Governos fracos - Governos fortes

Costuma dizer-se que quem é forte com os fracos é sempre fraco com os fortes. Os governos fracos são sempre fortes com seus iguais fracos com os foretes.

Se assim não fosse já teriam tomado estas medidadas:



Publicado por Otsirave às 19:28 de 16.05.13 | link do post | comentar |

CHIPRELIZADOS

A economia de casino fez pun!?

O verniz do sistema especulativo financeiro estalou e a guerra de interesses, entre as mafias europeias e russas, já há muito instaladas nos bancos, foi declarada, publicamente.

Não é certo nem seguro dizer quem vai sair a ganhar nem, tão pouco, se alguém, ao fim e ao cabo, chega a ganhar. O que já é, demasiadamente, sabido é quem perdeu e continua a perder, são as populações e as economias dos países.

A descumunal perda é no equilíbrio económico e social dos povos e nações que, paulatinamente, vão sendo destruídos sem apelo nem agrado, da maioria das vítimas.

Será que do estoiro do sistema de confiança bancário agora verificado no Chipre resulta algum ensinamento e melhoria no sistema? A ver vamos como diz ...



Publicado por DC às 19:53 de 25.03.13 | link do post | comentar | ver comentários (1) |

AGÊNCIAS DE NOTAÇÃO: O PODER DOS DEMÓNIOS

Muito se tem escrito e falado delas, sobretudo nos últimos anos, e pelas piores razões.

As chamadas agências de notação surgiram nos primeiros anos do século passado - 1909 e 1916, respetivamente a Moody`s e a Standard & Poor`s, por iniciativa privada de grandes magnatas da finança.

Uma e outra contam como sócios grupos de influência, cujo poder é superior ao de muitos países e respectivos governos. Acresce, ainda, o facto de os maiores desses grupos exercerem forte influência, tanto numa como na outra, como são o caso da Goldman Sachs, Barclays, FMR Corp ou Stat Street Corp.

Não admira, pois, que estas agencias funcionem como verdadeiros “gângsters” de manipulação de informação, subversão de elementos económicos e sangue sugas de pagamentos e subornos desonestos e indevidos cujos abusos, se mais divulgados, causariam vergonha aos cobradores do chamado “imposto revolucionário”.

Estes “demónios” propõem-se, com frequência, fazer avaliações classificativas «não solicitadas» como forma de chantagear as respectivas empresas às quais mais tarde enviam facturas de elevados honorários. Quem não aceita é, veladamente, ameaçada (e já sucedeu) com sucessivas notações em baixa até à destruição final.

O que causa espanto e só justificado por razões corruptas e de traficância de influências politicas via governantes é que Estados e nações como a França, a Alemanha, os EUA, o Japão e os mercados como o Mercosul e a União Europeia sejam manipulados por tais agências e as economias de certos países jogadas como se de roleta russa se tratasse.

É estranho mas é verdade, estes demónios continuarão a ferir mortalmente até que sejam desmascarados e abatidos. Toda a divulgação é pouca para desmascarar estes embustes.



Publicado por DC às 13:51 de 26.02.13 | link do post | comentar |

Portugal a Secar

Os nossos governantes colocam-nos, quase a todos, a secar.

É verdade que muitos dos portugueses tal como os gregos já somos tratados como aquele doente internado num hospital psiquiátrico que se atirou para o fundo de uma piscina com o intuito de se suicidar imediatamente um outro doente se atirou à piscina para o salvar.

Quando o director do estabelecimento (nesta rábula a Tróica) chamou o doente salvador, supostamente curado, e comunicou-lhe:

-Tenho boas e más noticias a comunicar-te:

-As boas são que vamos dar-te alta, visto teres demonstrado possuir capacidade racional para ultrapassares uma situação de crise, e salvares a vida de um doente. O teu acto mostra que estás recuperada!

-As más notícias são de que o doente, depois de o teres salvo, enforcou-se na casa de banho com o cinto do roupão,

.Lamentamos imenso, mas está morto.

E o Passos Coelho respondeu:

 -Ele não se suicidou, eu é que o pendurei a secar!



Publicado por Zurc às 10:24 de 17.09.12 | link do post | comentar |

Precisávamos, agora, de um...

Era oriundo de famílias aristocráticas e descendente de flamengos. O pai deixou de lhe pagar os estudos e deserdou-o.  

Trabalhou, dando lições de inglês para poder continuar o curso.

Formou-se em Direito.

Foi advogado, professor, escritor, político e deputado.

Foi também vereador da Câmara Municipal de Lisboa.

Foi reitor da Universidade de Coimbra.

Foi Procurador-Geral da República.

Passou cinquenta anos da sua vida a defender uma sociedade mais justa.

Com 71 anos foi eleito Presidente da República.

Disse na tomada de posse: "Estou aqui para servir o país. Seria incapaz de alguma vez me servir dele..."

Recusou viver no Palácio de Belém, tendo escolhido uma modesta casa anexa a este.

Pagou a renda da residência oficial e todo mobiliário do seu bolso.

Recusou ajudas de custo, prescindiu do dinheiro para transportes, não quis secretário, nem protocolo e nem sequer Conselho de Estado.

Foi aconselhado a comprar um automóvel para as deslocações, mas fez questão de o pagar também do seu bolso.

... Manuel de Arriaga, o primeiro Presidente da República Portuguesa.

 



Publicado por DC às 09:20 de 07.11.11 | link do post | comentar |

O conselho de estado pede o impossível

O presidente entendeu reunir os “senadores” pela primeira vez neste seu segundo mandato na presidencia. Quem espera-se alguma novidade, que dali pode-se sair, enganou-se.

 A declaração proferida pelo presidente constitui o habitual auto-justificativo de preocupações “eu avisei!” acrescentando que “Decidi de imediato ouvir os membros do Conselho de Estado, os quais se pronunciaram no sentido de o Governo e os partidos representados na Assembleia da República realizarem um esforço adicional para chegar a um compromisso tão rapidamente quanto possível e antes da próxima quarta-feira, dia em que terá lugar a votação na generalidade da proposta de Orçamento para 2011.”

Como poderá haver algum entendimento sendo verdade que, conforme noticias publicamente conhecidas, em 2012 exigem que os portugueses paguem mais do que recebem?

Quem, honestamente, poderá pagar um aumento de juros superiores a 25% conforme está previsto que aumente nos encargos da divida que o Estado terá de suportar, circunstancia que alem de não permitir qualquer amortização faz, isso sim, disparar a divida entrando numa espiral de suicido económico colectivo. Conforme documento apresentado pelo governo na AR só este ano ainda terão de ser pagos mais de 6 mil milhões e em 2012, tal extorsão, irá alem dos 8 mil milhões, sem qualquer amortização.

Além do actual governo ter apresentado um projecto de Orçamento em que mandou para as ortigas quaisquer perspectivas ou propostas com vista ao crescimento económico, as recentes declarações de Passos Coelho são, absolutamente, desconcertantes ao vir dizer que todos e o país temos de empobrecer. Se empobrecemos como podemos cumprir com as obrigações perante os credores. Não é isto contraditório?

Cá como em Bruxelas, Berlim ou Paris pedem coisas impossíveis de concretizar. Esta gente não são avestruz são outra coisa qualquer que eu não sei nomear.

Enquanto o país e a Europa continuarem a ser governados por estes, medíocres, políticos os povos continuarão a verter lágrimas, suor e sangue.



Publicado por Zé Pessoa às 12:07 de 26.10.11 | link do post | comentar | ver comentários (2) |

NA MADEIRA É ASSIM, UM OÁSIS DE IMPUNIDADE?

 

          & 

No próximo domingo dia 9 de Outubro os madeirenses vão a votos. Provavelmente (ao contrario do sucedido no continente) tudo ficará como dantes, ou talvez não.

Há uns tempos atrás veio a publico, a propósito dos desastres ocorridos, na ilha, pelos temporais, que o coordenador do Ministério Público na Madeira quereria apurar eventuais responsabilidades pelo que se passou e abriu um inquérito para investigar se houve crime de ordenamento de território. Afinal havia outros (buracos, não crimes já se vê!) que só agora foram destapados. Aqueles nunca chegaram (e algum dia serão?) a ser do conhecimento público.

A reacção imediata do presidente da Região Autónoma (agora a proclamar independência como um qualquer menino mimado e chantagista), Alberto João Jardim, veio dizer que se tratam de «declarações absolutamente extemporâneas, fora de contexto, sem qualquer instrução». Alias, como sempre, tudo o que lhe desagrade é descontextualizado. O Rei tem a sua contextualidade própria que até um tal de Sr. Silva muito respeita e parece até venerar venealmente.

Alberto João chegou mesmo a afirmar que o que o procurador-geral da República transmitiu ao coordenador do Ministério Público na Madeira foi que «facilitasse tudo ao máximo». Pelos vistos tem sido com tantas facilidades proporcionadas por certos “cubanos do contenente” é que o Senhor Adamastor se tem governado e se dado a luxos de esbanjamento e esbulho dos dinheiros publicos extorquidos a contribuintes continentais.

Que houve e há erros graves de ordenamento do território, como de desvios e má gestão de dinheiros publicos, ninguém duvida. Perante as imagens que se puderam/podem observar não só nas regiões autónomas como em todo o país também ninguém tem duvidas de que as maiores responsabilidades são dos respectivos municípios, respectivos serviços técnicos e titulares dos respectivos cargos publicos.

O que os inquéritos devem identificar é, em concreto, quem são as pessoas a responsabilizar e a sancionar de forma inequívoca, exemplarmente e criminalmente. O Ministério Publico terá de ser mais consequente na conclusão dos referidos inquéritos e tornar as suas respectivas conclusões (quando essa divulgação já não colida com o interesse investigatório com vista às respectivas punições) do conhecimento dos cidadãos sob pena de não ser feita justiça e continuar alimentar-se a dúvida e a suspeição de que a mesma é uma miragem só aplicável a “pés descalços”.



Publicado por DC às 09:32 de 06.10.11 | link do post | comentar | ver comentários (1) |

Santana, o homem que deixou de andar por aí

O Dr. Pedro Miguel de Santana Lopes acaba de ser empossado como Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. É caso para dizer “nossa Senhora tenha misericórdia dos dinheiros provenientes dos jogos de sorte e azar e de outros proventos destinados a fins eminentemente de natureza social.

Os vogais que o acompanham, à mesa deste poderoso orçamento, são o Dr. António Santos Luis que assume a Vice-Provedoria e as Dras. Odete Maria Costa Laranjeira Farrajota Leal , Leonor Cristina Cortês Rodrigues Lemos Araújo alem dos Drs. José Pires Antunes,  António Martins Barata e Manuel João Beatriz Afonso.

Segundo a opinião de muito boa gente a ida para a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa não serve para outro fim que não seja o de servir de trampolim para que o homem que, conforme na altura muito foi divulgado, deixou na penúria a Figueira da Foz, em só mandato que por ali cumpriu, para prepara o lastro que lhe permitirá “assalto” à câmara desta cidade/capital. Será?

Não tardará muito tempo para se tirarem conclusões de tais, especulativas, opiniões.



Publicado por Zurc às 10:31 de 16.09.11 | link do post | comentar | ver comentários (3) |

A indecência como factor político

por BAPTSITA-BASTOS - DN 07.09.11

Um vistoso grupo de militantes graduados do PSD tem desancado, sincronizadamente, os aumentos de impostos. De repente, Manuela Ferreira Leite, Marques Mendes, Marcelo Rebelo de Sousa e quejandos, movidos por irresistível estremecimento de bondade, fizeram-se paladinos dos desfavorecidos. E as frases utilizadas, para se demarcarem das decisões de Passos Coelho, poderiam, acaso, ser subscritas pelos mais tenazes antagonistas de Esquerda.

Mas as razões destas acerbam críticas não são tão ocultas quanto isso. Aqueles, e outros mais, detestam o presidente do PSD, desde o dia em que venceu as eleições internas, e estremeceram de horror quando derrotou o PS e se tornou primeiro-ministro. O ajuste de contas dos ressentidos pertence aos domínios da arqueologia do ódio, e ódio velho não cansa. O pretexto para estas sarrafadas nos lombos de Passos Coelho é a política fiscal. Podia ser outro, mas é este porque corre ao lado da antipatia popular. Nem um dos críticos sente um pingo de emoção pelas angústias e pesares da plebe. O oportunismo leva-os a esta falta de pudor.

Imediatamente a seguir, Passos Coelho, que é nhurro e senhor do seu nariz, informou que vêm aí mais impostos. Foi no encerramento da Universidade de Verão do PSD, e fê-lo com desconcertante frieza, como se a afirmação resultasse de uma inevitabilidade. Não é. Nem as decisões do Governo sobre fiscalidade constituem a única via para a solução dos problemas gerais.

Somos o pião das nicas nestas jogadas indecentes. A teimosia de uns e as pequenas vinganças pessoais de outros, desregradas e vãs, não constituem sinais de grandeza, mas sim anúncios de martírio. E este Governo, com o vício imaginativo segundo o qual a maioria permite tudo, está a cavar a própria sepultura, arrastando-nos consigo.

As quezílias deles, são entre eles. Porém, somos atingidos com uma violência inaudita. O cerco a Passos Coelho, feito pelos seus "companheiros" com verdete, não atenua as nossas desgraças. Ferreira Leite, Mendes, Marcelo e assemelhados, quando estiveram no poder, fizeram o mesmo ou pior. Possuo uma lista inesquecível das malandrices então praticadas. Está-lhes na massa do sangue, na ideologia e na prática política. Nenhum é melhor do que o outro, porque todos nasceram de idênticas malformações. Perdeu-se o sentido de Estado, no que a expressão significa de missão e de entrega. Os laços sociais, estrutura fundamental da sociedade, dissolveram-se, talvez irremediavelmente. Considera-se o ser humano não como participante, mas como o oposto, o antagonista, o inimigo. A nossa cultura induz-nos a caminhar para o que está condenado, ignorando a imanência das verdades e a necessidade de se descobrir outro paradigma. Esta gente não está cá para ajudar ninguém. Como se tem visto.



Publicado por DC às 14:17 de 08.09.11 | link do post | comentar |

Garantir o futuro, dos mesmos pois claro

Garantir um lugar futuro nas empresas privadas que agora adquirem as empresas públicas é a politica de qualquer ministro que se preze.

Antes foram a PPP (parcerias público-privadas), agora são a privatização das empresas públicas “ao melhor preço” diz Pedro Passos Coelho. O BPN também foi ao melhor preço e os portugueses já sentem isso.

Ainda só vão dois meses de governo e Até já os laranjinhas estão a dar mostras de descontentamento tal é o monte de estragos politico, económico e social.



Publicado por DC às 08:58 de 02.09.11 | link do post | comentar | ver comentários (8) |

A NOVA SITUAÇÃO POLÍTICA
(Nós aqui, no LUMINÁRIA, preferiríamos substituir o adjectivo Nova pelo "Actual" na medida em que de nova apenas e não é pouco, para mal das nossas penas, o aprofundado agravamento que se avizinha e apregoado até à exaustão como se de uma coisa positiva se trata-se. Parece aquele desígnio que afirma "uma mentira tantas vezes repetida que acaba por se tornar verdade.)

Portugal tem agora uma nova situação política com uma aliança das forças liberais e conservadoras. Os portugueses que votaram e os que não votaram não apostaram nas esquerdas para resolver a situação!
Essa deve ser a grande questão que deve ser respondida! Porquê? A segunda grande questão será -como vai ser o futuro? Estão em curso diversas análises e auto-críticas que me dispenso enumerar. Parece-me todavia relevante fazer algumas considerações muito rápidas:


-Não basta dizer aos trabalhadores para resistirem e aos sindicatos para lutarem contra as políticas de austeridade. Sem uma alternativa política de esperança a médio prazo temos a sensação de que tudo se parece com o mito de Sísafo -levar a pedra ao cimo da montanha para depois a deixar cair outra vez! As esquerdas (PS, PCP, BE e outras forças sociais e cívicas)terão que resolver com tempo e paciência o nó que as impede de criarem uma alternativa como as direitas o têm feito sempre que os seus interesses assim o exigem!

-Nesse sentido faz todo o sentido perguntar a razão de muitos votantes ficarem em casa e a maioria votar nas direitas. Mal ou bem tiraram a conclusão que a solução da situação não passava pelas esquerdas? Uma parte da esquerda estava comprometida com a política de austeridade e a outra lavou as mãos, simplesmente!

-Assim é necessária a construção de uma alternativa com um programa adequado à nossa situação económica, sem escamotear a dívida .Uma alternativa capaz de apontar com fundamento um outro caminho para a Europa, para o euro e para Portugal. Só assim terão sentido as lutas sociais e sindicais!A luta pela luta é um projecto estéril que apenas anima alguns funcionários partidários ou sindicais. As manifes e greves gerais não terão qualquer sentido! Será apenas o desgaste das poucas energias que restam!

Ao contrário do que dizia um cronista do jornal Publico de hoje (26 de Junho) a esquerda não é irrelevante! Poderá a prazo sê-lo se não resolver o tal nó com que os interesses geoestratégicos e económicos a ataram. Isto apesar do Muro de Berlim já ter caído!Caramba, é obra!
 
artigo de A. Brandão Guedes in Bem-estar-no-trabalho


Publicado por Zurc às 15:31 de 28.06.11 | link do post | comentar | ver comentários (3) |

De quem descendemos nós?

Um jovem diplomata, em diálogo com um embaixador que viera a despacho com o ministro e enquanto esperavam que este os recebesse, revelava o seu inconformismo.

A situação económica do país é, deveras, muito complexa, os índices nacionais de crescimento e bem-estar, se bem que em progressão, revelavam uma distância, cada vez mais significativa, face aos dos nossos parceiros. Olhando retrospectivamente, tudo parece indicar que uma qualquer "sina" nos condena a esta permanente "décalage", que se aprofunda. E, contudo, olhando para o nosso passado, Portugal "partira" bem:

- Francamente, senhor embaixador, devo confessar que não percebo o que correu mal na nossa história. Como é possível que nós, um povo que descende das gerações de portugueses que "deram novos mundos ao mundo", que criaram o Brasil, que viajaram pela África e pela Índia, que foram até ao Japão e a lugares bem mais longínquos, que deixaram uma língua e traços de cultura que ainda hoje sobrevivem e são lembrados com admiração, como é possível que hoje sejamos o mais pobre país da Europa ocidental.

O embaixador sorriu, benévolo e sábio, ao responder ao seu jovem colaborador:

- Meu caro, você está muito enganado. Nós não descendemos dessa gente aventureira, que teve a audácia e a coragem de partir pelo mundo, nas caravelas, que fez uma obra notável, de rasgo e ambição.

- Não descendemos? - reagiu, perplexo, o jovem diplomata - Então de quem descendemos nós?

- Nós descendemos dos que ficaram por aqui...

 

Como diz o Zé das Esquinas, o Lisboeta a 20 de Junho de 2011 às 10:24

Gostava de voltar a ler aqui no Luminária, coisas sérias.
Faz tempos que não «vejo» aqui nada de jeito.
Só minudências e ressabios...
Onde pairam os ideais para uma possível melhor sociedade e vida que norteavam muito do que aqui se postava?
Andam todos escondidos? Ou «morreram»?

 

Nós, portugueses que por aqui ficamos, gostamos muito da má-língua. Coisas sérias obrigam a reflectir e cansam muito o cérebro. Cultivamos muito aquela ideia de mãe que dizia para a filha “chama-lhe p... a ela antes que ela te chame a ti”. A mãe lá saberia o que a filha andava a fazer!



Publicado por Zé Pessoa às 12:35 de 20.06.11 | link do post | comentar | ver comentários (2) |

PSD, onda privatizadora vai muito para além das exigências da troika

Segundo divulgação da Revistas transportes online

O programa eleitoral do PSD prevê que, “em tempo devido, o governo do PSD procederá à avaliação da potencial concessão das linhas e rotas da Carris, STCP e Metro de Lisboa”.

De acordo com o documento orientador das políticas daquele partido, as empresas que constituem o sector empresarial do Estado podem ser distribuídas em três grupos, correspondendo a diferentes abordagens no curto prazo.

“Em primeiro lugar, as empresas que se encontram em condições de serem alienadas no curto prazo, por critérios de posicionamento estratégico, eficiência operacional e estrutura de capitais (exemplos: TAP, ANA e CP Carga);

Em segundo lugar, as que, tendo um claro posicionamento estratégico e resultados operacionais positivos, têm uma estrutura financeira desequilibrada, sendo por isso, necessária uma solução para reduzir o seu nível de endividamento e, em alguns casos, proceder a uma prévia clarificação do modelo de funcionamento e relacionamento nos subsistemas sectoriais em que se enquadram (exemplos: Carris, STCP,);

Em terceiro lugar, as empresas que apresentam défices de natureza operacional e uma estrutura de capitais desequilibrada, para as quais o Estado deve, no sentido de acautelar o interesse público, e de forma prévia a qualquer processo de alienação/concessão:

i) proceder a um plano de recuperação operacional,

ii) proceder a uma reestruturação financeira,

iii) clarificar todo o modelo de relacionamento sectorial (exemplos: Refer, CP, Metro de Lisboa, Metro do Porto, Transtejo/Soflusa).”


A onda privatizadora é geral e genérica, indo da educação à saúde, passando pela segurança social aos transportes, sem esquecer a energia, as águas e tudo o mais que houver e seja capaz de produzir lucros.

Pelos vistos, sempre querem conseguir o desiderato “um presidente um governo e uma maioria (esta não será na Assembleia da Republica mas sim de empresários).

Desta feita o PSD parece querer cumprir a promessa de Cavaco Silva, feita quando prometeu que todos (quase todos) os portugueses iríamos ser accionistas, a quando da primeira onda privatizadora. Esquecem-se da razia de postos de trabalho destruídos sem qualquer alternativa que não seja engrossar as hostes dos subsidio-dependentes ou de emigrantes.



Publicado por DC às 10:32 de 13.05.11 | link do post | comentar | ver comentários (7) |

Um Isaltino na prisão?, finalmente!

Efeito ou não das pressões externas, parece que se começa a ver a luz ao fundo do túnel que media entre os actos de corrupção e as decisões judiciais.

Segundo avança, esta quarta-feira, jornal «Público» o Supremo Tribunal de Justiça terá rejeitou o pedido de anulação de pena de dois anos de prisão efectiva a que foi condenado Isaltino Morais no ano passado e fez subir para o dobro a indemnização cível a que estava sujeito a pagar.

«Tendo sido confirmada a condenação em definitiva e ela se vier a efectivar, embora seja mais um encargo a suportar pelo erário público as despesas do “hotel” é, todavia uma demonstração evidente que os poderosos começam a cair.

Em Junho do ano passado, já o Tribunal da Relação de Lisboa havia aplicado a Isaltino Morais uma pena de dois anos de prisão efectiva, pelos crimes de fraude fiscal e branqueamento de capitais mas (infelizmente na nossa opinião) anulou a pena de perda de mandato, de cuja pena o condenado recorreu.

A Relação condenou, alem da pena de prisão, ainda ao pagamento de uma indemnização cível de 197 266,88 euros, que agora, por decisão do Supremo, aumentou para 463 mil euros.

Da condenação, Isaltino Morais avançou também com recurso para o Tribunal Constitucional, de onde se aguarda a decisão final.



Publicado por Zurc às 12:53 de 04.05.11 | link do post | comentar |

Passos Coelho e Cavaco Silva

Estão brincando com a nossa cara

Então o que têm a dizer o Sr. Coelho e o Sr. Presidente da Republica que, um com a conivência do outro, empurraram o país para eleições antecipadas e agora, segundo tudo indica, é o mesmo pacote de austeridade, que foi chumbado no Parlamento pela oposição a 23 de Março, que vai servir «de ponto de partida» para o programa de ajuda que vai ser acordado com a União Europeia e com o Fundo Monetário Internacional?

Onde ficaram os “superiores interesses do país” tão apregoados pelo nosso máximo magistrado da nação?

O “pacote” vai ser aliviado ou mais agravado?

Vai existir maior ou menor partilha de sacrifícios ou o barco continuará a tombar para o mesmo lado?

Esperam-se respostas e ficam aqui registadas quem as deve dar.



Publicado por Zurc às 15:55 de 08.04.11 | link do post | comentar | ver comentários (1) |

Alberto João: Um momento de lucidez

Alberto João Jardim, que governa a Ilha da Madeira há mais de trinta anos, num regime “democrático” tipo Norte-coreano, teve um momento de lucidez quando se encontrava no WC a escanhoar-se e exclamou “estou descontente com os políticos actuais”.

Um verdadeiro sinal, dos tempos futuros, que nem o grande médium Gualdino Saloio seria capaz de descortinar.



Publicado por Otsirave às 18:44 de 02.04.11 | link do post | comentar | ver comentários (2) |

Reunião de senadores é hoje

Na sequência da reunião marcada para hoje às quinze horas será dissolvida a Assembleia da Republica e marcado o dia das eleições para uma nova legislatura.

É pouco, muito pouco, reunir tão ilustres figuras publicas, politicas e económicas para decidir, tão somente, o que já está decidido e toda a gente já conhece. Não seria possível irem mais além que isso tendo em conta a confrangedora situação em que Portugal e a sociedade portuguesa se encontram? É pena!

O Conselho de Estado é presidido pelo Presidente da República e composto pelos seguintes membros:

  Actualmente e depois de, previamente à reunião de hoje, ser dada posse a Bagão Felix, fica assim a respectiva composição:

Categoria

Membro

Presidente da República (Presidente do órgão)

Aníbal António Cavaco Silva

Presidente da Assembleia da República

Jaime José Matos da Gama

Primeiro-Ministro

José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa

Presidente do Tribunal Constitucional

RuiManuel Gens de Moura Ramos

Provedor de Justiça

Alfredo José de Sousa

Presidente do Governo Regional dos Açores

Carlos Manuel Martins do Vale César

Presidente do Governo Regional da Madeira

Alberto João Cardoso Gonçalves Jardim

Antigo Presidente da República eleito

António dos Santos Ramalho Eanes

Antigo Presidente da República eleito

Mário Alberto Nobre Lopes Soares

Antigo Presidente da República eleito

Jorge Fernando Branco de Sampaio

Designado pelo Presidente da República

Marcelo Nuno Duarte Rebelo de Sousa

Designado pelo Presidente da República

Maria LeonorCouc. Pizarro Beleza de Mendonça Tavares

Designado pelo Presidente da República

João Lobo Antunes

Designado pelo Presidente da República

António José de Castro Bagão Félix

Designado pelo Presidente da República

VítorAugusto Brinquete Bento

Eleito pela Assembleia da República

António de Almeida Santos

Eleito pela Assembleia da República

Antóniod' Orey Capucho

Eleito pela Assembleia da República

Manuel Alegre de Melo Duarte

Eleito pela Assembleia da República

José Joaquim Gomes Canotilho

Eleito pela Assembleia da República

Francisco José Pereira Pinto Balsemão



Publicado por Zé Pessoa às 12:02 de 31.03.11 | link do post | comentar |

o Sr. Sirva

Vossa Ex.ª é a pessoa que agora se assume, pelas atitudes que lhe são imputadas, como líder da oposição à governação socrática, não aparece aos olhos do povo como um desejavel, isento e mobilizador PR mas, mais não parece que um aparentado demagogo dos números, um malabarista de intenções mal fundadas e, ainda, menos fundamentadas, um agitador de manifestações, um ilusionista de expectativas, um merceeiro de contas furadas, um vendedor de ética que não comprova, um promotor de corruptos, um alarmista de informáticas escutas, um... de qualquer coisa de que não necessitávamos. O povo português não merecia isto, nem agora nem nunca.

É de esperar que este mesmo povo seja capaz de se recompor e de algo, muito profundamente, mudar, sobretudo ao nivél dos comportamentos e das atitudes sob pena de tudo continuar a afundar-se e com risco de queda colectiva no abismo.



Publicado por Zurc às 12:25 de 14.03.11 | link do post | comentar |

O «Polvo» BPN

Às vezes há silêncios muito comprometedores…

O BPN é, na sua essência, uma criação do PSD, sendo que essa insana criatura envolveu nomes muito sonantes deste partido e, mais ainda, dos seus apoiantes e, também, de alguns dos habituais oportunistas da praça que estão sempre do lado dos poderes, sejam eles quais forem.
Cavaco Silva não precisa de «nascer duas vezes» para ser correlacionado, também, com alguns dos actos e factos de alguns dos seus «ajudantes» nos vários governos a que presidiu e no partido que durante mais de uma década dirigiu. Nas suas altas funções, não poderia (nem pode) escolher ficar com os que lhe interessa e repudiar o desagradável. E estou certo que a sua superioridade moral não lho consente, apesar de, na política a verdade ser um poliedro.
Nós somos, todos, de algum modo, sempre, responsáveis por quem elegemos para junto de nós, a quem damos responsabilidades e abrimos as portas do futuro, nomeadamente nos negócios. Não irei ao ponto de chamar aqui a depor o dito popular de que «quem cala consente», porque, na verdade quem cala não diz nada. Mas às vezes há silêncios muito comprometedores…
Acontece, também, que o BPN não é uma criatura qualquer, desenraizada da política e, sobretudo, independente de uma constelação de negócios, empresas e interesses politico-privados sem conta. Desde logo nada seria sem a holding que o obrigava, a SLN, veículo de negócios do «polvo» que tudo isso constituía. Ora muito me surpreende que o BPN tenha sido nacionalizado – isto é, os prejuízos – e que aquela holding continue, embora com outro nome!, a passar completamente ao lado da tragédia que o BPN fez explodir nas finanças públicas e, logo, nos bolsos de todos os contribuintes.
Sou jurista e sou contribuinte, pelo que o que se me apresenta aos olhos não me deixa indiferente, até porque vou, também, ter de pagar o custo do descalabro do BPN sem receber dos lucros da SLN. E, aqui, há (diz-se) muito dinheiro, muito património, muita negociata escondida e, sobretudo, accionistas a apodrecer de ricos com um passado pouco lisonjeiro, tudo consagrado por uma incompreensível desconsideração jurídica de qu estamos perante um grupo económico.
Cavaco, que modestamente, sempre se apresentou como alguém que nunca se engana e raramente tem dúvidas, talvez não tenha reparado que os milhafres são os mesmos na holding e no banco e, outros, com poderes governativos e de regulação terão esquecido, também esse facto. Ou não lhes convém abordá-lo neste tipo triste de endogamia em que sobrevivem os políticos.
O buraco sem fundo que um bando de oportunistas, disfarçados de banqueiros e de empresários de elite, gerou nas finanças públicas merecia uma posição firme de todos os que não vivem à sombra dos conúbios partidários.
Em primeiro lugar, de Cavaco Silva.
Mas isso não seria suficiente. É que não se compreende que quem detém o poder político e, alegadamente, se pretende impoluto e se diz paladino na luta contra a corrupção não dê um passo em frente e reclame a nacionalização da ex-SLN. Assim, o dito buraco do BPN poderia ser, ao menos parcialmente, tapado com o pêlo do mesmo cão.
Coragem, senhores da política!

Parte de um artigo de opinião do Advogado António Vilar, publicado na Vida Económica de hoje.

 

Também eu, cidadão contribuinte, me custa muito não perceber porque se nacionalizaram os prejuízos (BPN) e não os lucros (SLN, hoje chamada Galilei). Acho mesmo que no dia em que todos nós entendermos mesmo esse porquê, talvez entendessemos de imediato porque existem tantas conivências entre os chamados três partidos do bloco central. E o sentido daquele dito popular «que uma mão lava a outra»…



Publicado por [FV] às 14:11 de 07.01.11 | link do post | comentar | ver comentários (37) |

O senhor 50 Vezes (II)

O senhor 50 vezes justifica a existência dos "50 ladrões" do BPN e da SLN com a eventual má gestão dos "lixos" deixados por seus amigos e apoiantes, não foi capaz (ao contrario do que diz) separar o exercio de Presidente do de candidato.

O senhor sério (com seriedade sem igual como pretende fazer entender nas suas próprias palavras), não teve a coagem de seguir o exemplo de Mário Soares ou de Jorge Sampaio que em iguais circunstancias prescindiram de fazer as respectivas mensagens de ano novo tendo para o efeito delegado em outras figuraras do Estado.

Depois do seu comportamento no ultimo debate televisivo e deste em dia de Ano Novo é caso para nos perguntarmos quem, efectivamente, estará   em desespero?

Quem é que andará a mentir aos portugueses fazendo-se passa por aquilo que não é?

Como diz o ditado " não basta à mulher de César ser séria também tem de o parecer" neste caso não basta parecer é preciso também sê-lo. E será que o é?

Como é possível não se questionarem as sondagens que atribuem a vitória a este candidato que anda na politica há cerca de vinte anos sem assumir quaisquer responsabilidades do desastre em que vivemos. será que a salvaguarda do "direito à fome" lhe permite a lavagem de consciência?

Estranho mundo, este em que vivemos...



Publicado por Zurc às 15:47 de 02.01.11 | link do post | comentar | ver comentários (3) |

A fábula do Raposo e do Coelho

Caro dr. Jorge Coelho, como sabe, V. Exa. enviou-me uma carta, com conhecimento para a direção deste jornal. Aqui fica a minha resposta.

Em 'O Governo e a Mota-Engil' (crónica do sítio do Expresso), eu apontei para um facto que estava no Orçamento do Estado (OE): a Ascendi, empresa da Mota-Engil, iria receber 587 milhões de euros. Olhando para este pornográfico número, e seguindo o economista Álvaro Santos Pereira, constatei o óbvio: no mínimo, esta transferência de 587 milhões seria escandalosa (este valor representa mais de metade da receita que resultará do aumento do IVA).

Eu escrevi este texto às nove da manhã. À tarde, quando o meu texto já circulava pela Internet, a Ascendi apontou para um "lapso" do OE: afinal, a empresa só tem direito a 150 milhões e não a 587 milhões. Durante a tarde, o sítio do Expresso fez uma notícia sobre esse lapso, à qual foi anexada o meu texto. À noite, a SIC falou sobre o assunto.

Ora, perante isto, V. Exa. fez uma carta a pedir que eu me retratasse. Mas, meu caro amigo, o lapso não é meu. O lapso é de Teixeira dos Santos e de Sócrates. A sua carta parece que parte do pressuposto de que os 587 milhões saíram da minha pérfida imaginação. Meu caro, quando eu escrevi o texto, o 'lapso' era um 'facto' consagrado no OE. V.

Exa. quer explicações? Peça-as ao ministro das Finanças. Mas não deixo de registar o seguinte: V. Exa. quer que um zé-ninguém peça desculpas por um erro cometido pelos dois homens mais poderosos do país. Isto até parece brincadeirinha.

Depois, V. Exa. não gostou de ler este meu desejo utópico: "quando é que Jorge Coelho e a Mota-Engil desaparecem do centro da nossa vida política?". A isto, V. Exa. respondeu com um excelso "servi a Causa Pública durante mais de 20 anos". Bravo. Mas eu também sirvo a causa pública. Além de registar os 'lapsos' de 500 milhões, o meu serviço à causa pública passa por dizer aquilo que penso e sinto.

E, neste momento, estou farto das PPP de betão, estou farto das estradas que ninguém usa, e estou farto das construtoras que fizeram esse mar de betão e alcatrão. No fundo, eu estou farto do atual modelo económico assente numa espécie de new deal entre políticos e as construtoras. Porque este modelo fez muito mal a Portugal, meu caro Jorge Coelho. O modelo económico que enriqueceu a sua empresa é o modelo económico que empobreceu Portugal.

Não, não comece a abanar a cabeça, porque eu não estou a falar em teorias da conspiração. Não estou a dizer que Sócrates governou com o objetivo de enriquecer as construtoras. Nunca lhe faria esse favor, meu caro. Estou apenas a dizer que esse modelo foi uma escolha política desastrosa para o país. A culpa não é sua, mas sim dos partidos, sobretudo do PS.

Mas, se não se importa, eu tenho o direito a estar farto de ver os construtores no centro da vida coletiva do meu país. Foi este excesso de construção que arruinou Portugal, foi este excesso de investimento em bens não-transacionáveis que destruiu o meu futuro próximo.

No dia em que V. Exa. inventar a obra pública exportável, venho aqui retratar-me com uma simples frase: "eu estava errado, o dr. Jorge Coelho é um visionário e as construtoras civis devem ser o alfa e o ómega da nossa economia". Até lá, se não se importa, tenho direito a estar farto deste new deal entre políticos e construtores.

Expresso  - Henrique Raposo



Publicado por Izanagi às 09:45 de 29.11.10 | link do post | comentar | ver comentários (3) |

grandes mentiras?

O Ministério Público estima em quase meio milhão de euros o saldo positivo dos pagamentos de  Manuel Godinho, a Paulo Penedos, em três anos, pela sua mediação junto do pai, José Penedos, presidente da REN, em favor dos interesses das empresas do sucateiro.

Por outro lado, o juiz que conduz o processo BPN e SLN vai emitir mandados de captura a alguns dos antigos administradores deste banco e sociedade de negocios. O único detido destes processos encontra-se muito deprimido e sem parceiros para a sueca.

A única diferença entre o primeiro caso e o segundo é que num são conhecidos os nomes dos prevaricadores no outro os tubarões parece não terem sido baptizados.

Apregoam que o Estado salvou o BPN para salvar o sistema bancário/financeiro português, banco que os barões do PSD faliram e que agora os do PS salvam com o dinheiro sacado aos trabalhadores. É mentira!

Dizem que, dos vários bancos a operar no mercado português, quatro deles já conseguiram, no primeiro semestre do ano, uma média de lucros diário de 4 Milhões de euros. È mentira, se assim fosse pagariam o seu próprio salvamento.

Sua alteza Dom Cavaco I veio agora insurgir-se contra o comportamento hipócrita e jocoso dos actuais políticos que não souberam ou não foram capazes de lhe seguir o exemplo de bom aluno em tempos de vacas godas que permitiu que autarquias; empresas públicas e o próprio Estado, na senda de o rei madeirense já vinha praticando há certo tempo, criassem empresas paralelas a pontapés .

“As vozes, incompetentemente esclarecidas que fazem escárnio, mal dizem e opinam demagogicamente não devem esmorecer-nos. É que só o faz quem inveja, preguiça e, indolentemente, se compraz na maledicência para se autojustificar. Enfim, é gente de não aduz, apenas deduz...”. Onde é que eu li isto?



Publicado por Zé Pessoa às 09:12 de 03.11.10 | link do post | comentar | ver comentários (3) |

Parlamentar na Suécia


Publicado por [FV] às 12:47 de 01.11.10 | link do post | comentar | ver comentários (4) |

Uma ruptura técnica, o rompimento de negociações PS/PSD

O paradoxo ou talvez não, é sempre uma questão de perspectiva no olhar, é o facto das agencias de rating e de Bruxelas terem dito que o orçamento proposto pelo governo português, para vigorar em 2011 é positivo e cá dentro, tanto oposição como comentadores, dizerem do pior que alguma vez foi dito de qualquer documento orçamentista.

Será que esta gente estudou por bíblias diferentes?

Que credibilidades nos poderão dar, tanto as universidades onde estudaram como tão ilustres sabedorias que nos empurraram para este beco cuja saída ninguém descortina nem aponta com o mínimo de perspectiva futura?

Cavaco Silva bem pode limpar o buraco que poisa nos bancos e cadeiras a tão digno, de si próprio, guardanapo.

Nunca, jamais em tempo algum se viu tanta hipocrisia e incompetências juntas em Portugal. Até onde iremos ou, não iremos...



Publicado por Zé Pessoa às 15:26 de 27.10.10 | link do post | comentar | ver comentários (6) |

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