De [FV] a 5 de Junho de 2014 às 15:10
Se fosse assim na prática.... não havia dúvidas que teria razão no que diz... mas só é assim na retórica.
E começa bem a sua explanação "benesses...", mas o que está escrito e o que é intelectualmente correto, não existe. Não é real. é utópico.
O que a vida mostra é outra coisa bem diferente...
É quando «estamos» a desempenhar a «res publica» é «sempre a abrir» porque depois «alguém» virá pagar...
Só que aqui o signatário tem visto bem que o «corpo» é bem diferente do «espírito» da «coisa»... e está fartinho...
E salvo erro e omissão no Serviço Público não estão os funcionários públicos e outros quejandos que usam a coisa pública para dividendos próprios. Ou aí já não existe o sentido do servir?


De Agentes da Cidadania e da Política a 5 de Junho de 2014 às 15:43

--- Teoria vs prática, real vs utopia (só é utópico até ser provado/experimentado algo diferente: lembram-se do heliocentrismo? ou da ida à lua?, ...), ... e no "sentido de servir"/ "serviço público" (ou no privado) ...
- tanto numa como noutra o que faz a diferença são os agentes (aqueles que fazem/ agem): os governantes/ dirigentes e os cidadãos/trabalhadores/..., os votantes e os abstencionistas, os fugitivos e os criminosos, os qualificados e os "para-quedistas"/nepotistas ...
- e aí sabemos que há de tudo... mas nota-se que há medo, censura, e falta muita transparência e responsabilização, para além de literacia ... de dinheiro (só na Suiça estão 25 mil milhões € portugueses fugidos a impostos), de Solidariedade e de Justiça.

--- Fartinho FARTO também estou ... mas
- a democracia (a força e a vontade da maioria, muitas vezes agindo(/ou não) de forma diversa da minha) , e
- a força coerciva do Estado/direito/justiça ('controlada' pelos governantes, media, lobies da finança, grandes empresas e aparelhos dos partidos do centrão de interesses, ...)
manietam-me algumas vontades (e acções mais agressivas...)...

Zé T.


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