consegue encontrar quaisquer coordenadas depois que o partido se deixou aprisionar pelos grupos neo-religiosos e se entregou, de alma e coração, aos banqueiros.

Os cidadãos, tanto social como política e partidariamente, nunca assumiram verdadeiramente o exercício da cidadania. Não sabemos o que é, concretamente, a democracia representativa e da democracia direta ninguém demonstra interessar-se em praticar.

É fácil, não é barato nem dá milhões, dizer que os políticos são os culpados de tudo o que de mau acontece no país, que os políticos são todos uns malandros (é quase sempre verdade) e que a culpa é sempre dos outros (é quase sempre mentira) e assim vamos vivendo, governados por artistas quase sempre iguais aos espectadores. Farsantes de um teatro que, queiramos ou não, é sempre nosso.



Publicado por Otsirave às 21:35 de 13.05.13 | link do post | comentar |

REFORMAS QUE O ESTADO PRECISA

Convenhamos que por ingenuidade, mau feitio, incompetência ou teimosia ideológica o governo, o PSD e CDS não foram, não têm sido e não demonstraram, até agora, ser sérios no seu relacionamento com os parceiros sociais e com as oposições, muito especialmente com o outro parceiro de assinatura do memorando, o PS.

É verdade que, desde a aprovação da primeira versão da Constituição, sobretudo em consideração do princípio da igualdade de tratamento para todos os cidadãos, nas mais variadas matérias e áreas de atividade do Estado são exigidas alterações/reformas quer quanto à sua organização como no modo da sua relação com os contribuintes. Coisa que, em grande parte e nas mais diversas estruturas, continua por realizar.

Em certas situações essa relação até se degradou. O caso mais sério e degradante, que urge tratamento adequado, respeita à captura do Estado por parte dos partidos e respectivas famílias políticas, aos mais diversos níveis do aparelho estatal.

Os partidos estão capturados por quem controla os seus aparelhos e o Estado deixou-se capturar pelos partidos. Qualquer reforma/refundação que não termine com tais capturas não será, nunca, uma verdadeira reforma do Estado.

Os casos de conflitos de interesses e corrupção, atribuídos aos políticos, atingiram tal monta que o seu número e gravidade se perdem no limbo do tempo e não é, humanamente, possível elenca-los a todos. Tais práticas prejudicam, pela generalização, quem seja sério, corroem a democracia e minam a confiança do eleitorado junto das forças partidárias.

Tornar clara a relação do Estado com os partidos, com todas as formas de organização privadas e com os cidadãos em geral, bem como estabelecer critérios de rigor na gestão dos recursos públicos, deveriam ser preocupações de generalidade das forças políticas e da sociedade no seu todo.

Além das profundas e necessárias alterações no âmbito da justiça é forçoso que se estabeleçam mecanismos de controlo que impeçam a promiscuidade dos aparelhos partidários com os sectores do Estado seja a nível central como a nível regional e autárquico. A todos os sectores deve ser exigido total transparência processual e universalidade de acesso em todos os concursos.

Toda e qualquer instituição que utilize dinheiro proveniente, direta ou indiretamente, dos contribuintes deve ser obrigada a divulgar todos os gastos, nomeadamente publicação electrónica.

Por outro lado qualquer debate credível que seja encetado sobre mudanças estruturais e orgânicas devem partir de uma base zero. Isto é, sector a sector, envolvendo, também, a própria sociedade académica e civil e sem canhestros estudos prévios mas contando com as experiencias adquiridas. Escalpelizar sobre que serviços e respectiva qualidade os cidadãos querem que o Estado lhes proporcione e quanto estão dispostos a suportar, via impostos e diretamente.

Naturalmente que em tal debate é obrigatório que sejam acautelados o conjunto dos direitos fundamentais, constitucionalmente consagrados, no âmbito das obrigações do Estado para com a comunidade, conforme a cultura europeísta prevista num “Contrato Social”. Garantindo o fornecimento das necessidades de interesse geral que nunca, por razões óbvias de autonomia e de universal acesso, podem ser colocadas nas mãos de privados.

Estranho, muito estranho (ou não será?) é que José Seguro e o seu Partido Socialista não venham a público com algumas propostas desta natureza.

Não admira que algumas das velhas raposas socialistas já rondem o poleiro, convictos que Seguro perdeu a corrida do tempo e das ideias renovadoras do Estado. Não soube, ou não quis, aproveitar, inclusivamente, as recomendações do Tribunal de Contas, cujo presidente até é um camarada seu. Ironias que os políticos tecem e os contribuintes pagam.



Publicado por Zé Pessoa às 12:50 de 24.01.13 | link do post | comentar | ver comentários (3) |

Orçamento 2013, a moca da austeridade

O mago Gaspar acaba de anunciar, qual douta milagrosa anunciação, a vinda de um novo pacote de austeridade. Sempre a mesma receita.

Esta gente quer corrigir em tempo record (três/quatro anos) o regabofe que, políticos e banqueiros, andaram a incutir no povo durante quase 20 anos (foi a partir do 1º governo de Cavaco silva a propósito dos fundos de Bruxelas, lembram-se?).

Agora dão-nos com a moca da austeridade, sem apelo nem agrado e às cegas, e, acima de tudo, aos que menos beneficiaram do famigerado regabofe do novo-riquismo.

Das medidas anunciadas sobressaem:

A redução o número de escalões de IRS de 8 para 5, aumentando por via disso a taxa efectiva de IRS, e introduzindo simultaneamente, ainda, uma sobretaxa de 4 pontos percentuais sobre os rendimentos auferidos em 2013. A taxa média efetiva passa de 8,8 para 11,8% (mais 3%). Se considerarmos Com a sobretaxa, a taxa média efectiva de IRS passa de 9,8 para 13,2%, (mais 3,4%).

O próprio Ministro reconhece confessadamente que no conjunto as medidas, Gaspar correspondem a um «enorme» aumento de impostos.

Quem lhe poderá atribuir a penitência, ou será que só a excomunhão lhe seria apropriada? Há atenção do Sr. Bispo Torgal Ferreira.

Sobre a consolidação orçamental, Vítor Gaspar falou num «ajustamento sem precedentes», com o défice estrutural primário a diminuir «cerca de 6% em 2011 e 2012». Não será isto de loucos, quer troicos como dos capatazes da governação interna?

A única coisa de positivo anunciada, para alguns contribuintes, reside no facto da promessa de reposição de 1,1 subsídios aos funcionários, pensionistas e reformados públicos e empresas publicas para o efeito equiparadas, a quem, em 2012, foram extorquidos.

Do lado da despesa, segundo Vítor Gaspar, o Governo compromete-se a alcançar poupanças significativas, na ordem dos 4 mil milhões de euros até 2014. Assume a intenção de usar todos os meios legais para garantir a redução dos custos no que diz respeito às PPP, repondo a justiça entre as partes. Não lhes parece que de intenções estão o céu e o inferno cheios?

Luxos e vícios (- Agravamento do imposto sobre transacções financeiras; - Aumento da tributação sobre tabaco e bens de luxo) têm a ameaça de vir a ser tributados não se sabendo ainda qual o agravamento. Provavelmente ainda esta no segredo do deus A.B. que se fosse meu aluno da primeira fase de escolaridade não sei se faria a antiga quarta classe, mesmo em processo de alfabetização de adultos.



Publicado por Zé Pessoa às 17:57 de 03.10.12 | link do post | comentar |

Que Deus nos valha

Deve ser por isso que nós já pouco valemos e como andamos sempre com o credo na boca.

Quando Deus fez o mundo, para que os homens prosperassem decidiu dar-lhes apenas duas virtudes. Assim: - Aos Suíços fê-los estudiosos e respeitadores da lei(?)
- Aos Ingleses, organizados e pontuais..
- Aos Argentinos, chatos e arrogantes (?)
- Aos Japoneses, trabalhadores e disciplinados.
- Aos Italianos, alegres e românticos.
- Aos Franceses, cultos e finos (?)
- Aos Portugueses, inteligentes, honestos e políticos.
O anjo anotou, mas logo em seguida, cheio de humildade e de medo, indagou:
- Senhor, a todos os povos do mundo foram dadas duas virtudes, porém, aos portugueses foram dadas três! Isto não os fará soberbos em relação aos demais povos da terra?
- Muito bem observado, bom anjo! exclamou o Senhor. Isto é verdade! - Façamos então uma correção! De agora em diante, os portugueses, povo do meu coração, manterão estas três virtudes, mas nenhum deles poderá utilizar mais de duas simultaneamente, como os demais povos!
- Assim, o que for político e honesto, não pode ser inteligente. - O que for político e inteligente , não pode ser honesto. - E o que for inteligente e honesto, não pode ser político.!!!!!!
Palavras do Senhor !!!.



Publicado por Zurc às 12:44 de 03.10.12 | link do post | comentar |

2018, O ANO SANTO DOS PORTUGUESES

Não é previsto que acabe o mundo nem que se verifique a ressurreição de nenhuma vida daquelas já acabadas, ou seja a chegada de nova vida para além da morte como muita gente, ainda, acredita e algumas igrejas apregoam.

Pondo de lado, com o devido respeito, crenças e religiões chama-se à atenção dos portugueses para a importância, quase vital, do ano de 2018.

Segundo suas santidades o papa Pedro Passos, os cardeais Gaspar e Relvas, além de outros bispos governativos, 2018 será o ano sagrado do regresso do período das luzes dos portugueses e de Portugal.

Ele é o regresso dos feriados, ainda não retirados totalmente, já é prometido para aquele sagrado ano o seu retorno;

É a devolução, ainda que sem reposição do sacado e provavelmente não na totalidade, dos subsídios de férias e de Natal aos funcionários públicos e outros similares que nem como tal eram considerados face à lei de vínculo laboral;

É o ano da devolução dos benefícios fiscais e das taxas moderadoras aos níveis do século passado;

É o ano do regresso das taxas de desemprego a níveis inferiores de cinco por cento considerada como taxa técnica admissível numa economia desenvolvida e em pleno funcionamento;

É o ano do regresso dos preços dos transportes públicos de passageiros e dos respectivos descontos a reformados e pensionistas, a jovens e famílias de fracos recursos económicos;

É o ano do regresso do funcionamento competente e em tempo útil dos tribunais;

É o ano do regresso do respeito pelos mais elementares princípios de justiça económica e social, segundo as capacidades e as responsabilidades que a cada um devem ser inculcadas;

É o ano do regresso da aplicação e respeito pelos mais elementares direitos e obrigações consagrados na Constituição da República e nas leis com ela conexas;

Enfim, a esperança é (deve ser) a ultima a desfazer-se e 2018 é um ano de esperança, pelo menos para o governo e para a igreja católica a avaliar pelo acordo em torno dos feriados, e não só.



Publicado por DC às 10:47 de 11.05.12 | link do post | comentar | ver comentários (3) |

Transportes publicos, a febre privatizadora

Alemães, ingleses e franceses ao ataque às empresas públicas de transpores portuguesas. Os primeiros através da empresa Arriva, do grupo Deutsche Bahn, a dizer-se disposta a assumir a privatização da carris e os segundos através da Veolia/transdeve a pretenderem, conjuntamente a carris e o metro.

Não admira, portanto, que a troika europeia venha fazendo tão descomunal pressão ao ponto de afirmar que as empresas de transportes têm de passar a dar lucros à custa dos preços dos tarifários, coisa que em nenhuma parte do mundo civilizado sucede, salvo os transportes de mercadorias.

Os transportes de passageiros têm os chamados custos sociais, de apoio às demais actividades económicas e por via disso suportados, em parte, por outras fontes de receitas que não as directas dos bilhetes. Por tais razões existem os passes sociais de apoio às classes sociais mais desfavorecidas economicamente e, genericamente, à classe média que viver dos rendimentos do seu trabalho.

Provavelmente quem, actualmente, assume o leme da governação deste país é parte interessada em tais concessões privatísticas. Por tais circunstâncias, associadas à prolongada crise, é que já andam bastante mais vazios os transportes publicos, mesmo vendo-se, em simultâneo, menos automóveis em circulação.

Com este evoluir económico, político e social tanto o rendimento interno como o rendimento nacional baixarão drasticamente e a grande maioria, a médio prazo, passaremos a viver dos resquícios esqueléticos que os investidores estrangeiros, proprietários das empresas que operam em Portugal, nos quiserem deixar.  



Publicado por DC às 12:47 de 15.09.11 | link do post | comentar |

Explicar o BCE na esplanada do café

Assim até os tolos entendemos, é isso que têm e pretendem continuar a fazer de nós cidadão, também com culpas próprias, pelo menos por omissão e acomodamento.

 

A Primavera esmerou-se. Um sol agradável acariciava-nos na esplanada do café à beira da minha porta. A chegada do Senhor Antunes, o mais popular dos meus vizinhos, deu ensejo a uma lição sobre Europas e finanças a nós todos que disto pouco ou nada percebemos.

- Oh Sô Antunes explique lá isso do Banco Central Europeu, aqui à rapaziada do Café.

- Então vá, vá lá, Só por esta vez. O BCE é o banco central dos Estados da UE que pertencem à zona euro, como é o caso de Portugal.

- E donde veio o dinheiro do BCE?

- O capital social, o dinheiro do BCE, é dinheiro de nós todos, cidadãos da UE, na proporção da riqueza de cada país. Assim à Alemanha correspondeu 20% do total. Os 17 países da UE que aderiram ao euro entraram no conjunto com 70% do capital social e os restantes 10 dos 27 Estados da UE contribuíram com 30%.

- E é muito, esse dinheiro?

- O capital social era 5,8 mil milhões de euros mas no fim do ano passado foi decidido fazer o 1º aumento de capital desde que há cerca de 12 anos o BCE foi criado, em três fases. No fim de 2010, no fim de 2011 e no fim de 2012 até elevar a 10,6 mil milhões o capital do banco.

- Então se o BCE é o banco destes Estados pode emprestar dinheiro a Portugal, não? Como qualquer banco pode emprestar dinheiro a um ou outro dos seus accionistas.

- Não, não pode.

- ??

- Porquê? Porque... porque, bem... são as regras.

- Então a quem pode o BCE emprestar dinheiro?

- A outros bancos, já se vê, a bancos alemães, bancos franceses ou portugueses.

- Ah percebo, então Portugal, ou a Alemanha, quando precisa de dinheiro emprestado não vai ao BCE, vai aos outros bancos que por sua vez vão ao BCE e tal.

- Pois.

- Mas para quê complicar? Não era melhor Portugal ou a Grécia ou a Alemanha irem directamente ao BCE?

- Não. Sim. Quer dizer... em certo sentido... mas assim os banqueiros não ganhavam nada nesse negócio!

- ??!!..

- Sim os bancos precisam de ganhar alguma coisinha. O BCE de Maio a Dezembro de 2010 emprestou cerca de 72 mil milhões de euros a países do euro, a chamada dívida soberana, através de um conjunto de bancos XPTO, a 1% e esse conjunto de bancos XPTO emprestaram ao Estado português e a outros Estados a 6 ou 7%.

- Mas isso assim é um "negócio da China"! Só para irem a Bruxelas buscar o dinheiro!

- Neste exemplo ganharam uns 3 ou 4 mil milhões de euros. E não têm de se deslocar a Bruxelas, nem precisam de levantar o cu o rabo da cadeira. E qual Bruxelas qual carapuça. A sede do BCE é na Alemanha, em Frankfurt, onde é que havia de ser?

- Mas então isso é um verdadeiro roubo... com esse dinheiro escusava-se até de cortar nas pensões, no subsídio de desemprego ou de nos tirarem o 13º mês, que já dizem que vão tirar...

- Mas, oh seu Zé, você tem de perceber que os bancos têm de ganhar bem, senão como é que podiam pagar os dividendos aos accionistas e aqueles ordenados aos administradores que são gente muito especializada.

- Mas quem é que manda no BCE e permite um escândalo destes?

- Mandam os governos dos países da zona euro. A Alemanha em primeiro lugar que é o país mais rico, a França, Portugal e os outros países.

- Deixa ver se percebo. Então os Governos dão o nosso dinheiro ao BCE para eles emprestarem aos bancos a 1% para depois estes emprestarem a 5 e a 7% aos Governos donos do BCE?

- Não é bem assim. Como a Alemanha é rica e pode pagar bem as dívidas, os bancos levam só uns 3%. A nós ou à Grécia ou à Irlanda que estamos de corda na garganta e a quem é mais arriscado emprestar é que levam juros a 6%, a 7 ou mais.

- Nós somos os donos do dinheiro e nós não podemos pedir ao nosso banco...

- Nós, nós, qual nós? O país, Portugal ou a Alemanha, é composto por gentinha vulgar e por pessoas importantes que dão emprego e tal. Você quer comparar um borra-botas qualquer que ganha 400 ou 600 euros por mês ou com um calaceiro que anda para aí desempregado com um grande accionista que recebe 5 ou 10 milhões de dividendos por ano, ou com um administrador duma grande empresa ou de um banco que ganha, com os prémios a que tem direito, uns 50, 100, ou 200 mil euros por mês. Não se pode comparar.

- Mas e os nossos Governos aceitam uma coisa dessas?

- Os nossos Governos, os nossos Governos... mas o que é que os governos podem fazer? Por um lado são na maior parte amigos dos banqueiros ou estão à espera dos seus favores, de um empregozito razoável quando lhes faltarem os votos. Em resumo, não podem fazer nada, senão quem é que os apoiava?

- Mas oh que porra de gaita então eles não estão lá eleitos por nós?

- Em certo sentido sim, é claro, mas depois... quem tem a massa é que manda. Não viu isto da maior crise mundial de há um século para cá?
Essa coisa a que chamam sistema financeiro que transformou o mundo da finança num casino mundial como os casinos nunca tinham visto nem suspeitavam e que ia levando os EUA e a Europa à beira da ruína? É claro, essas pessoas importantes levaram o dinheiro para casa e deixaram a gentinha que tinha metido o dinheiro nos bancos e nos fundos a ver navios. Os governos então, nos EUA e cá na Europa, para evitar a ruína dos bancos tiveram que repor o dinheiro.

- E onde o foram buscar?

- Onde havia de ser!? Aos impostos, aos ordenados, às pensões. Donde é que havia de vir o dinheiro do Estado.

- Mas meteram os responsáveis na cadeia.

- Na cadeia? Que disparate. Então se eles é que fizeram a coisa, engenharias financeiras sofisticadíssimas, só eles é que sabem aplicar o remédio, só eles é que podem arrumar a casa. É claro que alguns mais comprometidos, como Raymond McDaniel, que era o presidente da Moody's, uma dessas agências de rathing que classificaram a credibilidade de Portugal para pagar a dívida como lixo e atiraram com o país ao tapete, foram passados à reforma. O Sr. McDaniel é uma pessoa importante, levou uma indemnização de 10 milhões de dólares a que tinha direito.

- Oh Sor Antunes, então como é? Comemos e calamos?

- Isso já não é comigo, eu só estou a explicar
 

(autor desconhecido)



Publicado por DC às 15:04 de 31.05.11 | link do post | comentar | ver comentários (3) |

Que raio de Justiça é esta?

Procuradora com álcool perdoada.
Procurador liberta colega que conduzia alcoolizada.

Francisca Costa Santos, a procuradora libertada, conduzia em contramão com 3,08 g/l de álcool, e foi libertada porque o colega da magistrada considerou ilegal a detenção em flagrante pela Polícia Municipal.

[CM]



Publicado por [FV] às 10:41 de 20.05.11 | link do post | comentar | ver comentários (1) |

Começou a revolução!

Com a distância de quase 3 anos de ser escrito por Carlos Lacerda (2 de Julho de 2008), considerei pertinente lermos ou relermos este texto:

 

Está a acontecer na nossa rua e à nossa volta, e ainda não percebemos que a Revolução já começou!

As pessoas andam um bocado distraídas! Não deram conta que há cerca de 3 meses começou a Revolução! Não! Não me refiro a nenhuma figura de estilo, nem escrevo em sentido figurado! Falo mesmo da Revolução “a sério” e em curso, que estamos a viver, mas da qual andamos distraídos (desprevenidos) e não demos conta do que vai implicar. Mas falo, seguramente, duma Revolução.

De facto, há cerca de 3 ou 4 meses começaram a dar-se alterações profundas, e de nível global, em 10 dos principais factores que sustentam a sociedade actual. Num processo rápido e radical, que resultará em algo novo, diferente e porventura traumático, com resultados visíveis dentro de 6 a 12 meses… E que irá mudar as nossas sociedades e a nossa forma de vida nos próximos 15 ou 20 anos!

… tal como ocorreu noutros períodos da história recente: no status político-industrial saído da Europa do pós-guerra, nas alterações induzidas pelo Vietname/ Woodstock/ Maio de 68 (além e aquém Atlântico), ou na crise do petróleo de 73.

Estamos a viver uma transformação radical, tanto ou mais profunda do que qualquer uma destas!

Está a acontecer na nossa rua e à nossa volta, e ainda não percebemos que a Revolução já começou!

Façamos um rápido balanço da mudança, e do que está a acontecer aos “10 factores”:

1º- A Crise Financeira Mundial: desde há 8 meses que o Sistema Financeiro Mundial está à beira do colapso (leia-se “bancarrota”) e só se tem aguentado porque os 4 grandes Bancos Centrais mundiais - a FED, o BCE, o Banco do Japão e o Tesouro Britânico - têm injectado (eufemismo que quer dizer: “emprestado virtualmente à taxa zero”) montantes astronómicos e inimagináveis no Sistema Bancário Mundial, sem o qual este já teria ruído como um castelo de cartas. Ainda ninguém sabe o que virá, ou como irá acabar esta história!

2º- A Crise do Petróleo: Desde há 6 meses que o petróleo entrou na espiral de preços. Não há a mínima teoria de como irá terminar. Duas coisas são porém claras: primeiro, o petróleo jamais voltará aos níveis de 2007 (ou seja, a alta de preço é adquirida e definitiva!) e começarão rapidamente a fazer sentir-se os efeitos dos custos de energia. Por exemplo, quem utiliza frequentemente o avião, assistiu há 2 semanas a uma subida no preço dos bilhetes de… 50% (leu bem: cinquenta por cento). É escusado referir as enormes implicações sociais deste factor: basta lembrar que por exemplo toda a indústria de férias e turismo de massas para as classes médias (que, por exemplo, em Portugal ou Espanha representa 15% do PIB) irá virtualmente desaparecer em 12 meses! Acabaram as viagens de avião baratas (…e as férias massivas!).

3º- A Contracção da Mobilidade: fortemente afectados pelos preços do petróleo, os transportes de mercadorias irão sofrer contracção profunda e as trocas físicas comerciais (que sempre implicam transporte) irão sofrer fortíssima retracção, com as óbvias consequências nas indústrias a montante e na interpenetração económica mundial.

4º- A Imigração: a Europa absorveu nos últimos 4 anos cerca de 40 milhões de imigrantes, num movimento incessante e anacrónico (os imigrantes são precisos para fazer os trabalhos não rentáveis, mas mudam radicalmente a composição social de países-chave como a Alemanha, a Espanha, a Inglaterra ou a Itália). Este movimento irá previsivelmente manter-se nos próximos 5 ou 6 anos! A Europa terá em breve mais de 85 milhões de imigrantes!

5º- A Destruição da Classe Média: quem tem oportunidade de circular um pouco pela Europa apercebe-se que o movimento de destruição das classes médias (que julgávamos estar apenas a acontecer em Portugal) está de facto a “varrer” o Velho Continente! Em Espanha, na Holanda, na Inglaterra ou mesmo em França os problemas das classes médias são comuns e (descontados alguns matizes e diferente gradação) as pessoas estão endividadas, a perder rendimentos, a perder força social e capacidade de intervenção.

6º- A Europa Morreu: embora ainda estejam projectar o cerimonial do enterro, todos os Euro-Políticos perceberam que a Europa moribunda já não tem projecto, já não tem razão de ser, que já não tem liderança e que já não consegue definir quaisquer objectivos num “caldo” de 27 países com poucos ou nenhuns traços comuns!... Já nenhum Cidadão Europeu acredita na “Europa”, nem dela espera coisa importante para a sua vida ou o seu futuro! O “Requiem” pela Europa deu-se há dias na Irlanda!

7º- A China ao assalto! contou-me um profissional do sector: a construção naval ao nível mundial comunicou aos interessados a incapacidade em satisfazer entregas de barcos nos próximos 2 anos, porque TODOS os estaleiros navais do Mundo têm TODA a sua capacidade de construção ocupada por encomendas de navios… da China. O gigante asiático vai agora “atacar” o coração da Indústria europeia e americana (até aqui foi just a joke…). Foram apresentados há dias no mais importante Salão Automóvel mundial os novos carros chineses. Desenhados por notáveis gabinetes europeus e americanos, Giuggiaro e Pininfarina incluídos, os novos carros chineses são soberbos, réplicas perfeitas de BMWs e de Mercedes (eu já os vi!) e vão chegar à Europa entre os 8.000 e os 19.000 euros! E quando falamos de Indústria Automóvel ou Aeroespacial europeia…helás! Estamos a falar de centenas de milhar de postos de trabalhos e do maior motor económico, financeiro e tecnológico da nossa sociedade. À beira desta ameaça, a crise do têxtil foi uma brincadeira de crianças!

8º- A Crise do Edifício Social: As sociedades ocidentais terminaram com o paradigma da sociedade baseada na célula familiar! As pessoas já não se casam, as famílias tradicionais desfazem-se a um ritmo alucinante, as novas gerações não querem laços de projecto comum, os jovens não querem compromissos…

9º- O Ressurgir da Rússia: para os menos atentos: a Rússia está a evoluir tecnológica, social e economicamente a uma velocidade estonteante! Voltou a encontrar o seu orgulho e tem uma liderança. Em 5 anos ultrapassará a Alemanha!

10º- A Revolução Tecnológica: nos últimos meses o salto dado pela revolução tecnológica (incluindo a biotecnologia, a energia, as comunicações, a nanotecnologia e a integração tecnológica) suplantou tudo o previsto e processou-se a um ritmo 9 vezes superior à média dos últimos 5 anos!

Eis pois, a Revolução!

Tal como numa conta de multiplicar, estes dez factores estão ligados por um sinal de “vezes” e no fim têm um sinal de “igual”. Mas o resultado é ainda desconhecido e… imprevisível.

Uma coisa é certa; as nossas vidas vão mudar radicalmente nos próximos 12 meses e as mudanças marcar-nos-ão (permanecerão) nos próximos 10 ou 15 anos.

Contrariamente a um comentador que muito estimo pelo seu brilho e inteligência (Carlos Magno, programa “Contraditório” da “Antena 1”, 13 de Junho) eu não acho que o Mundo está “a entrar num crepúsculo” (sic).

Espera-nos o Novo! Como em todas as Revoluções!

Um conselho final: é importante estar dentro do Novo! Da Revolução! Ir em frente! Sem medo!

Afinal, depois de cada Revolução, o Mundo sempre mudou para melhor!



Publicado por [FV] às 10:52 de 15.01.11 | link do post | comentar | ver comentários (2) |

O senhor 50 Vezes

O senhor 50 vezes justifica a existência dos "50 ladrões" do BPN e da SLN com a eventual má gestão dos "lixos" deixados por seus amigos e apoiantes.

Naturalmente que o actual governo e alguns comparsas não estão, de todo, isentos de culpas.

Porque deixaram fora da nacionalização partes importantes do grupo BPN como foi o caso da própria SLN e outras "barbearias" que escanhoaram os depósitos e outros valores colocados no famigerado banco?

Como é possível não se questionarem as sondagens que atribuem a vitória a este candidato que anda na politica há cerca de vinte anos sem assumir quaisquer responsabilidades do desastre em que vivemos. será que a salvaguarda do "direito à fome" lhe permite a lavagem de consciência?

Estranho mundo, este em que vivemos...



Publicado por Zurc às 15:05 de 30.12.10 | link do post | comentar |

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