Segunda-feira, 17 de Novembro de 2014

O conforto dos piratas   (-por F.Tourais, em OPaísDoBurro, 14/11/2014)

*

“Tomamos uma decisão sobre determinada matéria, deixamos essa decisão no ar e esperamos para ver o que ocorre. Se ninguém reclama, porque a maior parte das pessoas não entende o que acaba de ser decidido, então continuamos passo a passo até que não haja retorno possível”.   A frase refere-se à forma como foi conduzida a criação do euro, mas o seu objecto podia perfeitamente ser o Tratado de Lisboa, o Tratado Orçamental ou qualquer outra das muitas decisões que transformaram a Europa dos cidadãos na Europa dos grandes interesses económicos.   Todas elas seguiram o guião da citação que se lê nas páginas do Telegraph das palavras do ladrão que ('legalmente') andou anos a roubar impostos que desequilibraram as contas públicas dos seus “parceiros” europeus e equilibraram as do seu país (Lux.).

Não é que seja novidade alguma o que nos diz. Todos sabemos que assim foi e assim continua a ser. O que surpreende é o à vontade com que um confesso gatuno deste calibre diz uma coisa destas, a medida do conforto e da impunidade garantida também pelos eurodeputados portugueses eleitos pelos três partidos do arco da austeridade que em Portugal governou entre 2002 e 2010, entendamo-nos bem, sobrecarregando os rendimentos do trabalho (+IRS)  com os milhares de milhão em impostos necessários para compensar os impostos sobre lucros (-IRC, -capitais, +subsídios,...) que Juncker roubava   para equilibrar o seu orçamento “acima das nossas possibilidades”.

Agora que tudo se soube, e se as pessoas não perceberam eles sabem perfeitamente o que aconteceu, os eurodeputados, não apenas do PSD e do CDS mas também os do PS, opõem-se à demissão do ilustre Presidente que andou anos a roubar aqueles a quem devem os mandatos. Recupero a citação inicial:  “tomamos uma decisão sobre determinada matéria, deixamos essa decisão no ar e esperamos para ver o que ocorre. Se ninguém reclama, porque a maior parte das pessoas não entende o que acaba de ser decidido, então continuamos passo a passo até que não haja retorno possível.” Certíssimo.   O PS soma e segue em todas as sondagens com a garantia que a sua oposição à demissão do pirata não compromete o objectivo de voltar a ser Governo. O PSD ganha balanço para voltar a ser o segundo nas preferências das pessoas deste cantinho da Europa dos piratas. Obrigado, pessoas.

----- *- A bandeira bem podia ser azul e incluir um círculo de estrelas prata e ossos/caveira em 'gold' ... para diferenciar de outros 'paraísos fiscais'/ 'offshores', i.e., antros de acolhimento/refúgio de burlões, ladrões, gatunos, gangsters, bangsters, mafiosos, piratas legalizados ou corsários capitalistas e neoliberais.

Parasitas pequeninos   (-por J.M.C.Caldas, 16/11/2014, Ladrões de B.)

  Por que é que os abrigos fiscais** são geralmente países pequenos?
     Pequenos, grandes ou médios, todos os estados precisam de receitas fiscais. Mas os estados de países pequenos podem obter receitas descomunais, relativamente às suas despesas, se reduzindo a taxa de imposto sobre as empresas quase a zero conseguirem convencer muitas empresas a instalar a sua sede fiscal no seu pequeno território. Taxa pequena sobre muitas e grandes empresas equivale a receitas fabulosas para estados de países pequenos.
     Já os estados dos países grandes não podem fazer o mesmo. Se descerem a taxa sobre todas as empresas conseguirão atrair algumas, mas a receitas do pequeno imposto pago pelas empresas atraídas não compensaria a perda de colecta de todas as outras que já lá estão sediadas.
     Mudando de poiso as empresas deixam praticamente de pagar impostos, e os estados, à excepção dos parasitas, passam a não conseguir colecta-los. Qual é a consequência? Os estados, à excepção dos parasitas, voltam-se cada vez mais para os rendimentos do trabalho e das pensões como fonte de receita.
    Nada disto faz sentido, mas na União Europeia é assim. A União Europeia que fixa em tratados os montantes dos défices e das dívidas e retira aos parlamentos a prerrogativa de deliberar sobre os Orçamentos do Estado é não só incapaz de se desparasitar (acabar com os 'offshores' e/ou impor taxas de impostos iguais para/em todos os estados membros,... e o assunto, que chegou a ser ventilado há poucos anos na Com.E. 'de Barroso' e Cons.E., foi rápida e misteriosamente 'esquecido'), como promove a presidente o chefe de um governo parasita.
     Caro Sr. Juncker vamos lá ver como é: nós ficamos com os estragos do grupo Espírito Santo, e o seu pequeno (mas muito amigo) país fica com os impostos?
  ----- ** - 'Offshores'/paraísos fiscais  (para as multinacionais e milionários evasores fiscais;  tornando os respectivos Estados em infernos fiscais para os restantes cidadãos e empresas que pagam impostos), com algumas nuances jurídicas, há muitos :    a maioria das ilhas "confettis" do 'ex-império britânico', a «city» de Londres, Gibraltar, HongKong, ... mas também Funchal, Liechenstein, Luxemburgo, Holanda, Panamá, estado do Maine nos USA, ...
-----------
Os  usurpadores  (querem acabar com a  democracia);  como as  empresas  transnacionais (ETN)  tomam  o  poder  (político:  executivo,  legislativo  e  judicial)   e  capturam  Estados  e  Povos
Entrevista com Susan George   (no «L'Humanité», via OTempoDasCerejas, 24/11/2014 «Le pouvoir des transnationales, illégitime et non élu, veut en finir avec la démocratie »    a ler  aqui 


Publicado por Xa2 às 07:50 | link do post | comentar

7 comentários:
De Transnacionais matam a Democracia. a 24 de Novembro de 2014 às 17:21
Usurpadores. Como as empresas multi/transnacionais tomam o poder (político, nacional e internacional):

« Le pouvoir des transnationales, illégitime et non élu, veut en finir avec la démocratie »
( 14/11/ 2014, Susan George, l'Humanité, http://www.humanite.fr/susan-george-le-pouvoir-des-transnationales-illegitime-et-non-elu-veut-en-finir-avec-la-democratie )

"Notre appel Stop au Tafta a été signé par 750 000 personnes. Des millions d'Européens doivent s'élever contre ce traité"
Photo : Attac Dans l'Humanité Dimanche.
« Nous sommes cernés. » Ainsi débute le nouvel ouvrage de Susan George,
« les Usurpateurs. Comment les entreprises transnationales prennent le pouvoir ».

Fidèle à la méthode du dévoilement qu’elle éprouve depuis son premier livre, « Comment meurt l’autre moitié du monde », ce 17e opus
pose la question de la légitimité des détenteurs du pouvoir dans la mondialisation,
en montrant les rouages de l’émergence d’une « autorité illégitime » qui s’ingère dans les affaires internationales grâce à des moyens impressionnants.
Présidente d’honneur d’ATTAC France et présidente du conseil du Transnational Institute, poursuivant son COMBAT contre la mondialisation capitaliste,
elle met au jour la cohorte d’individus et d’entreprises mus par leurs seuls intérêts, et qui, s’immisçant dans les traités de libre-échange, se substituent à l’autorité issue du fonctionnement démocratique.
- Entretien.HD. : Dans votre ouvrage « les Usurpateurs », vous vous qualifiez de « chercheur militant », quel sens cela a-t-il pour vous ?
Susan George : Les chercheurs en sciences sociales sont nécessairement de parti pris du fait de leur champ d’études. En outre, j’ai toujours été de ceux qui étudient le pouvoir.
Dans mon premier livre (« Comment meurt l’autre moitié du monde », 1976 – NDLR), je donnais un conseil :
n’étudiez pas les pauvres, ils savent déjà ce qui ne va pas pour eux. Mais si vous voulez les aider, travaillez sur ceux qui les maintiennent dans cette situation. C’est ce que je m’efforce de faire.
-HD. Vous écrivez : « Nous sommes minoritaires ? Tant mieux ! » Pourquoi cela ?

Susan George : Ce sont toujours les minorités qui ont les bonnes idées, et souvent il faut un temps très long pour que d’autres prennent conscience de cette idée, puis s’engagent, ou tout au moins ne s’y opposent plus.
-HD. C’est donc une raison d’espérer ?
Susan George : Je crois à ce que les scientifiques appellent la criticalité auto-organisée :
un système physique ou chimique arrive à un point où sa configuration va changer, sans qu’on puisse dire quel grain de sable va susciter ce changement.
Cela me semble fonctionner aussi en sciences sociales, en histoire... L’exemple le plus récent, c’est l’immolation par le feu de Mohamed Bouazizi en 2010 en Tunisie, qui a déclenché une révolution qui continue... Il me semble que l’on se rapproche de ce type de moment critique.
-HD. Votre ouvrage est sous-titré : « Comment les entreprises transnationales prennent le pouvoir ». Ce terme de « transnationale » n’est pas couramment utilisé en France. De quoi s’agit-il ?
Susan George : Je parle d’entreprises « TRANSNATIONALES » (ETN) – c’est d’ailleurs la terminologie des Nations unies –, plutôt que « multinationales » car leurs dirigeants sont très majoritairement de la nationalité du pays où est situé leur siège social.
Ainsi, on peut dire que Total est français, Nestlé est suisse, Siemens est allemand, etc.
S’ils sont tout à fait capables de licencier massivement dans les usines de leur « patrie », comme ailleurs, ils ont un ancrage social, politique et culturel dans leur pays d’origine,
ils ont les codes pour naviguer dans ce cosmos et servir les intérêts de leur entreprise.
-HD. Vous dites que ces ETN partagent un jargon et des ambitions, mais aussi une idéologie...
Susan George : Le néolibéralisme et la MONDIALISATION NÉOLIBERALE les ont vraiment renforcées. Juste un exemple :
le rapport sur la compétitivité et la croissance en Europe rédigé par Jean- Louis Beffa (administrateur de Saint-Gobain et membre de plusieurs conseils d’administration) et Gerhard Cromme (Siemens, ThyssenKrupp), à la demande de Hollande et Merkel, en 2013, est devenu un véritable évangile.
Si les économistes peuvent donner plusieurs sens à la compét...


De Transnacionais e Globalização NeoLiberal a 24 de Novembro de 2014 às 17:32
...
...sens à la compétitivité, eux n’en parlent qu’en termes de réduction du « coût du travail ». Et désormais, elle n’a plus que ce sens... alors que peu de monde s’interroge sur le coût du capital...
-HD. Vous montrez que les ETN constituent aujourd’hui la première puissance collective mondiale, loin devant les gouvernements, dont vous précisez qu’ils leur sont trop souvent inféodés...
Susan George : Une étude de trois chercheurs de Zurich (Stefania Vitali, James Glattfelder, Stefano Battiston – NDLR) a montré comment
147 « super-entités » dominent l’économie mondiale.
Et les ETN se sont organisées dans ce but.
Le LOBBYING vise à obtenir la législation qui est bonne pour l’entreprise en question.
Cela existe toujours – le plus puissant, celui de la santé, représente en 2013 un budget de 129 millions de dollars (104,7 millions d’euros).
Mais depuis une vingtaine d’années se développent des coalitions par industrie, par branche, qui visent à obtenir des changements d’une tout autre ampleur.
Elles font en sorte d’être là où les choix sont faits, là où on élabore, selon leurs désirs, l’avenir.
Cela culmine dans le projet de traité transatlantique (TTIP)où elles se concentrent sur la régulation – les protections, en fait – concernant l’environnement, les consommateurs, la santé publique... Cela va toucher la vie quotidienne de plus de 800 millions de personnes.
-HD. Comment en est-on arrivé là, d’autant plus dans le cadre de régimes démocratiques ? « VEOLIA A PORTÉ PLAINTE CONTRE L’ÉGYPTE, QUI AURAIT VIOLÉ LE CONTRAT PASSÉ EN AUGMENTANT LE SALAIRE MINIMUM ! »
Susan George : C’est le grand mystère... Pourquoi les gouvernements cèdent-ils aux sirènes et à l’influence des transnationales, sauf s’ils sont complètement prisonniers de leur propre idéologie – le néolibéralisme –, presque pour tous maintenant ?
Les ETN apparaissent alors comme représentant les intérêts de la France ! Ce qui est complètement faux, comme ailleurs en Europe, car ce
sont les PME-PMI qui fournissent très majoritairement l’emploi.
Or, on les laisse en déshérence, comme le montre le rapport trimestriel de la BCE qui interroge les 130 banques les plus importantes sur leurs pratiques de prêts aux PMEPMI :
depuis 2007, elles leur ont prêté moins et ont durci les termes du crédit. C’est là qu’il faut agir, et pas en chouchoutant les ETN !
-HD. Ces transnationales ont réussi à dicter deux projets de traités – transatlantique et transpacifique – qui vont complètement remodeler les échanges mondiaux. Quelles en seront les conséquences ?
-Susan George : Tout simplement la mise en danger de la démocratie, en particulier par deux biais.
D’une part, elles se sont emparées du pouvoir judiciaire, dans le cadre des litiges opposant entreprises et États, en remplaçant les tribunaux par des cours d’arbitrage privées qui permettent à une entreprise de porter plainte contre un gouvernement pour n’importe quelle loi ou décision de justice qui peut altérer ses profits, actuels ou futurs.
Un gouvernement va y regarder à deux fois avant de faire voter une loi visant à améliorer la propreté de l’eau ou à limiter les gaz à effet de serre, qui risquera de lui coûter des milliards en indemnisation.
D’autre part, il y a la question de la régulation, cruciale pour les échanges commerciaux, avec en ligne de mire leur fluidification censée relancer la croissance, les économies réalisées par les entreprises devant profiter aux consommateurs...
Libre à chacun de croire à cette fable.
Ce qui va être fait n’est pas encore très clair, et j’explique dans ce livre les enjeux et les scénarios qu’il faut avoir bien en tête.
Les transnationales mènent une attaque contre les trois pouvoirs, législatif, judiciaire et exécutif.

-HD. Les initiatives d’alerte s’amplifient concernant les dangers que ces projets recèlent pour la santé et l’environnement. En est-il de même pour la question du travail ?
-Susan George : C’est encore difficile. Les syndicats américains pensent qu’il faut négocier car cela leur permettrait d’améliorer leurs conditions et d’avoir plus de lois.
Les États-Unis n’ont pas ratifié les conventions du BIT (Bureau international du travail), et la moitié des États ont des lois antisyndicales... Mais là encore,...


De Política comida pelas Transnacionais a 24 de Novembro de 2014 às 17:47
«Le pouvoir des ETN...»
...
... lois antisyndicales... Mais là encore, c’est l’« harmonisation » par le bas que visent les ETN. Un exemple :
Veolia a porté plainte contre l’Égypte, qui aurait violé le contrat passé en augmentant le salaire minimum !
La sensibilisation des syndicats commence, en Irlande, en Espagne...
-HD. Certains lieux de pouvoir sont ignorés du grand public. Vous évoquez l’exemple de l’IASB...
Susan George : Il s’agit de l’International Accounting Standards Board, ou Bureau international des normes comptables, créé au début des années 2000.
À l’époque, l’Union européenne avait mobilisé un groupe de conseillers issus presque exclusivement des quatre principaux cabinets d’expertise comptable mondiaux (KPMG, PwC, Ernst & Young et Deloitte).
Il s’agissait d’harmoniser les normes des pays européens. L’IASB a depuis acquis un pouvoir très important, puisqu’il décide désormais de normes comptables applicables en Europe, dans les BRIC (Brésil, Russie, Inde, Chine) et dans bien d’autres pays en développement.
Tant que les transnationales ne seront pas soumises à des normes de comptabilité et de déclaration fiscales « pays par pays », elles pourront échapper à l’impôt en toute légalité, en jouant sur la localisation de leurs profits.
-HD. Vous consacrez des pages édifiantes à ce qui se passe aux Nations unies...
Susan George : Je raconte comment les transnationales cherchent à étendre leur influence au sein de l’ONU.
Dès les années 1980-1990, leurs représentants ont commencé à s’inviter au sein de conférences internationales que l’ONU organisait.
Elles prétendent remédier à la supposée « incompétence » des États.
Elles participent à tous les groupes de travail réfléchissant aux problèmes actuels et futurs de l’humanité :
réchauffement climatique, protection des océans, etc.
À l’image des sommets de Davos, ces groupes sont toujours composés de quelques émissaires des gouvernements, quelques professeurs et beaucoup de représentants de l’industrie.
Il est assez stupéfiant de voir Bill Gates prendre la parole à l’assemblée générale de l’Organisation mondiale de la santé ! Il n’y a plus aucune limite.
-HD. Comment expliquer ce « dysfonctionnement » ?
Susan George : Le politique a été complètement phagocyté par ce nouveau pouvoir qui est celui des transnationales, un pouvoir non légitime parce que non élu.
Dans le même temps, la valeur actionnariale a été érigée en vertu cardinale.
Pour les multinationales, les travailleurs ne créent pas de valeur. Seul le capital en crée.
Ce principe explique tout leur mode de fonctionnement.
-HD. Comment qualifier cette prise de pouvoir ? De complot ?
Susan George :Je ne crois pas aux conspirations. Je crois en revanche à l’existence de groupes d’individus ou d’entreprises qui cherchent avant tout à défendre leurs intérêts.
Ils disposent pour cela de moyens colossaux.
-HD. Comment reprendre le pouvoir face aux « usurpateurs » ?
Susan George : La connaissance est un préalable à l’action.
C’est pourquoi j’ai cherché à mettre au jour les rouages de cette prise de pouvoir.
Ensuite, de nombreuses associations et organisations ont leur rôle à jouer.
Les syndicats de magistrats peuvent mettre leur grain de sable dans les rouages des mécanismes d’arbitrage, les associations de consommateurs tenter de contrer telle ou telle norme imposée par les lobbies industriels, les ONG multiplier les pétitions...
À ce jour, notre appel pour dire « stop au TAfTA » (Transatlantic free Trade Agreement – NDLR, TTIP) a été signé par 750 000 personnes. Il faut que des millions d’Européens se joignent à ce mouvement et s’élèvent contre ce traité.
« LES USURPATEURS.COMMENT LES ENTREPRISES TRANSNATIONALES PRENNENT LE POUVOIR », de SUSAN GEORGE.
Susan George guide ses lecteurs dans les méandres opaques d’une véritable mutation politique.
Dans la lignée de ses travaux de « chercheur militant » – de son best-seller, en 1976,
« Comment meurt l’autre moitié du monde » à
« Cette fois, en finir avec la démocratie. Le rapport Lugano II » (2012)
–, elle se bat, aux côtés d’autres, pour que les citoyens, alertés des conséquences de ce démantèlement de l’intérêt public, rejoignent la mobilisation.
Le site du Transnational Institute (Amsterdam) :
www.tni.org (en anglais et en espagnol).


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