2 comentários:
De Actividades ilegais das Secretas... a 26 de Novembro de 2015 às 14:41
--- Pode 90% da actividade de um serviço do Estado ser ilegal?

Sim, pode.
•«O ex-diretor do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED) Jorge Silva Carvalho afirmou que o segredo de Estado serve para proteger o ‘modus operandi´ das secretas, que é “90 por cento ilegal”.» (Observador)

Pode o superior dos superiores hierárquicos colaborar em ilegalidades e manter-se em funções? Sim, pode.

•«A decisão de espiar o telemóvel [do jornalista Nuno Simas] foi tomada com o conhecimento do seu superior hierárquico Júlio Pereira – que, ainda hoje, dirige as secretas, é secretário-geral do Serviço de Informações da República Portuguesa (SIRP) (...).» (Público)

Podem os cidadãos ficar indiferentes perante isto? Podem, mas não devem.

------ (19/11/2015, http://esquerda-republicana.blogspot.pt/ )


De Medo, securitário, liberdades, ... a 23 de Novembro de 2015 às 18:54
Tenham medo, muito medo

(- por josé simões, 23/11/2015, derTerrorist)

Mais de metade destas operações e rusgas, agora pela Europa, são show-off para alimentar telejornais, para mostrar que está tudo sob controlo. Lei e Ordem,
bad boys, bad boys, what you're gonna do, what you're gonna do when they come for you [repetir]
e, ao mesmo tempo, manter um certo stress e clima de tensão no ar,
bom para abrir as mentes a medidas securitárias,
invasoras da privacidade, suspensivas das liberdades e garantias.
"Actos Patriotas" e assim.

Depois de na véspera não ter abortado um atentado terrorista no coração da Europa com mais de uma centena de mortos,
“A polícia abortou atentado terrorista no sítio tal”, em todos os telejornais e em todas as primeiras páginas.
Detalhes nenhuns, apenas que ia ser letal, bué letal.

Depois de na véspera não ter impedido um bando de terroristas de levar a cabo um atentado com mais de uma centena de mortos no coração da Europa,
“Polícia desmantela célula terrorista”, em todos os telejornais e em todas as primeiras páginas.
Detalhes nenhuns, apenas que foi mesmo mesmo mesmo no minuto antes de atentarem.
Ou ainda 12 detidos, dos quais 11 foram libertados.
O 12.º é daqui a mais dois ou três dias e já ninguém se lembra.

Não é só o ISIS que se alimenta do medo, o poder democrático-ocidental também.


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